Um dos aplicativos de celular febre entre os adolescentes é o “Secret”. Ele promete uma rede social onde qualquer um possa publicar um “segredo” de forma anônima ou, secreta, como o próprio nome sugere. O problema é quando pessoas mal intencionadas utilizam do anonimato para publicar ofensas a terceiros ou fatos inverídicos. Inúmeras pessoas já se queixaram de calúnias, injúrias e difamações propagadas contra si por terceiros que somente queriam denegri-las e se utilizaram do “Secret” para ficarem anônimas. Mas, esse anonimato não pode ser considerado absoluto. Pelas leis brasileiras, é livre o direito de expressão, vedado o anonimato, conforme explícito na própria Constituição Federal. Valendo-se dessa premissa, chovem ações contra a “Secret” e contra o “Google”, quem hospeda o aplicativo. Tais ações buscam a proibição da disponibilização do aplicativo, bem como que sejam informados os dados dos usuários que publicaram as ofensas. Isso porque pode ficar registrado pelo aplicativo, e consequentemente pelo Google, o número do telefone, e-mail e localização da pessoa que publicou algum comentário. Especialistas na área de informática dizem que qualquer acesso à internet deixa um “rastro digital”, portanto, é plenamente possível se localizar qualquer mensagem enviada. Assim, cuidado: pense duas vezes em comentar qualquer fato junto ao “Secret” apostando no anonimato, pois os seus dados podem ser descobertos judicialmente, com a consequente responsabilização civil (pagamento de indenização) e criminal.
Registrada no Instituto Nacional de Propriedade Industrial, o INPI, a marca "Pagode" é de uso exclusivo da Fifa até o fim de 2014. A informação foi publicada na quarta-feira (21) pelo jornal O Globo e deu início a uma reação acalorada no Twitter. Até mesmo o deputado estadual Marcelo Freixo, do PSOL, chegou a protestar. Ao Terra, o INPI confirmou que a palavra virou uso exclusivo da Fifa em função da Lei Geral da Copa, válida até 31 de dezembro deste ano. O registro realizado no instituto trata de Pagode como a fonte de impressão e fonte tipográfica, mas a legislação referente ao Mundial permitiu à entidade estender essa aplicação à marca. Isso é chamado de "registro de alto renome". "A Fifa pediu a marca Pagode para proteger uma fonte de impressão, como a Times New Roman ou a Arial", explicou Silvia Rodrigues de Freitas, diretora substituta de marcas do INPI, ao Terra. "A Lei Geral da Copa garante à Fifa que qualquer marca registrada é automaticamente reconhecida como alto renome, sem passar pelos critérios de reconhecimento que é um processo longo e complexo", acrescentou Silvia. Dessa maneira, até o fim de 2014, a Fifa tem a prerrogativa jurídica para vetar o uso da marca Pagode para qualquer um, conforme explica a diretora. "O problema referente a isso é que uma marca de alto renome tem proteção em todas as classes, para todos os produtos e serviços. Agora eles têm direito para a palavra sobre qualquer coisa", acrescentou.
A correria do dia-a-dia nos leva constantemente a diversas situações de estresse. Pressões, cumprimento de horários, trânsito, tudo acaba gerando uma série de problemas para a saúde, inclusive mau hálito. O estresse causa uma redução da produção de saliva, pois a atividade das glândulas salivares depende, entre outros fatores, do equilíbrio do Sistema Nervoso Central, que fica instável em situações de nervosismo. “A salivação baixa aumenta a formação da saburra lingual, uma placa branco-amarelada que fica na língua e acumula bactérias e células mortas. Isso contribui para a produção de gases que provocam o mau hálito”, afirma Alênio Calil Mathias, vice-presidente da SOBREHALI (Sociedade Brasileira de Estudos da Halitose) e diretor do CETH (Centro de Excelência no Tratamento da Halitose). Para prevenir o mau hálito não basta ter uma higiene bucal impecável, é necessário adotar outros rituais. “É importante respeitar os intervalos de tempo entre as refeições, não ficar muito tempo sem beber água e mastigar bem e de forma correta os alimentos”, diz Alênio. Aliás, problemas com alimentação são um dos principais responsáveis pelo mau hálito causado pelo estresse. Pessoas que têm o problema costumam se alimentar com intervalos muito longos entre as refeições que deveriam ser de, no máximo, quatro horas. “Além disso, comem mais rápido e mastigam menos, diminuindo a salivação e abrindo condições para a aderência de microrganismos que causam a halitose”, afirma o especialista. Informações Terra.
Luiza Trajano, a inovadora do comércio varejista. O que podemos aprender com ela?
14 Abr 2014 // 16:00
Luiza Trajano formou em Direito no ano de 1972. Fez do comércio varejista a sua missão profissional. Entre as suas principais façanhas, a de maior repercussão foi a de transformar uma rede de lojas localizadas em Franca, interior de São Paulo, na terceira maior rede de lojas do país. Antes de chegar ao cargo máximo da empresa, desenvolveu habilidades e competências em vários setores da Empresa - cobrança, atendimento, vendas, gerência de lojas e recursos humanos - entre outros. Aos 12 anos de idade foi trabalhar ao lado da sua tia e mentora profissional, Luiza Trajano Donato, fundadora do Magazine, de quem recebeu lições sobre como cativar os clientes. “Aprendi com ela que o cliente é uma espécie de patrão”, afirmou Luiza à revista Exame.
Luiza Trajano formou em Direito no ano de 1972. Fez do comércio varejista a sua missão profissional. Entre as suas principais façanhas, a de maior repercussão foi a de transformar uma rede de lojas localizadas em Franca, interior de São Paulo, na terceira maior rede de lojas do país.
Antes de chegar ao cargo máximo da empresa, desenvolveu habilidades e competências em vários setores da Empresa - cobrança, atendimento, vendas, gerência de lojas e recursos humanos - entre outros.
Aos 12 anos de idade foi trabalhar ao lado da sua tia e mentora profissional, Luiza Trajano Donato, fundadora do Magazine, de quem recebeu lições sobre como cativar os clientes. “Aprendi com ela que o cliente é uma espécie de patrão”, afirmou Luiza à revista Exame.
Luiza Trajano é uma dessas pessoas que cativa pela forma direta e que transmite credibilidade. Tive a oportunidade de ouvi-la falar sobre a importância do atendimento ao cliente e do trabalho em equipe, quando atuei num grande banco estatal. Ao final do evento ela foi aplaudida de pé.
Em várias de suas entrevistas, sempre reitera alguns conceitos que parecem simples e que são difíceis de colocar em prática. Selecionei alguns para que juntos possamos refletir:
- "Existem três alicerces para a motivação de uma equipe -- coração, cabeça e bolso. Se um dos três faltar, o processo se rompe. Coração é a paixão pela empresa. Cabeça é poder participar, poder usar os próprios conhecimentos e ter a chance de adquirir novas competências. É a certeza de que seu trabalho trará desenvolvimento, o próprio e o da empresa. E bolso é o óbvio. O crescimento do negócio tem de ser acompanhado pelo crescimento de seus funcionários”.
- “Criatividade e temor não combinam. As pessoas que trabalham aqui não podem, por exemplo, ter medo de falar o que pensam. E elas só falarão se tiverem certeza de que os líderes estão preparados para ouvir coisas que muitas vezes vão incomodá-los. É complicado. Estamos acostumados a ouvir apenas aquilo que nos interessa. Só que nem sempre o que nos interessa é a verdade ou vai contribuir para o crescimento da empresa. Saber ouvir, portanto, não é favor nenhum. É uma questão de estratégia."
Estudos feitos pela Harvard Business School, uma dos mais prestigiados centros educacionais de negócios, relatou algumas das lições do Magazine Luiza:
1) Agilidade nas decisões. A rede sabe mudar rotas para aproveitar oportunidades. O Magazine Luiza pensa e toma as decisões necessárias, por mais difíceis que sejam.
2) Liderança forte. Luiza Helena soube se impor como uma administradora firme e carismática.
Ao assumir o grupo, em 1991, Luiza Helena estabeleceu um estilo de gestão carismático e participativo, não apenas para os clientes, mas principalmente para os empregados.
3) Funcionários fiéis. A cultura da empresa estimula os empregados a perseguir resultados.
Para encontrar formas de encantar o consumidor, a cultura da empresa está assentada em fórmulas que estimulam os funcionários a conhecer cada vez melhor a freguesia. Eles têm autonomia para sugerir ofertas, fechar vendas, avaliar crédito e cobrar inadimplentes. O sistema de remuneração está atrelado não apenas às vendas individuais, mas aos negócios fechados pelas equipes de cada loja e à pontualidade no pagamento dos clientes.
4) Preservação da cultura. A empresa consegue manter seus valores, mesmo crescendo rapidamente.
"No Magazine Luiza, todo mundo fala uma mesma língua, da alta diretoria ao office-boy". Preservar a cultura empresarial é uma tarefa diária de Luiza Helena e de sua equipe. Sempre que pode, Luiza Helena comanda pessoalmente o encerramento de eventos de treinamento e de qualificação profissional em várias cidades do Brasil.
5) Ousadia e pioneirismo. A rede não tem medo de lançar novas práticas de vendas.
Inovar e antecipar as mudanças é um dos lemas da Empresa. Uma das ideias mais arrojadas foi a de implantar lojas virtuais. Trata-se de uma rede em que os pontos-de-venda não têm um único produto em exposição -- todas as compras são feitas por computadores conectados à internet.
Magazine Luiza reconhece talentos, mas evita mimos. "Exigimos muito e sempre estou atenta para não mimá-los. Tenho muito medo de mimar", afirma Luiza Trajano.
Fonte: Revista Exame.
Por tudo isso e muito mais é que devemos conhecer as ideias de líderes com visão de futuro e inovadores. Desta forma podemos aprender lições que servirão para a nossa vida pessoal e profissional.
Se você é jovem e deseja conquistar o primeiro emprego, sugiro que inicie pelo comércio varejista. Ele é dinâmico e amplia a sua rede de relacionamentos. Além disso, pode custear os seus estudos, bem como lhe proporcionar conhecimentos úteis para o desenvolvimento de habilidades e competências essenciais: Atender, vender, negociar e comunicar. Vá em frente e sucesso!
* Professor e escritor, natural de Brumado (BA).
Tratando a Pubalgia Crônica!
Pubalgia é o quadro de dor e inflamação na região da sínfise púbica que é a junção entre os ossos do quadril (próximo a virilha), devido a inúmeros fatores como desequilíbrios musculares ocasionados por movimentos incorretos no esporte principalmente nas regiões dos musculos abdominais , adutores e quadríceps, e movimentos de mudanças bruscas de direção que geram forças de cisalhamento e impactos excessivos na região, gerando incapacidade progressiva. O paciente refere dor abdominal baixa ou na região inguinal confundindo-se com uma distenção muscular, pode ser uni ou bilateral, piorando com atividade física e movimentos bruscos de corrida no esporte. Pode acometer mulheres gravidas, mas principalmente atletas de vários esportes que fazem arranques repentinos como no caso do futebol , tênis, basquete e outros. Pode ser confundida com uma simples dor muscular, hérnias na virilha, infecção urinaria ou até mesmo fraturas.
