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O preço do gás de cozinha ficou cerca de 9% mais caro na Bahia nesta quinta-feira (1º), conforme informações do Sindicato dos Revendedores de Gás (Sindrevgás). Com a mudança, o consumidor poderá pagar entre R$ 7 e R$ 8 a mais pelo botijão, em média.
O reajuste foi aplicado pela Acelen, empresa responsável pela Refinaria de Mataripe. Segundo o sindicato, o preço da tonelada do GLP passou de R$ 3.643,40 para R$ 3.971,60.
Em Salvador, o valor final do botijão pode chegar a R$ 170, de acordo com informações divulgadas pela TV Bahia. O preço cobrado ao consumidor, porém, não é uniforme e depende da política de cada revendedora, além dos custos de transporte, distribuição e comercialização.
Em nota, a Acelen confirmou a atualização dos preços do gás liquefeito de petróleo vendido às distribuidoras que atuam no mercado baiano. A empresa explicou que os valores são definidos com base em fatores de mercado, incluindo a cotação internacional do petróleo, a variação do câmbio e os custos de frete.
A companhia também informou que sua política de preços segue critérios técnicos e referências do mercado internacional. Segundo a Acelen, os valores podem sofrer alterações tanto para cima quanto para baixo, conforme as condições consideradas na formação dos preços.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou nesta quinta-feira, 10 de setembro, o Projeto de Lei de Conversão (PLV) nº 13/2026. O texto altera o Decreto-Lei nº 1.804/1980, que dispõe sobre a tributação simplificada das remessas postais internacionais, e extingue a chamada “taxa das blusinhas”.
A nova legislação mantém o regime simplificado para bens importados por remessa postal internacional, colocando fim à cobrança do imposto de 20% sobre compras de até US$ 50, e limita sua aplicação para mercadorias de até US$ 3.000 por remessa.
O texto também confere ao ministro da Fazenda a competência para alterar as alíquotas do Imposto de Importação aplicáveis a essas operações. A norma autoriza tratamento tributário diferenciado conforme o meio de importação e a adesão da plataforma ao programa de conformidade da Receita Federal.
Também permite que mercadorias adquiridas em plataformas habilitadas no programa de conformidade sejam nacionalizadas utilizando a taxa de câmbio vigente na data da compra, com o objetivo de dar maior previsibilidade ao consumidor quanto ao custo final da importação.
O Poder Executivo poderá estabelecer limites quantitativos e de frequência de compras, além de mecanismos para evitar fracionamento artificial de remessas e controles destinados a impedir utilização do regime simplificado para fins comerciais ou de revenda.
A 9ª edição da Operação Mobile 360°, deflagrada pela Polícia Civil no dia 10 de agosto, resultou na recuperação de 2.099 aparelhos celulares, dos quais 559 já foram restituídos aos proprietários. Nesta sexta-feira (4), Dia D desta edição, 1.540 dispositivos estão aptos à devolução, sendo 906 na capital baiana.
As devoluções serão realizadas a partir das 7h da manhã, no Centro de Operações e Inteligência (COI), localizado no Centro Administrativo da Bahia (CAB), em Salvador. Após esse período, os proprietários deverão aguardar a notificação da Polícia Civil para realizar a retirada dos aparelhos. A instituição encaminhará as informações necessárias sobre o local, a data e as demais orientações para a entrega dos celulares.
De abrangência estadual, a operação reforça o enfrentamento aos crimes de furto, roubo e receptação de celulares, além de combater a adulteração e o comércio irregular de eletrônicos. No interior, 634 aparelhos estão aptos a serem entregues. Os proprietários notificados já iniciaram a retirada dos dispositivos, enquanto os demais devem aguardar a mensagem da Polícia Civil com as orientações necessárias para o recebimento dos aparelhos.
A Polícia Civil reafirma que não envia links e não solicita dados pessoais por mensagens, notificações ou qualquer outro tipo de contato. As pessoas devem ficar atentas a qualquer mensagem suspeita. Em caso de dúvida, devem procurar a delegacia mais próxima.
*Balanço*
Nos últimos dois meses, além dos 2.099 celulares recuperados, foram lavrados 102 procedimentos policiais, cumpridos 40 mandados de busca e apreensão, efetuadas 117 prisões e fiscalizados 64 estabelecimentos comerciais e pontos informais, com sete notificados. As vistorias foram realizadas em conjunto com a Secretaria da Fazenda do Estado da Bahia (SEFAZ-BA), a Superintendência de Proteção e Defesa do Consumidor (PROCON-BA), a Diretoria de Ações de Proteção e Defesa do Consumidor (CODECON) e a Receita Federal.
Desde a primeira edição da Operação Mobile 360°, deflagrada em maio de 2024, 12.165 celulares foram recuperados, com 10.625 aparelhos devolvidos aos proprietários. O trabalho segue de forma permanente, com ações simultâneas na capital, na Região Metropolitana de Salvador (RMS) e no interior do estado.
