Começou na última terça-feira (18), a greve dos bancários. A paralisação, que não tem data prevista para terminar, segue a orientação do Comando Nacional dos Bancários, coordenado pela Contraf-CUT (Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro), que considerou insuficiente a proposta da Fenaban (Federação Nacional dos Bancos) de reajuste de apenas 6% sobre todas as verbas salariais. De acordo com a Confederação, os bancários reivindicam um reajuste de 10,25%. Quem tem dívidas a pagar e não possui cartão para uso em caixa eletrônico pode encontrar ajuda em lotéricas, lojas e supermercados, já que são correspondentes bancários e aceitam a quitação de diversas contas. Esses postos permitem até pequenos saques. Outro canal disponível é o internet banking, que permite consultas; pagamentos; transferências; solicitação e desbloqueio de talão de cheques; pedido, consulta e cancelamento de débito automático; empréstimos e outros. Por telefone, é possível consultar saldos, verificar extratos, contas de investimentos e compra e venda de ações. No caso das contas de tarifas públicas, como água, telefone, e energia, a orientação é procurar as empresas que fornecem esses serviços e negociar uma saída. Além dos correspondentes, há o débito direto autorizado (que depois é liberado na conta corrente pelo caixa eletrônico) e o débito automático. As empresas que enviam as cobranças por correspondência postal são obrigadas a oferecer outra forma de pagamento que seja viável ao consumidor, seja ela um boleto pela internet, por fax ou por depósito bancário, entre outras. Informações Jornal da Mídia.




