Tratando a Pubalgia Crônica!
Pubalgia é o quadro de dor e inflamação na região da sínfise púbica que é a junção entre os ossos do quadril (próximo a virilha), devido a inúmeros fatores como desequilíbrios musculares ocasionados por movimentos incorretos no esporte principalmente nas regiões dos musculos abdominais , adutores e quadríceps, e movimentos de mudanças bruscas de direção que geram forças de cisalhamento e impactos excessivos na região, gerando incapacidade progressiva.
O paciente refere dor abdominal baixa ou na região inguinal confundindo-se com uma distenção muscular, pode ser uni ou bilateral, piorando com atividade física e movimentos bruscos de corrida no esporte. Pode acometer mulheres gravidas, mas principalmente atletas de vários esportes que fazem arranques repentinos como no caso do futebol , tênis, basquete e outros. Pode ser confundida com uma simples dor muscular, hérnias na virilha, infecção urinaria ou até mesmo fraturas.
Em estágios mais avançados a dor pode ser sentida nas costas (lombalgia) e na bacia, o que torna difícil as atividades mais simples da vida diária. Outros sintomas são dor ao tossir e espirrar, dificuldade na contração do abdominal e diminuição da amplitude de movimento do quadril. Por isso deve ser feito uma avaliação precisa dos pontos dolorosos na região inguinal, testes físicos específicos descartando outras patologias que podem simular sintomas parecidos da pubalgia como lesões no quadril, e até mesmo fraturas leves. Exames de ressonância magnética também podem ajudar no diagnostico preciso da pubalgia cronica.
Após o diagnóstico de pubalgia, o paciente deve ser afastado do esporte, iniciando tratamento com repouso das atividades , uso de antiinflamatórios e Fisioterapia intensiva, através de técnicas de TERAPIA MANUAL, alongamentos, crioterapia, massagens em musculaturas tensas, uso de bandages e exercícios de fortalecimento, até que sejam corrigidas as causas e eliminados os sintomas dolorosos. Na maioria dos casos o tratamento clinico se mostra bem sucedido , porem em casos mais complicados é nescessario o procedimento cirúrgico para correção da inflamação.
Por Carlos Prates
No dicionário Aurélio, a palavra frustração significa “ação de frustrar. Na Psicanálise é o estado emocional do indivíduo que, por não ter satisfeito um desejo ou tendência fundamental, se sente recalcado”. Trazendo esse conceito para as ações cotidianas, notamos que a vida é feita de momentos e a nossa percepção, atitude e reação aos sentimentos, podem fazer toda a diferença. Vejamos o seguinte exemplo: Um jovem estudante planeja uma carreira profissional brilhante, de sucesso, reconhecimento pessoal e financeiro. Entretanto, quando inicia a procura do emprego, percebe que o mesmo está muito difícil, tendo em vista que as empresas exigem experiência, elevada escolaridade, idiomas, mestrado e doutorado, para em contrapartida pagar um salário irrisório.
Por Carlos Prates
No dicionário Aurélio, a palavra frustração significa “ação de frustrar. Na Psicanálise é o estado emocional do indivíduo que, por não ter satisfeito um desejo ou tendência fundamental, se sente recalcado”.
Trazendo esse conceito para as ações cotidianas, notamos que a vida é feita de momentos e a nossa percepção, atitude e reação aos sentimentos, podem fazer toda a diferença. Vejamos o seguinte exemplo:
Um jovem estudante planeja uma carreira profissional brilhante, de sucesso, reconhecimento pessoal e financeiro. Entretanto, quando inicia a procura do emprego, percebe que o mesmo está muito difícil, tendo em vista que as empresas exigem experiência, elevada escolaridade, idiomas, mestrado e doutorado, para em contrapartida pagar um salário irrisório.
Ter o sentimento de frustração é algo natural. Porém, o que vai mudar a realidade e o tamanho da frustração, será a maneira como esse profissional irá encarar as dificuldades e procurar vencê-las.
Há pessoas que são mais resilientes (característica mecânica que define a resistência aos choques de materiais), ou seja, têm a capacidade de suportar mais dores, frustrações e pressões.
Eu citei esse exemplo, por ser o que mais os leitores escrevem e reclamam, com toda razão, mencionando as suas dificuldades para ingressarem no mercado de trabalho.
O que podemos aprender com as frustrações?
Se deixarmos a emoção de lado e olharmos os nossos momentos cotidianos com mais racionalidade, vamos perceber que quase tudo se resume a atividades que não trazem muito prazer. Pegar ônibus, ir ao trabalho; trabalhar oito horas ou mais, pegar o ônibus de volta, chegar em casa, fazer as atividades domésticas; no final do mês, receber o salário e pagar as contas.
Basicamente é isso que fazemos na maioria do nosso tempo, quando não estamos dormindo. São atividades que ao longo da vida se tornam banais e entram no “piloto automático” do nosso cérebro.
A questão mais importante é saber como cada um de nós irá lidar com as frustrações. Elas não deixarão de existir, pelo contrário, a tendência é aumentar, pois temos o hábito de nos comparar com os bens materiais, status e a felicidade que achamos que as demais pessoas possuem.
Raramente estamos satisfeitos com o que possuímos. Há um ditado popular que ilustra esta situação: “o jardim do vizinho é sempre mais florido”. Outro aspecto que complica mais ainda é que a cada desejo satisfeito, geralmente surge um novo! Lembra daquele celular, tv, notebook e automóvel comprados a seis meses? Já não servem ou não nos emocionam mais, pois alguém comprou os mais modernos.
Gosto muito de uma palavra que a denomino de aprender “natoralmente”, ou seja, na tora, na raça. É claro que a leitura e ouvir os conselhos dos pais e familiares continuam sendo importantes. Porém, as nossas mudanças internas tendem a ser mais eficazes quando sofremos algum tipo de frustração. Em muitos casos, a dor costuma ensinar mais do que o amor.
Somos pessoas complexas e oscilamos os nossos sentimentos com o decorrer dos anos e como os mesmos irão nos afetar positiva ou negativamente. Cada um tem a sua história de vida e as suas expectativas em relação ao que é viver feliz.
Não gostaria de dar um conselho, porém, lhe fazer um alerta, principalmente se você é jovem e está começando a vida profissional. Procure ter uma visão mais realista do mercado de trabalho e não crie grandes expectativas e ilusões. Lute e faça com que a cada dia você vá conquistando o seu espaço. Seja tolerante com os momentos de insucesso e tenha persistência e criatividade para traçar novas estratégias.
Planeje a sua carreira profissional e coloque a possibilidade de algum dia ser dono do seu próprio negócio. É claro que é muito difícil e nem todas as pessoas têm essa vocação ou desejo para empreender.
A tendência do mundo sinaliza para o aumento do empreendedorismo. É claro que cada carreira profissional é única e depende de uma série de variáveis.
Finalizando, procure enxergar o lado positivo das frustrações, pois, como quase tudo na vida, a dinâmica costuma ser a da faca: “um lado alisa e o outro corta”. Tudo tem (ou deveria ter) o lado positivo e negativo.
A alegria é valorizada porque temos muitos momentos de tristezas e frustrações. Infelizmente, não podemos criar um mundo somente de momentos lindos e maravilhosos. Necessitamos nos fortalecer para lidar com as derrotas e decepções. A sua capacidade, resiliência e motivação para vencer os obstáculos farão toda a diferença em sua vida.
Vá em frente e sucesso!
Artigo: Por que a língua portuguesa reprova tantos candidatos a empregos?
14 Jan 2014 // 16:11
Vivemos no mundo da comunicação. Falar e escrever bem são fundamentais para todos os profissionais, das funções mais simples, até as mais complexas. Estes são alguns dos motivos para o elevado índice de reprovação dos candidatos: 1) Erros na escrita e nas concordâncias das palavras; 2) Dificuldade para produzir uma redação / texto, utilizando as palavras escritas, a exemplo de uma carta, e-mail ou memorando. Idem, idem, para a elaboração de um discurso simples, através da linguagem oral. Na origem dessas dificuldades está o pouco hábito de leitura, bem como a complexidade do nosso idioma, cheio de regras e exceções. Aliado a tudo isso, os professores são pouco valorizados - financeira e moralmente - em nossa sociedade e junto aos seus alunos. Alguns desses educadores, infelizmente, ainda utilizam uma metodologia de ensino ineficaz, não conseguindo despertar o interesse de parte dos alunos, notadamente os mais jovens. Com o advento da internet, a exigência do mercado de trabalho e também dos programas de acesso gratuito às Universidades – SISU e às Bolsas de Estudo - PROUNI, muitos jovens estão buscando aumentar os seus índices de leitura para escreverem de forma correta, com clareza e objetividade. Finalizando, saiba que somente você poderá favorecer a aprendizagem. Ter vontade e persistência para aprender e descobrir as riquezas das palavras do nosso lindo idioma é o primeiro passo a ser dado. Vá em frente e sucesso! Por Carlos Prates professor e escritor, natural de Brumado (BA).
Por Carlos Prates
Em quase todas as compras que realizamos, o fator emocional está presente. Além disso, existe a sensação enganosa de que adquirimos o produto e “não” o pagamos de imediato. São emoções em dobro: consumir e não pagar. É claro que estou falando das compras com cartão de crédito. A realidade aparece quando a fatura chega! Sempre, no período das festas de fim de ano os meios de comunicação usam e abusam da persuasão para influenciar a todos nós, consumidores, para comprarmos compulsivamente. Além das “propagandas” inseridas em reportagens, há aquelas tradicionais, que mostram famílias felizes e unidas, ao redor da mesa farta. Não sou contra o espírito natalino. O que eu não concordo é associar o Natal a dar e receber presentes. Devemos, sim, compartilhar amor, carinho e solidariedade, não somente nessa data, como nos demais momentos cotidianos. Caso contrário, fica uma situação forçada e sem credibilidade.
Por Carlos Prates
Em quase todas as compras que realizamos, o fator emocional está presente. Além disso, existe a sensação enganosa de que adquirimos o produto e “não” o pagamos de imediato. São emoções em dobro: consumir e não pagar. É claro que estou falando das compras com cartão de crédito. A realidade aparece quando a fatura chega!
Sempre, no período das festas de fim de ano os meios de comunicação usam e abusam da persuasão para influenciar a todos nós, consumidores, para comprarmos compulsivamente. Além das “propagandas” inseridas em reportagens, há aquelas tradicionais, que mostram famílias felizes e unidas, ao redor da mesa farta.
Não sou contra o espírito natalino. O que eu não concordo é associar o Natal a dar e receber presentes. Devemos, sim, compartilhar amor, carinho e solidariedade, não somente nessa data, como nos demais momentos cotidianos. Caso contrário, fica uma situação forçada e sem credibilidade.