O preço do gás de cozinha pode voltar a subir na Bahia a partir de 1º de setembro. A previsão é de que o botijão de 13 quilos fique até R$ 10 mais caro para o consumidor, conforme informações divulgadas pelo Sindicato dos Revendedores de Gás da Bahia (Sindrevgás).
Com a possível elevação, o valor do botijão poderá alcançar aproximadamente R$ 160 em algumas regiões do estado. O preço efetivamente praticado, no entanto, deverá variar de acordo com a localidade e com a política comercial adotada por cada revendedora.
A perspectiva de alta chega após dois meses de redução nos preços. Em julho, o valor do gás recuou cerca de 6,8%, o que representou uma economia aproximada de R$ 5 para o consumidor. No mês seguinte, agosto registrou nova queda, desta vez de 7,1%, com redução estimada entre R$ 3 e R$ 4.
Segundo o Sindrevgás, a principal razão para o novo aumento está relacionada ao dissídio coletivo dos trabalhadores do setor. A atualização dos custos com salários e mão de obra aumenta as despesas das empresas que atuam na distribuição e comercialização do produto.
A composição do preço do botijão também envolve outros gastos, como transporte, logística, tributos, armazenamento, manutenção das estruturas de distribuição e serviços necessários para que o produto chegue aos consumidores.
A Center Móveis e Eletros realiza nesta quarta-feira (22) a campanha "Quarta Racha Preço", uma ação promocional que promete movimentar o comércio de Brumado com 12 horas de ofertas exclusivas, preços inéditos e condições especiais de pagamento.
Durante toda a programação, os clientes poderão aproveitar descontos em diversos produtos das linhas de móveis e eletrodomésticos, além de facilidades para parcelamento, tornando a data uma oportunidade para quem deseja renovar a casa ou adquirir novos itens com economia.
A loja funcionará em horário estendido, das 7h30 às 19h, permitindo que os consumidores tenham mais tempo para conferir as promoções e escolher os produtos com tranquilidade.
A Center Móveis e Eletros está localizada na Avenida Antônio Mourão Guimarães, nº 134, ao lado do Banco do Nordeste, em Brumado. A expectativa é de grande movimentação durante a campanha, que já se consolidou como uma das principais ações promocionais da empresa.
Brumado recebe nesta segunda-feira (25) a inauguração da Center Móveis e Eletros, nova loja do segmento de móveis e eletrodomésticos da cidade. A abertura oficial acontece a partir das 9h da manhã, na Avenida Antônio Mourão Guimarães, nº 134, ao lado do Banco do Nordeste.
A proposta da empresa é oferecer aos clientes variedade em móveis e eletros, além de condições especiais de pagamento. Durante a inauguração, os consumidores poderão aproveitar parcelamento em até 12 vezes sem juros.
Outro diferencial anunciado pela loja é a entrega e montagem gratuitas dos móveis adquiridos pelos clientes, oferecendo mais comodidade e praticidade para quem deseja renovar a casa.
A expectativa é que a inauguração movimente o comércio local e atraia consumidores em busca de novidades, promoções e condições facilitadas de compra.
Consumidores que tenham adquirido lotes contaminados de produtos de limpeza da marca Ypê, cuja venda e uso foram proibidos pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), não devem descartar os itens. As informações sobre a destinação correta, descarte ou eventual recolhimento deverão ser fornecidas pela empresa, orienta o secretário de Estado de Defesa do Consumidor do Rio de Janeiro (Procon-RJ), Rogério Pimenta.
“A orientação da Anvisa é que os consumidores devem ligar para o Serviço de Atendimento ao Consumidor (SAC) da empresa para receber orientação do descarte, porque ele corre o risco de contaminação microbiológica”, alertou.
Desde que a Anvisa anunciou a suspensão da fabricação, comercialização e distribuição de vários produtos de lote final 1 da Ypê, consumidores relatam dificuldade em conseguir atendimento no SAC da empresa. A Ypê informou que reforçou o SAC para atender ao aumento da demanda.
A inspeção da Anvisa em alguns frascos de produtos fabricados pela Ypê identificou a presença da bactéria Pseudomonas aeruginosa, que pode provocar infecções, sobretudo em pessoas com baixa imunidade.
O SAC da Ypê atende pelo telefone 0800 1300 544. Pimenta reforçou que é responsabilidade da empresa dar a destinação correta aos produtos e recomendou que quem tem o produto em casa deve imediatamente suspender o uso.
A força-tarefa nacional para conter aumentos abusivos de preços após o início da guerra no Oriente Médio já fiscalizou 10 mil postos de combustíveis em todo o País. A operação, iniciada em 9 de março, é realizada pelos Procons estaduais e municipais, que integram o Sistema Nacional de Defesa do Consumidor (SNDC).
A fiscalização é baseada no Código de Defesa do Consumidor (CDC) e ocorre nos 26 estados e no Distrito Federal. A ação reúne a Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon) e a Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp), do Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), com apoio da Polícia Federal (PF), da Polícia Rodoviária Federal (PRF) e da Agência Nacional do Petróleo, Gás e Biocombustíveis (ANP).
