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O SBT anunciou oficialmente a contratação do renomado comunicador José Luiz Datena. Conhecido por seu carisma e habilidade no jornalismo, Datena estreia na emissora na próxima segunda-feira, 9 de dezembro, comandando o programa Tá na Hora, atração que será transmitida ao vivo de segunda a sexta-feira, no final da tarde. Lançado em 2024, o Tá na Hora combina informação e prestação de serviço, com reportagens sobre o cotidiano brasileiro e participação de repórteres de diversas regiões do país, incluindo o Comandante Hamilton. O programa busca oferecer um conteúdo dinâmico, focado em facilitar a vida dos telespectadores. Entusiasmado com o novo desafio, Datena celebrou sua chegada ao SBT. "Vir para o SBT é cumprir o meu sonho de trabalhar na casa que foi montada pelo maior apresentador de todos os tempos. Silvio Santos foi e sempre será o meu ídolo e a minha referência", afirmou o comunicador. A chegada de Datena faz parte de um movimento estratégico do SBT para fortalecer sua grade de programação. “Essa aposta reforça a missão da emissora em continuar inovando e entregando conteúdo de qualidade aos nossos espectadores”, destacou Mauro Lissoni, diretor de programação e artístico da emissora. Na mesma data, Marcão do Povo assumirá parte da apresentação do jornalístico Primeiro Impacto, consolidando mais uma novidade na programação.
O debate entre os candidatos à Prefeitura de São Paulo, realizado neste domingo (15) pela TV Cultura, foi interrompido após José Luiz Datena (PSDB) agredir Pablo Marçal (PRTB) com uma cadeira. O incidente ocorreu depois de uma troca de ofensas entre os dois candidatos. A tensão começou quando Pablo Marçal questionou Datena sobre sua candidatura e fez referência a uma denúncia de assédio sexual envolvendo o apresentador. Marçal perguntou de forma provocativa quando Datena "pararia com a palhaçada" e desistiria da corrida eleitoral. "Você já abandonou entrevista chorando, só fala quando tem uma televisãozinha escrevendo ali. Que horas o Datena vai parar com essa palhaçada que ele tá fazendo aqui?", disse Marçal. Em resposta, Datena acusou Marçal de fazer calúnias, lembrando que a denúncia de assédio foi arquivada pelo Ministério Público por falta de provas. Chamando Marçal de "bandidinho", Datena afirmou que as acusações eram injustas e mencionou que Marçal havia pedido perdão a ele anteriormente. "Espero que Deus lhe perdoe. Você me pediu perdão anteontem, e eu te perdoei", disse Datena. Na tréplica, Marçal continuou com as provocações, chamando Datena de "arregão" e o acusando de tentar agredi-lo em um debate anterior. "Você não é homem nem para fazer isso", afirmou o candidato do PRTB. Foi nesse momento que Datena, visivelmente irritado, levantou-se e o agrediu com uma cadeira.O programa foi imediatamente interrompido.
A nova pesquisa Quaest, divulgada nesta quarta-feira (11), revela um cenário de empate técnico triplo na corrida pela Prefeitura de São Paulo. De acordo com o levantamento, Ricardo Nunes (MDB) lidera com 24%; seguido de perto por Pablo Marçal (PRTB), com 23%; e Guilherme Boulos (PSOL), que aparece com 21%. Os três candidatos oscilaram dentro da margem de erro, que é de 3 pontos percentuais para mais ou para menos. Após o início da campanha de TV, Nunes apresentou uma recuperação, subindo de 19% para 24%; enquanto Marçal manteve sua tendência positiva, passando de 19% para 23%. Boulos, por sua vez, oscilou negativamente, caindo de 22% para 21%.No segundo pelotão, José Luiz Datena (PSDB) e Tabata Amaral (PSB) estão empatados com 8%. Veja os números completos: Ricardo Nunes (MDB): 24%; Pablo Marçal (PRTB): 23%; Guilherme Boulos (PSOL): 21%; Datena (PSDB): 8%; Tabata Amaral (PSB): 8%; Marina Helena (Novo): 2%; Bebeto Haddad (DC): 1%; João Pimenta (PCO): 0%; Ricardo Senese (UP): 0%; Altino Prazeres (PSTU): 0%; Indecisos: 5%; Branco/nulo/não vai votar: 8%. A pesquisa foi encomendada pela TV Globo e realizada entre os dias 8 e 10 de setembro, ouvindo 1.200 eleitores. O levantamento foi registrado no Tribunal Superior Eleitoral sob o número SP-09089/2024 e possui um nível de confiança de 95%.
Após levantamento realizado de 16 a 20 de setembro, ouvindo 2.002 pessoas em 141 municípios, o Ipec divulgou nesta quarta-feira (22) pesquisa que mostra o ex-presidente Lula (PT) mais de 20 pontos percentuais à frente do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) na corrida para a Presidência da República em 2022. Em ambos os cenários, Lula tem mais intenções de voto do que todos os outros possíveis candidatos somados. Confira: Luiz Inácio Lula da Silva (PT): 48%; Jair Bolsonaro (sem partido): 23%; Ciro Gomes (PDT): 8%; João Doria (PSDB): 3%; Luiz Henrique Mandetta (DEM): 3%; Brancos / Nulos: 10%; Não sabem / Não responderam: 4%. Em relação à pesquisa anterior, de junho, Lula mantém 11 pontos percentuais a mais do que a soma de todos os seus possíveis adversários, o que o levaria a vencer no 1º turno se as eleições fossem hoje. A margem de erro é de 2 pontos para mais e para menos. O nível de confiança é de 95%.
O presidente Jair Bolsonaro voltou a dizer na quarta-feira (27) que não tem problema na relação com o Congresso Nacional e afirmou que não tem como atender a todos os parlamentares e políticos que lhe pedem audiência. "Eu não tenho como atender a todo mundo. E não existe [no meu governo] ministro indicado por partidos políticos e isso agrava, num primerio momento, o contato, a aproximação", disse ao jornalista José Luiz Datena, durante entrevista exibida pela TV Bandeirantes. Citando o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, Jair Bolsonaro reafirmou que não há divergência. Segundo ele, um novo encontro entre os dois deve ocorrer na semana que vem, quando retornar de visita oficial a Israel, e disse que "da minha parte, a minha mão está sempre estendida para ele". Questionado sobre a dificuldade na articulação política com o Parlamento, o presidente disse que fazem "tempestade em copo d'água" e defendeu a forma de construção de seu governo, que evitou indicações políticas para o primeiro escalão ministerial. "Fazem tempestade em copo d'água. O meu erro foi escolher um ministério técnico, competente e independente, esse foi o erro que eu cometi na política", disse.