Para que você possa avaliar melhor a sua situação financeira e equacionar os gastos, seguem algumas dicas. Fique atento e não se deixe levar somente pela emoção em suas compras. Use também a razão:
√ Tenha no máximo um cartão de crédito e procure pagar a sua fatura integralmente. O saldo devedor do cartão é como uma bola de neve. Se deixar de pagar ou abater apenas o valor mínimo por mês, incidirão os juros e estes agirão como cupins, corroendo o seu dinheiro. Se não tomar cuidado, você acabará perdendo o controle financeiro;
√ Evite tomar empréstimo para cobrir saldo devedor de cheque especial. Ao fazê-lo, solicite que o mesmo seja cancelado. Caso contrário, a tendência é você voltar a ficar devendo o cheque especial e o empréstimo que tomou;
√ Não caia na tentação de emprestar o seu cartão de crédito para outras pessoas efetuarem compras. Hoje está muito fácil obter um cartão de crédito e, quando alguém solicita que outro compre, pode ser um forte sinalizador de que está com problemas financeiros;
√ Procure economizar 10% do seu salário mensal, para futuras despesas e situações inesperadas – doenças, aquisição de bens, pagamento de estudos, etc;
√ Desenvolva ou aprimore o hábito de pechinchar e de negociar. Valorize cada centavo. Pesquise, pesquise e pesquise antes de comprar. Você já observou como as pessoas mais ricas gostam de pechinchar? Não tenha vergonha de fazer o mesmo;
√ Se você está endividado, evite gastos com supérfluos e compre exclusivamente com dinheiro, evitando o uso do cartão de crédito. Normalmente, compramos mais do que desejamos, pois temos a falsa ilusão de que estamos adquirindo os produtos sem pagá-los. Quando chega a fatura mensal, o sonho vira pesadelo;
√ Não comente a sua vida financeira com os outros. Ela deve ser reservada a você e às pessoas íntimas - marido, mulher, pais e filhos;
Se você é um consumidor compulsivo, procure ajuda psicológica e cancele todos os seus cartões de crédito e cheque especial. Compre somente à vista e com dinheiro. Pois é, meu amigo, organize a sua vida financeira o mais rapidamente possível. Em breve abordaremos outros temas importantes para a sua vida pessoal e profissional.
Há um ditado popular que afirma: “Quem não controla os seus gastos, é controlado por eles.” Administrar as finanças é uma atividade individual e também coletiva. Envolva os seus familiares nessa importante missão!
Há momentos em que você necessitará ser um Tio Patinhas, notadamente nos casos de endividamento no cartão de crédito e cheque especial, onde são cobradas as maiores taxas de juros. Fique atento!
FIM DOS TEMPOS - Por Antônio Torres
A cidade vive traumatizada com tantos crimes praticados por elementos do mal. Eles também estão agindo na zona rural com tamanha crueldade que deixam a população apavorada e com indignação pelos atos perpetrados. As pessoas são agredidas, roubadas, furtadas, assassinadas vulgarmente com sadismo, pela ousadia dos marginais, infundindo nelas o medo e o terror. O crime hoje está tão banalizado que até mesmo pessoas que deveriam garantir a segurança e primar pela honradez debandam para o lado da delinquência. O crime ocorrido na zona rural, precisamente na Fazenda Riachão, divisa entre os municípios de Aracatu e Brumado, pelo ato cruel e bestial contra dois lavradores idosos, repugna e indigna a todos. Os elementos que praticaram essa atrocidade precisam responder criminalmente pelos seus atos de crueldade, impiedosamente perpetrados, que chocaram a população. Que dê a César o que é de César. Que se punam rigorosamente esses malfeitores, delinquentes, assassinos pelas sevícias e pelo crime praticado contra pessoas idosas, indefesas que não mereciam tamanha brutalidade.
FIM DOS TEMPOS - Por Antônio Torres
A cidade vive traumatizada com tantos crimes praticados por elementos do mal. Eles também estão agindo na zona rural com tamanha crueldade que deixam a população apavorada e com indignação pelos atos perpetrados. As pessoas são agredidas, roubadas, furtadas, assassinadas vulgarmente com sadismo, pela ousadia dos marginais, infundindo nelas o medo e o terror. O crime hoje está tão banalizado que até mesmo pessoas que deveriam garantir a segurança e primar pela honradez debandam para o lado da delinquência.
O crime ocorrido na zona rural, precisamente na Fazenda Riachão, divisa entre os municípios de Aracatu e Brumado, pelo ato cruel e bestial contra dois lavradores idosos, repugna e indigna a todos. Os elementos que praticaram essa atrocidade precisam responder criminalmente pelos seus atos de crueldade, impiedosamente perpetrados, que chocaram a população. Que dê a César o que é de César. Que se punam rigorosamente esses malfeitores, delinquentes, assassinos pelas sevícias e pelo crime praticado contra pessoas idosas, indefesas que não mereciam tamanha brutalidade.
Esses fatos tomam proporções assustadoras, os bandidos não respeitam mais a polícia nem a justiça, arrostam-nas sem nenhum acanhamento. Talvez pela impunidade e pela falta de reprimenda exemplar, agem cinicamente, seviciando e matando as pessoas como tem ocorrido.
Os facínoras recebem, nas prisões, drogas fornecidas por parceiros do crime, fogem das detenções e praticam novos crimes, embora saibam que a polícia está em seu encalço. Tanta violência é desencadeada pelos marginais que são estimulados pela impunidade e pela ineficiência da lei repressora que tende a acobertar os delinquentes ao invés de proteger o cidadão correto. Dessa forma, a agressão prolifera de maneira crescente e com aspecto assustador.
O governo alega não ter dinheiro para aparelhar as polícias e os presídios com as adequações necessárias. Delegacias superlotadas abrigam marginais que deveriam estar em prisões apropriadas. Complica mais a notícia de assaltos praticados por maus policiais, em quem se deposita confiança, a qual é traída pelas faltas cometidas – situação gravíssima – e, quando descobertos, são expulsos da corporação e ou punidos na forma da lei, causando mal-estar aos comandantes que têm de se justificar perante a sociedade. Esses elementos enveredam-se pelos descaminhos da marginalidade, dando mais trabalho à polícia, porquanto conhecedores do esquema comandam a quadrilha que formam.
O noticiário diariamente fala dos marginais de colarinho branco, desde deputados, senadores, ministros, políticos em geral, a empresários que aderiram à corrupção desenfreada, e a sociedade pede punição aos delinquentes que dão mau exemplo e, nem sempre, por questões políticas, são penalizados. Embora pressionados pelo envolvimento e pelo prestígio político, a lei não os atinge. Corruptos e corruptores agem indiscriminadamente. Esse péssimo exemplo tem contaminado aqueles que não têm compromisso com a verdade e praticam toda espécie de iniquidade.
“A violência está se tornando característica da atual sociedade... Crimes bárbaros são praticados no dia-a-dia e não chocam tanto a população, como acontecia no passado... E isso tem uma explicação: a família está se deteriorando, e os valores morais, deixando de existir... O jovem cresce sem regras, com o padrão de vida definido através de redes sociais...” (Jornaldomeiodia – Internet).
Não é admissível que o mal se sobreponha ao bem. Resistir ao mal, à perversidade é condição imprescindível, é a maneira mais eficaz de combatê-los. Obviamente que o tratamento concedido ao perverso não pode ser negligente, considerando seus atos ignóbeis, portanto ele não merece nenhuma condescendência, como os indultos e outros benefícios de ordem jurídica legal.
A verdade é que esses elementos do mal não se ressocializam. Acostumaram-se à prática da perversidade através dos delitos perpetrados, levando sofrimento, angústia e medo à sociedade. Portanto, não há de se falar em reintegração social desses indivíduos, o essencial é que eles fiquem afastados da sociedade, encarcerados, a cumprir pena integral pelo delito cometido.
Apontado como uma das principais causas de internação e morte no país, o acidente vascular cerebral (AVC) pode ser prevenido, em boa parte dos casos, com hábitos saudáveis no decorrer da vida, como a prática moderada de exercícios. No Dia Mundial de Combate ao AVC, lembrado hoje (29), especialistas alertam que a busca por atendimento médico de emergência logo após o aparecimento dos primeiros sintomas é fundamental. O atendimento rápido garante que a aplicação dos medicamentos ocorra antes de quatro horas e meia, período considerado chave para reduzir a mortalidade. De acordo com a Organização Mundial de AVC, a doença é responsável por 6 milhões de mortes a cada ano. Dados do Ministério da Saúde mostram que entre 2000 e 2010, a mortalidade por acidente vascular cerebral no país caiu 32% na faixa etária até 70 anos, que concentra as mortes evitáveis. Apesar disso, só em 2010, mais de 33 mil pessoas morreram em decorrência de AVC nessa faixa etária. Agência Brasil.
Apontado como uma das principais causas de internação e morte no país, o acidente vascular cerebral (AVC) pode ser prevenido, em boa parte dos casos, com hábitos saudáveis no decorrer da vida, como a prática moderada de exercícios. No Dia Mundial de Combate ao AVC, lembrado hoje (29), especialistas alertam que a busca por atendimento médico de emergência logo após o aparecimento dos primeiros sintomas é fundamental. O atendimento rápido garante que a aplicação dos medicamentos ocorra antes de quatro horas e meia, período considerado chave para reduzir a mortalidade.
De acordo com a Organização Mundial de AVC, a doença é responsável por 6 milhões de mortes a cada ano.Dados do Ministério da Saúde mostram que entre 2000 e 2010, a mortalidade por acidente vascular cerebral no país caiu 32% na faixa etária até 70 anos, que concentra as mortes evitáveis. Apesar disso, só em 2010, mais de 33 mil pessoas morreram em decorrência de AVC nessa faixa etária.
Membro da Sociedade Brasileira de Neurocirurgia e presidente da Sociedade de Neurocirurgia do Rio de Janeiro, o médico Eduardo Barreto acredita que o desconhecimento da população sobre os sintomas é uma dos maiores dificuldades no combate ao AVC.
"Um dos maiores problemas que percebemos é o desconhecimento dos sintomas, que servem como sinal de alerta e, se fossem identificados adequadamente, poderiam evitar verdadeiras catástrofes provocadas pelo AVC", disse ele, que citou como principais sintomas a fraqueza ou dormência súbita em um lado do corpo, dificuldade para falar, entender o interlocutor ou enxergar, tontura repentina e dor de cabeça muito forte sem motivo aparente. "Assim que algum dessas situações for percebida, é preciso buscar imediatamente assistência médica de urgência", acrescentou.
O especialista ressaltou que quando o atendimento ocorre em tempo hábil é possível submeter o paciente a exames para determinar o tipo de AVC e a área do cérebro atingida e fazer os procedimentos necessários, como a injeção de medicamentos que dissolvem o coágulo. Ele enfatizou que, com isso, as possibilidades de recuperação são muito maiores. Barreto destacou que, sem o diagnóstico precoce, o AVC pode provocar, com mais frequência, o comprometimento irreversível do cérebro, causando perda da noção das relações - capacidade de o paciente identificar se uma pessoa é sua mãe, esposa ou filha, por exemplo - sequelas motoras, como paralisia de pernas e braços e perdas de linguagem. Ele acrescentou que os fatores que aumentam as chances de ocorrer um AVC são a hipertensão, o diabetes, fumo, álcool, a alta taxa de colesterol e o sedentarismo. A doença atinge principalmente idosos com mais de 60 anos de idade, porém há registros de ocorrências em jovens e recém-nascidos.
