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A última quarta-feira (19) marcou um momento significativo para Barra da Estiva, que realizou a primeira edição do Fórum Comunitário do Selo UNICEF. O encontro reuniu representantes da gestão municipal, profissionais de diversas áreas e membros da comunidade, fortalecendo o diálogo e o planejamento de ações voltadas à proteção e ao desenvolvimento de crianças e adolescentes.
O evento destacou a atuação da equipe responsável pela articulação do Selo UNICEF no município, composta por profissionais dedicados a ampliar oportunidades, garantir direitos e promover políticas públicas mais eficazes para quem mais precisa. A iniciativa reafirma o compromisso da gestão em fortalecer ações que contribuam para uma cidade mais inclusiva e preparada para o futuro.
Durante sua fala, o prefeito Wilson do Café ressaltou a importância do momento: "Seguimos firmes nessa caminhada, com responsabilidade e esperança, juntos com toda a comunidade, porque acreditamos que cuidar das nossas crianças e adolescentes é cuidar do futuro de Barra da Estiva", afirmou.
A Prefeitura de Barra da Estiva convida toda a comunidade para participar deste importante momento de diálogo e construção coletiva. Neste encontro, serão discutidas e planejadas ações voltadas ao bem-estar, aos direitos e ao desenvolvimento das crianças e adolescentes, reafirmando o compromisso do município com um futuro mais justo e acolhedor.
O evento acontece no dia 19 de novembro (quarta-feira), às 18h, no Auditório Municipal Dorane Santos Aguiar.
A administração municipal reforça que a participação popular é essencial para fortalecer as políticas públicas e garantir avanços significativos nas áreas da infância e adolescência.
O Ministério da Saúde e o Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos lançaram, nesta segunda-feira (3), uma campanha para prevenir a gravidez precoce. Com o slogan “Tudo tem seu tempo: Adolescência primeiro, gravidez depois”, a iniciativa busca disseminar informações sobre medidas preventivas e educativas que contribuam para a redução da gravidez indesejada nesta faixa etária. Com base em informações de saúde e comportamentais, a proposta é despertar a reflexão e promover o diálogo entre os jovens e as suas famílias em relação ao desenvolvimento afetivo, autonomia e responsabilidade, além de incentivá-los a buscar orientações nas unidades de saúde sobre as formas de se prevenir. Desta forma, os adolescentes poderão tomar decisões, de forma mais consciente, sobre a vivência da sua sexualidade, de forma segura, responsável e com conhecimento sobre seu corpo. "Nossos jovens e adolescente são seres pensantes. São meninos e meninas que pensam e que conversam. E que estão afim de refletir. Vamos acreditar nos nossos adolescentes também", asseverou a ministra da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, Damares Alves. A Secretária Especial de Saúde Indígena do Ministério da Saúde, Silvia Waiãpi, é uma das milhares de brasileiras que engravidaram (e engravidam) ainda na adolescência, aos 13 anos de idade. "Essa questão precisa ser abordada por todas as culturas. Precisamos estabelecer novos propósitos para aquilo que queremos para o nosso futuro", detalhou Silvia. No Brasil, cerca de 930 adolescentes entre 15 e 17 anos dão à luz todos os dias, totalizando mais de 434,5 mil mães adolescentes por ano. Este número já foi maior e agora está em queda. Entre adolescentes menores de 15 anos, a queda ainda é menor. Ainda assim, o Brasil registra a maior taxa de mães adolescentes entre os países da América Latina e Caribe, chegando a 68,4 nascidos vivos para cada mil jovens. Estudo do Ministério da Saúde, chamado Saúde Brasil, indica uma das maiores taxas de mortalidade infantil entre mães mais jovens (até 19 anos), com 15,3 óbitos para cada mil nascidos vivos (acima da taxa nacional, de 13,4 óbitos). Isso porque, além da imaturidade biológica, condições socioeconômicas desfavoráveis influenciam nos resultados obstétricos.