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Uma operação de combate ao furto de energia realizada pela Neoenergia Coelba em Presidente Jânio Quadros e Maetinga resultou na recuperação de aproximadamente 70 mil quilowatts-hora de energia. O volume seria suficiente para abastecer 1.026 residências durante 15 dias.
As equipes técnicas identificaram irregularidades em diferentes estabelecimentos comerciais, entre eles mercados e cooperativas de laticínios, que utilizavam ligações clandestinas para desviar energia elétrica sem o devido registro de consumo.
De acordo com levantamento da distribuidora, o furto de energia gera prejuízos para toda a sociedade. Além de comprometer a qualidade do fornecimento, sobrecarregar a rede elétrica e colocar em risco a vida de quem manipula os cabos de forma irregular, a prática também impacta os consumidores regulares, que acabam arcando com parte dessas perdas.
Somente de janeiro a abril de 2026, operações realizadas em diferentes regiões da Bahia já resultaram na recuperação de 107 GWh, energia suficiente para abastecer 820 mil residências, por um mês, ou a cidade de Feira de Santana por 15 dias.
“Atuamos de forma contínua e estruturada no combate ao furto de energia em toda a Bahia. Nosso objetivo é garantir um fornecimento seguro e justo para todos os clientes, por isso investimos constantemente em tecnologia e equipes especializadas para identificar e eliminar essas fraudes”, destacou Narah Rank, gerente de Gestão da Receita da Neoenergia Coelba.
A distribuidora reforça que os estabelecimentos flagrados terão que pagar pelo consumo não registrado, com acréscimo de multa e juros, além de poderem responder a inquérito policial.
O furto de energia é crime previsto no artigo 155 do Código Penal Brasileiro, com pena que pode chegar a oito anos de reclusão.
A Polícia Federal realizou, nesta terça-feira (7/4), Operação Nexus, com o objetivo de combater crimes de armazenamento e de compartilhamento de material de abuso sexual infantojuvenil na internet.
A investigação teve início a partir de relatórios encaminhados pelo National Center for Missing & Exploited Children (NCMEC), os quais apontaram a existência de contas em plataformas digitais utilizadas para a aquisição, o armazenamento e a disseminação de grande quantidade de arquivos contendo imagens e vídeos de abuso sexual envolvendo crianças e adolescentes. Os dados indicam atuação reiterada em diversas aplicações de internet, incluindo redes sociais e serviços de armazenamento em nuvem.
As apurações identificaram que o usuário investigado operava múltiplas contas e perfis digitais, realizando upload, armazenamento e compartilhamento de conteúdo ilícito. Foram identificados mais de 500 arquivos contendo material de abuso sexual infantojuvenil.
Além do armazenamento, há indícios de que parte do material era disponibilizada publicamente e compartilhada com terceiros, inclusive com menções à oferta de arquivos em aplicativos de mensagens, o que pode indicar a inserção em redes de disseminação e eventual comercialização desse tipo de conteúdo ilícito.
A Justiça Federal determinou o cumprimento de mandado de busca e apreensão domiciliar, bem como o afastamento do sigilo de dados telemáticos do investigado.