O AVC é causado pela interrupção brusca do fluxo sanguíneo em uma artéria cerebral provocada por um coágulo, denominado isquêmico, ou o rompimento de um vaso sanguíneo provocando sangramento no cérebro, chamado hemorrágico. O AVC isquêmico é o mais comum, representando mais de 80% dos casos da doença.
A Organização Mundial de AVC recomenda, para saber se uma pessoa está tendo a doença, primeiramente pedir que ela sorria e verificar se o sorriso está torto. Em seguida, observar se ela consegue levantar os dois braços. Outro passo é notar se há alguma diferença na fala, se está arrastada ou enrolada. Caso seja identificado algum desses sinais, deve-se procurar imediatamente um serviço de saúde.
Por Carlos Prates
A utilização do tempo tem relação direta com os objetivos e metas de cada um, bem como as suas atividades pessoais e profissionais. Há vários estudos e teorias sobre o assunto, porém, a nossa maior dificuldade em administrar o tempo está relacionada com a procrastinação (ficar adiando o que não gosta de fazer e que é necessário) e a falta de planejamento. Vamos primeiro abordar a questão do planejamento. Sugerimos que você utilize uma agenda, objetivando facilitar a realização das atividades, classificando-as em três grupos:
Por Carlos Prates
A utilização do tempo tem relação direta com os objetivos e metas de cada um, bem como as suas atividades pessoais e profissionais. Há vários estudos e teorias sobre o assunto, porém, a nossa maior dificuldade em administrar o tempo está relacionada com a procrastinação (ficar adiando o que não gosta de fazer e que é necessário) e a falta de planejamento.
Vamos primeiro abordar a questão do planejamento. Sugerimos que você utilize uma agenda, objetivando facilitar a realização das atividades, classificando-as em três grupos:
1) Imprescindível – como o próprio nome indica, deve ser realizado com urgência. Não pode ser adiado e nem esquecido, pois as conseqüências são grandes. A atividade deve estar localizada na sua agenda nas primeiras horas do dia.
2) Importante – é o que deve ser concretizado depois que você já tiver feito o que era imprescindível. Esta atividade é de média prioridade e o fato de não realizá-la antecipadamente não comprometerá os resultados. Chegará o momento em que será imprescindível. Caso você tenha horas ociosas, aproveite para iniciar ou concluir a atividade. Sempre que possível, deixe algumas horas vagas em sua agenda, pois atividades importantes podem se tornar imprescindíveis no mesmo dia.
3) Ocasional – são as atividades que você fará quando se tornarem importantes e depois imprescindíveis. A sua prioridade é baixíssima e as conseqüências de não utilizá-las são insignificantes.
Em relação ao ato de adiar as atividades menos agradáveis e que necessitam ser realizadas, exigem disciplina e vontade. Sugerimos que você utilize o horário da manhã, pois normalmente estamos mais dispostos, para realizar as atividades que estão aguardando para serem concretizadas ou delegue para outra pessoa, se for o caso.
Por último, tenha muito cuidado com os “desperdiçadores” de tempo. Eles podem funcionar com “válvula de escape”, para adiarmos o que precisa ser feito:
a) Reuniões constantes e de longa duração;
b) Ficar navegando na Internet ou falando demasiadamente ao telefone;
c) Dificuldade para dizer “não” às pessoas que gostam de gastar o seu tempo, ocupando o tempo dos outros;
Se você reside ou trabalha em uma grande cidade, certamente enfrenta muitas horas de filas em bancos, supermercados, cartórios e longos engarrafamentos no trânsito. Quando não houver alternativa, aproveite para ler, ouvir música ou qualquer atividade prazerosa e que lhe seja produtiva.
Recordar é Viver: Composição do Executivo e Legislativo de Brumado, período de 1948-1950
04 Out 2013 // 09:33
Por Antônio Novais Torres
“ TERMO DE INSTALAÇÃO DA VILA DE BOM JESUS DOS MEIRAS E POSSE DA CÂMARA DA VILLA” em 12-02-1878. Como segue:
“Aos doze dias do mês de fevereiro do ano de nascimento de Nosso Senhor Jesus Cristo de mil oitocentos e setenta e oito [1878] nesta Vila de Bom Jesus dos Meiras, Comarca de Caetité e Paço da Câmara Municipal, presentes o doutor Joaquim Manoel Rodrigues Lima, Presidente da Câmara Municipal de Caetité, para o fim de dar juramento e posse à nova Câmara, composta dos cidadãos Coronel Exupério Pinheiro Canguçu, Horácio Guanaes Simões, Sebastião da Silva Leite, Aureliano de José Pinheiro, José Germano Alves, Deolino de Souza Meira e Rodrigo de Souza Brito, o mesmo Presidente deu a respectiva posse e deferiu o juramento, que foi prestado pelos referidos vereadores em livro dos Santos Evangelhos. Depois do ato, presente número crescido de cidadãos do Município, o referido Presidente disse algumas palavras análogas que formam respondidas pelo Presidente da nova Câmara. Depois que o Presidente da Câmara de Caetité, depois do que o presidente da câmara de Caetité., depois de dar os vivas do estilo que foram calorosamente respondidos, houve a Vila por instalada. Eu Libério Jacundes Lôbo, secretário interino, lavrei o presente, que vai assinado pelo Presidente da Câmara de Caetité e pelo Presidente e Vereadores da Câmara da nova Vila de Bom Jesus dos Meiras. (ass.) Dr. Joaquim Manoel Rodrigues Lima, Presidente da Câmara Municipal de Caetité, Exupério Pinheiro Cangussú, Presidente da Câmara Municipal de Bom Jesus – Horácio Guanaes Simões, Sebastião da Silva Leite, Aureliano José Pinheiro, José Germano Alves, Deolino de Souza Meira e Rodrigo de Souza Brittro”. Com revisões e adaptações à nova nomenclatura ortográfica.
Por Antônio Novais Torres
“ TERMO DE INSTALAÇÃO DA VILA DE BOM JESUS DOS MEIRAS E POSSE DA CÂMARA DA VILLA” em 12-02-1878. Como segue:
“Aos doze dias do mês de fevereiro do ano de nascimento de Nosso Senhor Jesus Cristo de mil oitocentos e setenta e oito [1878] nesta Vila de Bom Jesus dos Meiras, Comarca de Caetité e Paço da Câmara Municipal, presentes o doutor Joaquim Manoel Rodrigues Lima, Presidente da Câmara Municipal de Caetité, para o fim de dar juramento e posse à nova Câmara, composta dos cidadãos Coronel Exupério Pinheiro Canguçu, Horácio Guanaes Simões, Sebastião da Silva Leite, Aureliano de José Pinheiro, José Germano Alves, Deolino de Souza Meira e Rodrigo de Souza Brito, o mesmo Presidente deu a respectiva posse e deferiu o juramento, que foi prestado pelos referidos vereadores em livro dos Santos Evangelhos. Depois do ato, presente número crescido de cidadãos do Município, o referido Presidente disse algumas palavras análogas que formam respondidas pelo Presidente da nova Câmara. Depois que o Presidente da Câmara de Caetité, depois do que o presidente da câmara de Caetité., depois de dar os vivas do estilo que foram calorosamente respondidos, houve a Vila por instalada. Eu Libério Jacundes Lôbo, secretário interino, lavrei o presente, que vai assinado pelo Presidente da Câmara de Caetité e pelo Presidente e Vereadores da Câmara da nova Vila de Bom Jesus dos Meiras. (ass.) Dr. Joaquim Manoel Rodrigues Lima, Presidente da Câmara Municipal de Caetité, Exupério Pinheiro Cangussú, Presidente da Câmara Municipal de Bom Jesus – Horácio Guanaes Simões, Sebastião da Silva Leite, Aureliano José Pinheiro, José Germano Alves, Deolino de Souza Meira e Rodrigo de Souza Brittro”. Com revisões e adaptações à nova nomenclatura ortográfica.
COMEMORAÇÃO DO CENTENÁRIO DA INSTALAÇÃO DA PRIMEIRA CÂMARA DE VEREADORES E A EMANCIPAÇÃO DO MUNICÍPIO.
11-02-1878 – 11-02-1978
Ao completar 100 anos da criação da primeira Câmara de Brumado em 11-02-1978, compareceram além dos vereadores, a Dra. Magna Maria Pereira Santos – Juíza, o representante do poder Executivo, senhor Agamenon Lima Santana, ex prefeito Juracy Pires Gomes e Miguel Lima Dias, ex vereadores, autoridades civis e militares, presentes. Após algumas palavras proferidas alusivas à comemoração, a oradora oficial, Dra. Magna Pereira Santos falou com propriedade sobre o centenário da Câmara, discorrendo sobre o assunto em pauta.
PREFEITOS E VEREADORES:
Prefeito eleito em 21/12/1947. Titular: Armindo dos Santos Azevedo (nessa época não havia vice-prefeito) e a posse foi realizado em 20/01/1948.
Primeiro prefeito eleito de Brumado escolhido democraticamente pelo voto popular no pleito de 21/12/1947. O Senhor Armindo dos Santos Azevedo foi indicação do Intendente e chefe político Marcolino Rizério de Carvalho.
PERÍODO DE GOVERNO: entre 1948-1950
POSSE DOS VEREADORES TITULARES REALIZADA EM 13 DE JANEIRO DE 1948.
01) ABÍLIO DA SILVEIRA MAIA;
02) Euvaldo do Santos Azevedo;
03) Gerson dos Santos Azevedo;
04) Hermes de Alves Teixeira;
05) José Borges Sampaio;
06) Job Pereira Santos; afastado por motivo de saúde, comunicação por ofício em 07/10/1950.
07) Libério Alves Maia;
08) 08) Manoel Joaquim de Carvalho;
09) Miguel Dias;
10) Nilton Lima Vasconcelos; renunciou o cargo de vereador, por motivo de mudança para Guanambi, onde irá residir e assumir o cargo de Escrivão do Cartório Estadual. Renunciou e foi oi substituído pelo suplente mais votado Hélio Cotrim Leite.
11) Brumado em, 7 de abril, de 1950.
12) Virgílio da Costa Ataíde;
13) Wenceslau Rizério de Carvalho.
COMPOSIÇÃO DA MESA DIRETORA DA CÂMARA MUNICIPAL EM 13/01/1948.
PRIMEIRO PERÍODO 1948-1949.
Presidente: Wenceslau Rizério de Carvalho;
Vice-presidente: José Borges Sampaio;
Primeiro secretário: Nilton Lima Vasconcelos;
Segundo secretário: Miguel Dias.
SEGUNDO PERÍODO: 1950
Presidente: Wenceslau Rizério de Carvalho;
Vice-presidente: José Borges Sampaio;
Primeiro secretário: Hélio Cotrim Leite;
Segundo secretário: Miguel Dias.