Além dos postos de combustíveis, a iniciativa já inspecionou 428 distribuidoras. Ao todo, a mobilização resultou em 6.187 notificações e 38 multas aplicadas, que podem chegar a R$ 14 milhões para estabelecimentos que adotam práticas ilegais.
Iniciada em 30 de março, a Operação Majorare também integra a força-tarefa. Realizada nas principais rodovias do estado de São Paulo, a ação fiscalizou 32 postos de combustíveis e autuou 12 estabelecimentos, com cinco autos de infração por aumento de preços sem justa causa e sete notificações.
Com a chegada do aplicativo Preço da Hora Bahia, lançado em abril e baixado por mais de 260 mil usuários em três meses, o fisco baiano ampliou o alcance das políticas voltadas para estimular os consumidores a exigir a nota fiscal no momento da compra, que também incluem a campanha Nota Premiada Bahia, cujos sorteios mensais de R$ 1 milhão em prêmios acabam de ser retomados, e o programa Sua Nota é um Show de Solidariedade, por meio do qual o governo já repassou, desde 2018, R$ 31,8 milhões às mais de 500 instituições com cadastro ativo. O Preço da Hora Bahia permite consultar em tempo real os menores preços dos produtos comercializados no estado. É possível pesquisar os preços de cerca de 500 mil produtos, tomando por base as informações extraídas das mais de 3,2 milhões de notas fiscais eletrônicas processadas diariamente pela Secretaria da Fazenda do Estado (Sefaz-BA). Torna-se mais importante do que nunca, assim, solicitar a nota fiscal em todas as compras. “Com o Preço da Hora Bahia, cada usuário economiza, e todos ganham", enfatiza o secretário da Fazenda do Estado, Manoel Vitório. Ele explica que o desafio das três iniciativas complementares é engajar os cidadãos para atuarem como parceiros do Estado na promoção da cidadania fiscal, exigindo sempre a emissão da nota fiscal pelas empresas.
O principal componente que influenciou o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) em 2019 foi a carne, com impacto 0,86% no índice, que representou, também, o maior efeito individual no ano. No acumulado do ano, a alta ficou em 32,40%, sendo que a maior parte, 27,61%, se concentrou no último bimestre de 2019, o que foi o suficiente para que o IPCA fechasse o ano passado em 4,31%, a maior taxa desde 2016, e superior ao centro da meta de inflação de 4,25% fixada pelo Conselho Monetário Nacional (CMN). De acordo com informações da Agência Brasil, em dezembro, o indicador registrou a maior alta para o mês, desde 2002, de 1,15%, enquanto em novembro tinha sido de 0,51%. Como a carne tem um peso grande no indicador, a influência é maior no índice. Somente em dezembro, os preços tiveram alta de 18,06%, que acabam refletindo em outros componentes do IPCA. “Ela [carne] tem um efeito grande na parte de alimentação fora do domicílio, porque gera uma inflação de custos para bares e restaurantes, assim como, tem efeito também em outras proteínas e alimentos, como no caso dos pescados e frangos. As pessoas buscam substituir a carne por outros produtos e isso acaba encarecendo os preços também [dos outros produtos]”, explicou o gerente do Sistema Nacional de Índices de Preços do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), Pedro Kislanov da Costa. Segundo Pedro Kislanov, o INPC, sem o impacto da carne, teria ficado em 3,54% no ano. “Nota-se que teve um efeito grande sobre o resultado, mas no final das contas, ele ficou muito próximo do centro da meta definida pelo Conselho Monetário Nacional, que foi de 4,25%. O resultado do ano foi de 4,31%, então, ficou dentro do esperado pelo governo e pelo Banco Central”, observou.
O percentual de famílias endividadas no país ficou em 64,7% em outubro deste ano, taxa inferior aos 65,1% de setembro. Essa foi a primeira queda do indicador neste ano, que acumulava nove altas consecutivas na comparação mensal. Os dados foram divulgados hoje (29) pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC). De acordo com informações da Agência Brasil, na comparação com outubro de 2018, no entanto, o endividamento está em um patamar mais alto, já que naquela ocasião o percentual era 60,7%. O percentual de inadimplentes, ou seja, de pessoas que têm contas ou dívidas em atraso, aumentou, assim como cresceu a parcela das famílias que não terão condições de pagar suas dívidas. A inadimplência atingiu 24,9% em outubro deste ano, acima dos 24,5% do mês anterior e dos 23,5% de outubro de 2018. Já as famílias que não terão condições de pagar suas contas chegaram a 10,1%, acima dos 9,6% de setembro e dos 9,9% de outubro. De acordo com o presidente da CNC, José Roberto Tadros, depois um período de crescimento forte do crédito, “os recursos extras advindos do FGTS e PIS/Pasep, somados à sazonalidade positiva no mercado de trabalho, favoreceram a redução do endividamento. O cartão de crédito figurou como o principal tipo de dívida do brasileiro, sendo apontado por 78,9% das famílias endividadas. Em seguida, aparecem os carnês (15,5%) e o financiamento de carro (9,5%).