Juiz Eleitoral da 58ª zona eleitoral de Brumado, Dr. Duarte Moniz Barreto de Aragão.
Assinaram a ata de posse do prefeito Armindo dos Santos Azevedo em 20/01/1948, os seguintes: Wenceslau Rizério de Carvalho, pres. Da Câmara Municipal, Duarte Moniz Barreto Aragão – juiz Eleitoral da 58ª zona, José Borges Sampaio – vice-presidente da mesa diretora, Nilton Lima Vasconcelos – 1º secretário da mesa diretora, Miguel Dias - 2º secretário da mesa diretora, Virgílio da Costa Ataíde, Euvaldo dos Santos Azevedo, Gerson dos Santos Azevedo, Abílio Silveira Maia, Hermes Alves Teixeira, Manoel Joaquim Santos Carvalho, Armindo dos Santos Azevedo – prefeito eleito, Antonio Rizério Leite, Padre Antonio Fagundes, Dr. Mário Meira, José Joaquim da Silva Leite, Dr. Newton de Castro, Hélio Cotrim Leite, Targino Barroso, Délio Gondim Meira, Leonel Rosendo da Silva, Florindo Nascimento, Constâncio Mascarenhas, Osvaldo Cotrim Leite, Antenor Publio Castro, Olei Jarnefett, Paulo Chaves, Agnelo dos Santos Azevedo, José Olímpio Neves, Afonso Augusto Costa, Plauto Meira, Nefetali Matos Bitencourt, José Walter Leite, Gerôncio dos Santos Azevedo, Erico Dias Lima, Edmir Edvar Lôbo, Antonio Olímpio de Souza, Hermes Santos, Arthur Revenster Costa, João José Nascimento, Guilherme Rizério Leite, Milton Alves Diniz, Leodegário Feliciano Alves e Isaias de Carvalho.

Nascida em 17 de outubro de 1922, em Alto do Rosário, Distrito de Dom Basílio, em uma família humilde, a entrevistada de hoje do Café com o Brumado Agora nunca desistiu dos seus sonhos, e traçou os caminhos da vida com muita garra, perseverança e os pulsos firmes de uma mulher guerreira. Rita Alves Ataíde, a 9ª dos 12 filhos de sua mãe, se casou aos 17 anos com Abias da Costa Ataíde, em 30 de junho de 1943, com quem constituiu família e teve os filhos: Homero, Benedito, Maria do Carmo, Margarida, Zé Luiz, Elias, Raimundo, Antônio, Fernando, Floriza, Beto, Lícia, Francisco de Assis, Regina, Rosa e criou, ainda, João, Anita e Maria Virgens. Hoje a família Ataíde é ainda mais numerosa e Dona Rita já possui netos, bisnetos e tataranetos. A história de determinação, amor, coragem e luta desta grande matriarca, homenageada pela Casa da Amizade como representante das avós de Brumado, será contada em uma entrevista leve e descontraída que aconteceu nas dependências de sua residência. Confira:

Café com o Brumado Agora – Conte-nos um pouco sobre sua infância.
Rita Ataíde - Inicio contando que minha mãe costumava dizer que eu fui “cuspida e não nascida” (risos), devido a facilidade que ele me teve, sem dores, sentiu os incômodos e pronto, eu já nasci. Bem, lembro que eu tinha 5 ou 6 anos, quando minha mãe teve um dos seus filhos e uma professora foi nos visitar. Ao ver a situação em que me encontrava, eu era de família muito pobre, ele pediu a minha mãe para me criar e que me devolveria quando estivesse formada nos estudos. Minha mãe não deixou, disse que não tinha como deixar todos os filhos estudarem, então eu também não iria. No entanto, com a insistência da professora, minha mãe me deixou ir com ela, por um dia, para brincar com suas netas. Nossa, foi uma alegria para mim, ela me deu um bom banho, me vestiu com um vestido de uma das netas e colocou uma mesa de café da manhã com tantas coisas que eu nem sabia que existiam, comi tanto (risos). Fiquei triste na hora de voltar para casa, minha realidade era muito diferente. Só aos 7 anos fui para escola, mas não com frequência , apenas quando meus pais permitiam. Minha mãe sempre dizia “vai para a escola quando puder”. Eu sempre quis estudar, então aproveitava as oportunidades que tinham para aprender a soletrar e juntar as letras. Quando não ia a escola, ficava lendo almanaques e me esforçava para conseguir ler. Quando eu gostava muito de ler alguma coisa, eu lia e copiava tudo novamente. Minha maior alegria foi conseguir ler o livro ‘ O bom homem Ricardo’. Da minha infância, ainda lembro que sempre trabalhei, desde os 7 anos eu já ia para roça de cebola, de arroz, batata e catava pimenta, junto com meus irmãos. Tem até uma passagem engraçada: para não trabalhar e voltar para casa, quando eu estava cansada, eu passava pimenta nos olhos. Não adiantava, minha mãe lavava, me colocava embaixo de uma árvore para secar, e eu tinha que voltar para a roça.
Café com o Brumado Agora – Houve algum momento desta fase que merece ser destacado?
Rita Ataíde – Sim, uma situação, inclusive, curiosa. Todo domingo, havia uma missa em Curralinho (atualmente Dom Basílio) que todos iam e era a nossa diversão. Em casa, minha mãe escolhia quem iria e, quem não fosse, ficava em casa realizado os afazeres domésticos. Como eu achava que iria, tomei banho, vesti uma roupa boa, e usei a água do balde como espelho, para me maquiar. Mas tenho que explicar essa maquiagem (riso), minha mãe não permitia, nem espelho em casa tínhamos, então, peguei um papel vermelho, molhei e passei nas bochechas (risos). Minha irmã vendo aquilo correu e contou para a minha mãe que eu estava me “empetecando*. Minha mãe brigou muito comigo e disse que eu não iria para lugar algum e que eu iria ainda cuidar dos afazeres da casa, fazer comida e buscar água, lembro, inclusive, que era muito longe. Chorei muito, xinguei minha mãe, falei palavrões, até o padre eu xinguei (risos). Bem, busquei água, fiz o almoço, e mesmo assim continuava chorando, fiquei o dia todo assim e nem comi.Com o entardecer, peguei o milho e fui dar para as galinhas e depois me sentei embaixo de uma laranjeira, bem florida e cheia de frutos. Ali, me arrependi de ter xingado minha mãe e pedi a Deus que me perdoasse. Ai sim fiquei mais triste, porque não sabia se Deus ia me perdoar, pedi muito a ele que me desse um sinal se tinha me perdoado. Bem, no outro dia, minha mãe foi ao quintal e se deparou com a laranjeira completamente despedaçada, sem flor e frutos todos no chão e foi logo me acusando de ter deixado alguém entrar em casa, quando ela não estava. Eu disse que não entrou ninguém, meu pai também não falou nada, então ela achou tudo estranho e chamou rezadeiras. Das três que foram lá, uma disse para minha mãe que aquilo era sinal de castigo, então, entendi que se tratava do sinal de Deus, que ele tinha me perdoado.

Café com o Brumado Agora – A senhora passou um tempo em Caetité e ainda há uma história curiosa sobre como a senhora conheceu o seu marido. Poderia nos contar?
Rita Ataíde – Sim. Imaginem, saí de Curralinhos (Dom Basílio) para Caetité à cavalo, pois naquela época não havia condução. Senti muitas dores pelo corpo durante toda a viagem, mas mesmo assim, em Riacho de Santana acampamos para dormir, e eu que fiquei com a responsabilidade de catar os gravetos para fazer a fogueira, onde cozinharíamos arroz e bolo de carne. Em Caetité, minha rotina não foi muito diferente, eu sempre estava lá cuidando dos afazeres de casa, na lavoura, minha vida nunca foi fácil. No entanto, lá havia umas freiras que davam aulas gratuitas para pobres e conseguiram uma vaga para mim. Imagine a minha felicidade, eu que sempre quis estudar. Devido a minha força de vontade, estudei muito, passei nas séries com facilidade e me empenhei muito nestes 3 anos que fiquei em Caetité. Quando estava próximo de me formar, minha mãe já exigia que eu retomasse para Curralinhos, as freiras então pediram para que eu escolhesse entre ficar ou voltar para casa. Fiquei com um aperto no coração, mas voltei para casa, e ainda fingindo não estar “estudada”, conversando tudo errado, pois se conversasse de forma correta em casa, era castigada pela minha mãe. Quanto a conhecer meu esposo, foi assim. Tínhamos uma simpatia que, quando corresse uma velação, agarrávamos a primeira coisa que estivesse ao chão, colocávamos embaixo do travesseiro, e assim sonharíamos com o futuro esposo. Fiz isso por três vezes e nelas sonhei com o mesmo rapaz, o qual nunca tinha visto. Quando fui a Malhada de Pedras, para um casamento, imagine quem encontrei? Sim, o rapaz com quem eu sonhava.
Café com o Brumado Agora – Como foi a partir deste encontro?
Rita Ataíde – Conversei pouco com ele, naquela época não era como hoje o contato entre homens e mulheres. Mas, ele me prometeu ir a Curralinho. Bem demorou mais de 8 meses para isso acontecer, pois o pai dele não o deixava ir. Quando ele enfim conseguiu ir, as duas coisas que consegui conversar com ele foram perguntar quantos irmãos ele tinha e se a família estava bem (risos).Eu passei a escrever para a irmã dele e assim fomos nos comunicando. Com muita dificuldade, pois não tínhamos contato, em 1943 nos casamos. No dia do meu casamento eu ainda fiz todos os serviços domésticos, não tive o “Dia de noiva” (riso). Só vieram homens para meu casamento, uns 30 cavaleiros que foram até livramento, onde me casei na igreja e dois dias depois me casei no Civil em Dom Basílio. Depois disso, fui morar em Lagoa do Tamboriu, na casa da minha sogra, onde me recordo que a iluminação da casa era uma fogueira acesa no meio da sala, ficamos lá por sete anos, tempos depois fomos para outras localidades e em 1948 comecei a dar aulas.

Café com o Brumado Agora – Quando a senhora passou a morar em Brumado?
Rita Ataíde - Antes de vir morar na sede, em 1954 fui morar na Fazenda Brejo. Este foi o lugar onde nasceu a maioria dos meus filhos e onde eu os criei. Lá eu morei em uma casa velha, sem portas, havia apenas as estruturas, mas não havia as folhas para fechar. Essa casa foi o chefe do meu esposo que nos consegui, na época ele começou a trabalhar na Magnesita. Para dormir, eu pegava uma folha de porta que havia solta e isolava uma porta e duas malas, uma em cima para isolar outra porta. Bem, passamos a viver assim, com muita dificuldade, mas dignidade foi algo que nunca nos faltou. Bem, comecei então a dar aulas nas comunidades locais, naquele período pouca gente sabia ler e escrever e, além disso, não havia quem ensinasse, então fui nomeada por Dona Mirian. Foi difícil lecionar na época era apenas um salão, sem quadro negro, as provas dos alunos eram feitas no caderno e o pior, não havia água, buscávamos água, e essa água não dava para a metade dos alunos. Para complementar a renda da família, eu ainda lavava e passava para fora, costurava, pois eu ensinava apenas pela manhã e tinha o resto do dia.
Café com o Brumado Agora – Quando a senhora veio morar na sede?
Rita Ataíde - O tempo passou, as coisas foram melhorando, meus filhos começaram a trabalhar então vim morar em Brumado no ano de 1972. Aqui, ensinei no Colégio Luiz Viana, no supletivo, e fiz muito trabalhos voluntários. Sempre gostei de ajudar as pessoas, isso me fazia bem, por tudo que passei em minha vida, pelas dificuldades de tive e venci, nada melhor que retribuir fazendo o bem as pessoas. Há até uma história. Naquela época, como parte dos trabalhos voluntários que fazia, eu acompanhava pessoas que estavam doentes e teriam que fazer tratamentos em outra cidade. Então, conheci uma moça no Bairro Dr, Juracy, que estava com uma série de problemas, não comia, sentia dores, gritava muito. Então a levei em Dr. Jorge e ele disse que o melhor seria levá-la para São Paulo. Então fiz campanhas, coletas em igrejas, e outros locais para angariar fundos para a viagem, consegui cerca de 500 cruzeiros. Desta forma, a levei para São Paulo e lá foi diagnosticado que ela tinha raquitismo. Ela fez todo o tratamento e hoje esta bem. Ela se chama Enezita é minha afilhada, se casou e já tem filhos. Aqui em Brumado me aposentei como professora leiga e como professora de Crochê, pelo sindicato.

Café com o Brumado Agora – Qual ou quais são as maiores saudades da senhora?
Rita Ataíde - Dos amigos que deixei no Alto do Rosário. Da vida que tive, apesar de todas as dificuldades, pois não tive infância, adolescência, casei muito cedo, e tive que ter muitas responsabilidades, desde muito pequena. Sinto saudades das pessoas que ensinei a ler e escrever, das pessoas que ajudei. Apesar de tantas saudades, me sinto realizada por tudo, inclusive, pela família que tenho.
Café com o Brumado Agora – Gostaria de deixar alguma mensagem?
Rita Ataíde - Sim. Quero dizer aos jovens que, nesta vida, não se consegue nada fácil e sim com muito trabalho. E ainda dizer ao povo brumadense que continue sendo o primeiro em hospitalidade, e que o nosso Bom Jesus continue a nós abençoar.

Fotos: Wilker Porto, Produção: Genival Moura e Reportagem: Janine Andrade.
Por AGTM Comunicação
Uma questão que divide opiniões: correr na rua escutando música ou não? Duas atividades em que juntas podem proporcionar uma sensação de prazer inexplicável para quem corre e ao mesmo tempo pode distrair demais o corredor dos sons ambientes como buzinas ou instruções em provas. Alguns estudos demonstram que escutar música enquanto corre reduz a percepção de intensidade do exercício em cerca de 10%. A noção de esforço do corredor é reduzida e ele tem a sensação de que pode correr mais rápido e por mais tempo. De acordo com Haley Guimarães, educador físico e ergonomista, um ponto negativo dessa prática na corrida é o fato de o corredor se distanciar dos outros sons produzidos pelo ato de correr, como a respiração e o impacto das passadas, que são informações importantes. O educador físico diz que vale a pena contar com a música em corridas de intensidades leves e moderadas, e as que exigem mais concentração é recomendado ficar atento aos estímulos do corpo durante a corrida.
Por AGTM Comunicação
Uma questão que divide opiniões: correr na rua escutando música ou não? Duas atividades em que juntas podem proporcionar uma sensação de prazer inexplicável para quem corre e ao mesmo tempo pode distrair demais o corredor dos sons ambientes como buzinas ou instruções em provas.
Alguns estudos demonstram que escutar música enquanto corre reduz a percepção de intensidade do exercício em cerca de 10%. A noção de esforço do corredor é reduzida e ele tem a sensação de que pode correr mais rápido e por mais tempo.
De acordo com Haley Guimarães, educador físico e ergonomista, um ponto negativo dessa prática na corrida é o fato de o corredor se distanciar dos outros sons produzidos pelo ato de correr, como a respiração e o impacto das passadas, que são informações importantes. O educador físico diz que vale a pena contar com a música em corridas de intensidades leves e moderadas, e as que exigem mais concentração é recomendado ficar atento aos estímulos do corpo durante a corrida.
Renara Afonso corre há 2 anos e costuma ouvir música enquanto corre, mas de acordo com a corredora não é uma obrigação nos treinos, deve ser praticado com moderação. Para ela, deixar o mp3 em casa também é bom, pois assim consegue ouvir como sua respiração responde aos treinos, além de pensar nas coisas da vida.
Momentos felizes e marcantes de nossas vidas geralmente são acompanhados de "músicas-temas”. Mas tem aqueles momentos em que o som ambiente se torna música para os nossos ouvidos. É quando o corredor entra em sintonia consigo mesmo e com o ambiente para escutar apenas o som da sua respiração.
Por Carlos Prates
Às vezes não elaboramos um orçamento doméstico para evitar que reconheçamos determinados gastos que fazemos, sob forte impacto emocional e que poderiam ser adiados. Deixar de fazer um orçamento com base na sua realidade financeira é como acionar uma bomba de efeito retardado. Mais cedo ou mais tarde explodirá e os efeitos poderão ser devastadores em sua vida pessoal e profissional. Com base em minha experiência como ex-bancário e através de leituras especializad as, sugiro que você fique atento para as seguintes dicas.
Por Carlos Prates
Às vezes não elaboramos um orçamento doméstico para evitar que reconheçamos determinados gastos que fazemos, sob forte impacto emocional e que poderiam ser adiados. Deixar de fazer um orçamento com base na sua realidade financeira é como acionar uma bomba de efeito retardado. Mais cedo ou mais tarde explodirá e os efeitos poderão ser devastadores em sua vida pessoal e profissional. Com base em minha experiência como ex-bancário e através de leituras especializad as, sugiro que você fique atento para as seguintes dicas:
√ Tenha no máximo um cartão de crédito e procure pagar a sua fatura integralmente. O saldo devedor do cartão é como uma bola de neve. Se deixar de pagar ou abater apenas o valor mínimo por mês, incidirão os juros e estes agirão como cupins, corroendo o seu dinheiro. Se não tomar cuidado, você acabará perdendo o controle financeiro;
√ Evite tomar empréstimo para cobrir saldo devedor de cheque especial. Ao fazê-lo, solicite que o mesmo seja cancelado. Caso contrário, a tendência é você voltar a ficar devendo o cheque especial e o empréstimo que tomou;
√ Não caia na tentação de emprestar o seu cartão de crédito para outras pessoas efetuarem compras. Hoje está muito fácil obter um cartão de crédito e, quando alguém solicita que outro compre, pode ser um forte sinalizador de que está com problemas financeiros;
√ Procure economizar 10% do seu salário mensal, para futuras despesas e situações inesperadas – doenças, aquisição de bens, pagamento de estudos, etc;
√ Desenvolva ou aprimore o hábito de pechinchar e de negociar. Valorize cada centavo. Pesquise, pesquise e pesquise antes de comprar. Você já observou como as pessoas mais ricas gostam de pechinchar? Não tenha vergonha de fazer o mesmo;
√ Se você está endividado, evite gastos com supérfluos e compre exclusivamente com dinheiro, evitando o uso do cartão de crédito. Normalmente, compramos mais do que desejamos, pois temos a falsa ilusão de que estamos adquirindo os produtos sem pagá-los. Quando chega a fatura mensal, o sonho vira pesadelo;
√ Não comente a sua vida financeira com os outros. Ela deve ser reservada a você e às pessoas íntimas - marido, mulher, pais e filhos;
Se você é um consumidor compulsivo, procure ajuda psicológica e cancele todos os seus cartões de crédito e cheque especial. Compre somente à vista e com dinheiro. Pois é, meu amigo, organize a sua vida financeira o mais rapidamente possível. Em breve abordaremos outros temas importantes para a sua vida pessoal e profissional.
Há um ditado popular que afirma: “Quem não controla os seus gastos, é controlado por eles.” Administrar as finanças é uma atividade individual e também coletiva. Envolva os seus familiares nessa importante missão!
Por *Carlos Prates
O Cirque du Soleil (em português "Circo do Sol"), foi criado em Baie-Saint-Paul, no Quebec em 1984 por dois artistas de rua, Guy Laliberté e Daniel Gauthier. Cada espetáculo é a síntese da inovação do circo, contando com enredo, cenário e vestuário próprios, bem como música ao vivo durante as apresentações. De 1990 a 2000, o Cirque expandiu rapidamente, passando de um show com 73 artistas em 1984, para mais de 3.500 empregados, em mais de 40 países, com 15 espetáculos apresentados simultaneamente e lucro anual estimado em US$ 600 milhões. As criações do Cirque du Soleil já ganharam diversas premiações, tais como Bambi, Rose d'Or, Gemini e o Emmy. Em 2004, aInterbrand consultoria classificou o nome Cirque du Soleil como o 22º nome de maior impacto global. E não foi à toa, já que cada ato do espetáculo emociona e contagia toda a plateia. Fonte: Wikipédia.du Soleil.
Por *Carlos Prates
O Cirque du Soleil (em português "Circo do Sol"), foi criado em Baie-Saint-Paul, no Quebec em 1984 por dois artistas de rua, Guy Laliberté e Daniel Gauthier.
Cada espetáculo é a síntese da inovação do circo, contando com enredo, cenário e vestuário próprios, bem como música ao vivo durante as apresentações.
De 1990 a 2000, o Cirque expandiu rapidamente, passando de um show com 73 artistas em 1984, para mais de 3.500 empregados, em mais de 40 países, com 15 espetáculos apresentados simultaneamente e lucro anual estimado em US$ 600 milhões.
As criações do Cirque du Soleil já ganharam diversas premiações, tais como Bambi, Rose d'Or, Gemini e o Emmy. Em 2004, aInterbrand consultoria classificou o nome Cirque du Soleil como o 22º nome de maior impacto global. E não foi à toa, já que cada ato do espetáculo emociona e contagia toda a plateia. Fonte: Wikipédia
O que podemos aprender com as suas ideias?
1) Tudo na vida é passível de inovação, através do uso da criatividade, trabalho em equipe e incorporação de novos talentos.
2) Treinar, treinar e treinar de forma constante, objetivando a excelência.
3) Identificar, remunerar adequadamente e reter os melhores profissionais.
4) Gestão inovadora e compartilhada, onde o principal objetivo é cada vez mais surpreender os clientes.
5) Marketing usado com inteligência e criatividade, para valorizar a “marca” e associá-la ao conceito de elevado padrão de qualidade.
6) Trabalho em equipe onde todos os funcionários têm o seu momento de brilhar e de fazer com que o resultado final seja o melhor possível.
7) Ambiente que favorece a troca de experiências entre as diferentes culturas dos seus artistas e demais colaboradores; motivação, competitividade saudável e estímulo a criatividade.
Finalizando, sugerimos que assista a alguns dos maravilhosos vídeos existentes no You Tube e analise o grau de perfeição das apresentações do Cirque du Soleil.

Nascida em 24 de abril, no Povoado de Jequi, pertencente à cidade de Iramaia, a taurina Acácia Gondim Ribeiro tinha nos sonhos de criança a garra de uma grande mulher. A filha de Ester Silva Gondim e do saudoso Laudelino Marinho Ribeiro, juntamente com seus irmãos Aparecida, Adalto, Abraaão ( em memória), Ângela (em memória), Agda ( em memória), Ana, Antônio Rogério e Andréia, mudou-se para Brumado em 1965 para estudar e, mesmo diante de todas as dificuldades, hoje representa a cidade como Secretária de Educação. Pedagoga graduada pela Faculdade de Filosofia de Teófilo Otoni, especialista em Administração Escolar, especialista em Educação à Distância e com Curso de extensão em Tutoria, Acácia Gondim conta a sua história em entrevista ao Café com o Brumado Agora, realizada nas dependências da Padaria Pérola. Confira.

Café com o Brumado Agora – Como se deu a vinda da senhora para Brumado?
Acácia Gondim- Nasci em Jequi e a vinda da minha família para Brumado foi para que meus irmãos e eu pudéssemos estudar. Em Jequi, estudava na escola Multiseriada Otaviano Morais, uma escola na zona rural onde sequer tínhamos sanitário. Isso mesmo, sanitário! Quando precisávamos fazer alguma necessidade, íamos ao mato mesmo (risos). Existe até uma situação que ocorreu. Em um desses momentos que saí da sala de aula para ir ao “banheiro”, estava lá tranquila, quando passou uma cobra. Tenho essa imagem dos tempos de criança, nitidamente, até hoje na cabeça, o susto foi muito grande. Após concluir o 4º ano nesta escola multiseriada, vim para Brumado, onde fiz um cursinho e prova de Admissão para o Colégio General Nelson de Melo. Para mim foi uma imensa oportunidade ingressar em um colégio que era considerado uma academia de letras. Alguns anos depois, ainda como estudante, Maria Edi, que muito me ajudou neste período, me conseguiu um contrato como auxiliar administrativo na função de auxiliar de secretaria e passei a estudar e trabalhar. Tempos depois, devido a minha desenvoltura nos estudos, fui convidada a dar aulas de geografia, em substituição a uma professora que faleceu, isso por volta de 1972, eu ainda não havia concluído o magistério, o que veio a acontecer 4 anos depois.
Café com o Brumado Agora – Em 1989, a senhora foi convidada pelo então prefeito Edmundo Pereira, a ser diretora do Colégio Estadual de Brumado. Como foi essa experiência?
Acácia Gondim – Eu sempre tive muita vontade de crescer, sobretudo, para superar todas as dificuldades que passei e mostrar, para mim mesma, que seria uma vencedora. Quando fui convidada, fiquei receosa, até porque era um cargo de muita responsabilidade, mas tive o apoio, principalmente de Eni Mafra e Juscelina Lessa, que me impulsionaram e me disseram que dariam todo o apoio. Eu tive medo no início, por ser uma escola grande, com diversidade de alunos, inclusive muito bons. Eu não poderia simplesmente assumir a direção, ter uma cadeira privilegiada, ficar em uma sala e dar ordens. Eu procurei me interagir com todos, professores e alunos: promovia eventos, conversava diretamente com cada um deles e usava uma estratégia que uso até hoje, que é conhecer cada um por nome e sobrenome. Em meio a tanta gente, quando você chama alguém pelo nome e sobrenome, há uma proximidade maior, aquela pessoa se sente reconhecida.

Café com o Brumado Agora – Qual o elo que senhora faz entre os momentos iniciais da sua carreira como professora, diretora, e hoje como Secretária de Educação do Município?
Acácia Gondim - O trabalho que desempenho hoje é o resultado de todas as minhas experiências, o que me ajudou bastante. Eu fui de auxiliar de secretaria, professora a diretora de uma grande escola e hoje sou secretária de educação do Município. Agreguei as problemáticas, busquei soluções, e uso hoje como diferencial para me sair bem. Estou há oito anos como secretária de educação do Município, acho que já é hora de deixar o cargo, pessoas são passíveis de erro e a rotina talvez nos faça cometer os mesmos erros. Por isso, talvez, eu ache necessária à mudança, com certeza que desempenhei bem o meu trabalho.
Café com o Brumado Agora – A senhora disse que talvez seja o momento de outra pessoa assumir a secretaria, tendo em vista que a senhora ocupa o cargo há 8 anos, e seja necessária a mudança. Qual seria, em sua opinião, o perfil ideal desta pessoa?
Acácia Gondim – Uma pessoa com experiência da área, que saiba conciliar e tomar as decisões na hora certa. Cada cabeça é um mundo, vejo que as regras da educação são as mesmas para todo o país, o que difere são as visões das pessoas. Não se pode mudar estratégias, tem que se cumprir as normas que regem a educação e contextualizar a escola. Sobretudo, esta nova pessoa tem que ter o perfil para assumir a função. Brumado tem uma boa pontuação na educação, de acordo os dados do MEC, mérito dos professores que estão ali trabalhando. Por isso, esta nova pessoa tem que ditar as normas, ouvindo a escola e seus anseios.

Café com o Brumado Agora – A senhora também trabalhou na secretaria de educação do Estado. Qual função assumiu?
Acácia Gondim – Quando deixei a direção do CEB, em 1994, fui para Salvador e assumi a função de coordenadora de informática. Era tudo muito novo para mim e eu fazia um curso particular, paralelo a função, para me aperfeiçoar. Aprendi rápido e naquele período ninguém era expert em informática, até porque informática não é só digitar. Inclusive, fiz um curso de informática no Paraná, o 1º Curso de informática do Brasil, com as primeiras experiências mais avançadas. Além dessa função, ocupei por algum tempo, dentro da secretaria de educação da Bahia, a função de Coordenadora de Jovens e Adultos de todo o estado.
Café com o Brumado Agora – Acácia, além das atividades na educação, pouca gente sabe que a senhora também foi atleta e se sobressaiu nos esportes. Como foi este período?
Acácia Gondim – Eu ainda estudava e trabalhava quando descobri minha paixão pelos esportes. Eu praticava e gostava de esportes que envolviam bola e me destaquei no Handebol. Naquela época, mulher não jogava futebol, para vôlei eu não tinha altura (risos) e o basquete ainda não era praticado na cidade. Bem, tem uma história que faço questão de contar. Eu era pobre e não tinha condições financeiras para comprar um tênis para praticar esporte, então pegava emprestado para jogar. Porém, eu não podia me esforçar muito para não gastar o tênis e isso prejudicou, e muito, o meu desempenho nos treinos. O dia mais feliz para mim, inclusive, digo que mais do que quando adquiri meu carro, foi quando ganhei uma bolsa de estudos e pude comprar meu tênis. A partir daí, ninguém mais me pegava em quadra, porque o tênis era meu e eu podia gastar a vontade (risos).

Café com o Brumado Agora – Além da compra do tênis, qual outro momento é lembrado pela senhora com alegria?
Acácia Gondim – Quando, depois de 12 anos morando em Salvador, fui convidada por Eduardo Vasconcelos para assumir a secretaria de educação do município. Ele me disse que havia pesquisado uma pessoa que poderia assumir a função e ele acreditava que eu poderia conduzir os destinos da educação em Brumado. Fiquei muito feliz em voltar para cá e ser tão bem recebida.
Café com o Brumado Agora – Qual mensagem a senhora gostaria de deixar?
Acácia Gondim – Primeiro, quero demostrar minha satisfação em estar aqui falando um pouco sobre minha vida. Dizer que sou muito grata por estar a frente da secretaria de educação e fazendo o melhor pelos brumadenses. Espero que a educação de Brumado cresça mais, e que eu possa participar da implementação da educação, enquanto secretária ou não, vendo chegar a cidade mais cursos para UNEB, vendo mais escolas sendo criadas, uma sede própria para o IFBA, inclusive, com cursos superiores e , porque não, faculdades particulares em nosso município, já que há o incremento do governo com o Fies, Prouni e outros projetos. Sempre digo, uma única formação é muito pouco para a exigência do mundo.
Fotos: Wilker Porto, Produção: Genival Moura e Reportagem: Janine Andrade.
Aposentar não significa deixar de ter uma atividade. É claro que cada pessoa tem a sua história de vida. Algumas pessoas quando aposentam preferem não mais voltar ao mercado de trabalho. Outras, mudam de profissão, voltam a estudar, desenvolvem trabalhos filantrópicos. A seguir, relacionamos algumas das principais mudanças no comportamento do aposentado: √ Aumento do tempo de vida depois da aposentadoria. Como todos sabemos, a média de idade está aumentando e o tempo após a aposentadoria está ficando maior, sem contar que algumas pessoas deixam de trabalhar em pleno vigor físico e intelectual. √ Novas tecnologias possibilitam trabalhar em casa e o contato com outras pessoas. Com o advento da internet, celular e fax estão facilitando o teletrabalho (trabalho a distância). Essas tecnologias permitem a interação com as demais pessoas e o mundo tornou-se “uma aldeia global”, como previu o Prof. Marshall McLuhan. Podemos trabalhar, estudar e relacionar com pessoas de quase todas as cidades do Mundo.
Aposentar não significa deixar de ter uma atividade. É claro que cada pessoa tem a sua história de vida. Algumas pessoas quando aposentam preferem não mais voltar ao mercado de trabalho. Outras, mudam de profissão, voltam a estudar, desenvolvem trabalhos filantrópicos. A seguir, relacionamos algumas das principais mudanças no comportamento do aposentado:
√ Aumento do tempo de vida depois da aposentadoria. Como todos sabemos, a média de idade está aumentando e o tempo após a aposentadoria está ficando maior, sem contar que algumas pessoas deixam de trabalhar em pleno vigor físico e intelectual.
√ Novas tecnologias possibilitam trabalhar em casa e o contato com outras pessoas. Com o advento da internet, celular e fax estão facilitando o teletrabalho (trabalho a distância). Essas tecnologias permitem a interação com as demais pessoas e o mundo tornou-se “uma aldeia global”, como previu o Prof. Marshall McLuhan. Podemos trabalhar, estudar e relacionar com pessoas de quase todas as cidades do Mundo.
√ Opções para voltar a estudar e/ou dedicar a outra profissão. Testemunhamos inúmeros exemplos de pessoas que voltaram a estudar e construíram uma nova profissão. Outras voltaram a estudar por realização pessoal, objetivando também ampliar os seus relacionamentos.
Principais dúvidas de quem deseja aposentar
As dúvidas são inúmeras e cada pessoa tem as suas peculiaridades. Utilizando um bom planejamento, através de informações colhidas junto as pessoas que se aposentaram, bem como um diálogo franco com os familiares, você esclarecerá algumas dessas dúvidas:
√ Quando devo me aposentar? Se você estiver sentindo-se bem e houver possibilidade de continuar trabalhando, talvez seja melhor adiar a aposentadoria. Você deve levar em consideração, também, os aspectos de natureza financeira. Em resumo, faça um diagnóstico da situação e analise as oportunidades e ameaças. Tenha planos para o melhor e o pior cenário.
√ O que eu tenho a ganhar? Mais tempo para si e para a família, realizar novas metas e a possibilidade de trabalhar em outra profissão. É comum dedicarmos uma vida inteira a uma profissão que pouco nos realizou, mas, nos proporcionava “segurança” no emprego, status, benefícios sociais. Se este for o seu caso, que tal pensar numa nova profissão?
√ O que tenho a perder? Em quase todas as aposentadorias, a redução de salário é fato comum. Além disso, dependendo da sua relação emocional com a empresa e a sua atividade, poderá sentir saudade do ambiente de trabalho, status, relacionamento social, entre outros fatores. Normalmente, o aposentado sente alívio nos primeiros meses da aposentadoria e posteriormente um vazio interior. Conforme dissemos, cada caso tem as suas peculiaridades.
√ O que fazer com o tempo “ocioso”? Desenvolva o “ócio criativo”. Volte a estudar, leia, leia e leia. Conheça novos lugares e pessoas. Dê mais carinho e atenção aos seus familiares. Tenha cuidado com os jogos de azar e o álcool, pois eles estarão sempre rondando a sua mente. Há um ditado popular que afirma: “mente ociosa, moradia do diabo.”
√ Como posso melhorar o convívio familiar? Conforme afirmamos, proporcione mais carinho e atenção para o cônjuge, filhos e netos. Desenvolva / aprimore o gosto por atividades domésticas. Crie novas rotinas - andar, nadar, escrever, trabalhar, dançar.
√ Como gerir as finanças? Faça um orçamento familiar, evitando gastar mais do que ganha. Inevitavelmente, o seu padrão de consumo terá que ser reduzido. Não empreste dinheiro. Ele é a sua reserva (avalie os riscos). Não coloque um negócio próprio (avalie os riscos).
√ Como administrar a solidão, doenças e perda de status? Faça novas amizades, realize atividades lúdicas (dança de salão, teatro, música, faculdade, artesanato). Faça exercícios e controle a boca. Talvez uma parte da sua doença tenha relação com o seu atual trabalho.
√ Como continuar sendo útil à sociedade? Dedique-se ao voluntariado. Construa uma nova carreira profissional. Dê aulas, torne-se escritor, poeta, cineasta. Redescubra novos talentos dentro de você.
Assim, esteja preparado para tomar essa difícil decisão, pois mais cedo ou mais tarde você terá de fazê-lo. Se você é jovem, pense no futuro e não esqueça de investir em previdência e ter economias para quando se aposentar. O mercado de trabalho daqui para frente estará cada vez mais instável, bem como os rumos da economia. Não há receita infalível para uma aposentadoria tranquila. Somente você será capaz de traçar o seu planejamento e nele fazer constar oportunidades e ameaças. Boa sorte!
Por Carlos Prates
Há 25 anos eu me relaciono em sala de aula e fora dela com dezenas de profissionais de todos os níveis sociais e culturais. Independentemente dos cargos e funções que exercem, percebo que as visões são conflituosas e ao mesmo tempo, distorcidas em muitos casos. Alguns chefes costumam afirmar que grande parte dos funcionários não possui compromisso com o trabalho e é incompetente. Já os subordinados acreditam que o chefe e o patrão são os culpados de quase tudo que ocorre de ruim na empresa. Essa situação tende a permanecer e até mesmo agravar-se, em virtude da grande pressão que está presente no ambiente de trabalho, com metas sempre crescentes e a acirrada competitividade entre as organizações.
Por Carlos Prates
Há 25 anos eu me relaciono em sala de aula e fora dela com dezenas de profissionais de todos os níveis sociais e culturais. Independentemente dos cargos e funções que exercem, percebo que as visões são conflituosas e ao mesmo tempo, distorcidas em muitos casos.
Alguns chefes costumam afirmar que grande parte dos funcionários não possui compromisso com o trabalho e é incompetente. Já os subordinados acreditam que o chefe e o patrão são os culpados de quase tudo que ocorre de ruim na empresa.
Essa situação tende a permanecer e até mesmo agravar-se, em virtude da grande pressão que está presente no ambiente de trabalho, com metas sempre crescentes e a acirrada competitividade entre as organizações.
Com raras exceções, a gerência média está despreparada para fazer a gestão de pessoas. Vou analisar o caso do varejo, pois é o que disponho de mais vivência:
Um excelente vendedor é alçado à condição de gerente de uma loja. A partir daí, ele imagina que a sua função continuará sendo a de continuar no salão de vendas e realizar parte das funções do seu cargo anterior. Muita execução e pouca gestão de pessoas e planejamento. Ocorro que a principal atividade de um gerente é gerir os seus funcionários, fazendo com que desenvolvam e aprimorem as habilidades e competências. É claro que o foco principal continuará sendo o aumento das vendas. Mas, somente a Equipe será capaz de concretizar as metas. Ele é o principal responsável pelo desenvolvimento da mesma.
Em muitos casos a empresa perde um excelente vendedor e nem sempre consegue obter um gestor de qualidade.
Por outro lado, muitos funcionários realmente desejam apenas um “emprego” para curtirem o final de semana, nada mais do que isso. Possuem pouca ou nenhuma ambição de crescimento profissional, não investem na carreira, mesmo quando há cursos gratuitos ou patrocinados pela empresa. Essa é uma situação muito comum em vários segmentos empresariais, notadamente no varejo.
É claro que não devemos generalizar, entretanto, é necessário que o chefe e os seus funcionários sejam capazes de fazer uma reflexão sobre os seus acertos e erros. Não adianta mentir para si mesmo.
No ambiente de trabalho passamos mais de um 1/3 do nosso tempo, durante 35 a 40 dos nossos melhores anos de vida. Fazer com que as relações interpessoais sejam agradáveis e que todos possam crescer, pessoal e profissionalmente, é a função primordial dos gestores, bem como dos demais funcionários.
Creio que o diálogo é o início de todo o processo de melhoria das relações no ambiente de trabalho. Os gerentes necessitam executar menos as funções que podem ser delegas e focar mais naquelas de maior complexidade e que somente eles podem realizar com maestria, a exemplo do processo de aprendizagem contínuo e dos estímulos aos seus colaboradores.
Desde o início, esse julgamento serviu para aclarar algumas questões, geralmente de cunho político e sobre o funcionamento da Suprema Corte de Justiça. Apontou perfis claros de ministros que votaram para quem os indicou e revelou outros que justificaram os lobbies para suas escolhas. Seu julgamento tem duração incomensurável, como diria o presidente Lula. Um ano após, já está no terceiro presidente e dois novos ministros vieram para definir o resultado de "pizza" planejado pelo governo. Teori Zavascki fala pouco e não deu demonstrações de sua inclinação. Luís Roberto Barroso tem ido além de advogado criminalista e agido como um verdadeiro militante petista. Não se apercebeu que passou a ocupar um dos cargos mais relevantes no Judiciário brasileiro. Como se preparasse os brasileiros psicologicamente, tem sustentado e antecipado sua posição, numa infeliz atitude.
Desde o início, esse julgamento serviu para aclarar algumas questões, geralmente de cunho político e sobre o funcionamento da Suprema Corte de Justiça.
Apontou perfis claros de ministros que votaram para quem os indicou e revelou outros que justificaram os lobbies para suas escolhas.
Seu julgamento tem duração incomensurável, como diria o presidente Lula. Um ano após, já está no terceiro presidente e dois novos ministros vieram para definir o resultado de "pizza" planejado pelo governo. Teori Zavascki fala pouco e não deu demonstrações de sua inclinação. Luís Roberto Barroso tem ido além de advogado criminalista e agido como um verdadeiro militante petista. Não se apercebeu que passou a ocupar um dos cargos mais relevantes no Judiciário brasileiro. Como se preparasse os brasileiros psicologicamente, tem sustentado e antecipado sua posição, numa infeliz atitude.
Agora, ele defende que não se trata do maior escândalo da história do Brasil. Apesar de sua colaboração como historiador, o tamanho e a colocação no ranking dos escândalos têm relevância para outros profissionais, não para um julgador.
Da mesma forma, o fato de a corrupção ser tradicional, sistêmica e não ser exclusividade de um partido em nenhuma hipótese se vincula à judicatura. Ao contrário, seria importante aproveitar o momento para confirmar a ruptura com essa prática. É presumido que se perpetuou é porque todos os Poderes funcionaram mal, especialmente o Judiciário, ao qual sempre coube a prerrogativa de coibir. São posicionamentos relevantes como afirmação de valores, mas não para o caso concreto. Neste caso, importa tratar se caberiam ou não os decantados embargos infringentes.
Ouve-se reiteradamente que os embargos infringentes se aplicariam às sentenças com resultados apertados, com diferença de um voto. Esse instituto está previsto no Código de Processo Penal - CPP, artigo 409, parágrafo único, com a exigência apenas que a decisão não seja unânime. Portanto, não importa quantos votos de diferença, sendo bastante um voto contrário. E não consta que esse artigo tenha sido revogado.
Para se discutir a aplicação do Regimento Interno da Corte, primeiro deve ser declarada a revogação do CPP. Embargos são recursos processuais penais e somente podem ser criados, modificados ou extintos por lei federal, figura normativa hierarquicamente superior aos regimentos internos. A exigência de lei federal está prevista na Constituição (CF, art. 22, I).
Ainda que a liberdade de expressão permita posição política de qualquer pessoa, teses prévias de um julgador sobre caso concreto de sua alçada confrontam-se com o princípio da impessoalidade ou até da imparcialidade.
Os meios de comunicação não podem criar mais confusão junto aos seus telespectadores. Regimentos internos, resoluções e portarias são regras infralegais e não têm força para definir mecanismos processuais acima ou diferente do que estejam previstos em leis.
Grande parte da mídia está abertamente preocupada em livrar os mensaleiros das penas aplicadas, especialmente de prisão. Em estapafúrdia contradição, é a mesma parcela a afirmar que a justiça só alcança os pobres, que os crimes praticados por políticos são inalcançáveis e que a corrupção rola solta por não ser reprimida. Mesmo que o mensalão não seja o maior caso de corrupção, depois de um ano e meio de julgamento para livrar a cara dessa cambada, tornar-se-á a maior "pizza" da história, tendo o ministro Luís Roberto Barroso como a azeitona.
Pedro Cardoso da Costa – Interlagos/SP
Bacharel em direito
Conheci o Sr. Agnelo nos idos de 1958, época em que ele já era um próspero e conceituado comerciante, quando vim para Brumado para concluir o curso primário e prestar admissão ao ginásio – verdadeiro vestibular, tal o rigor da seleção e a exigência do conteúdo das provas –, eu era ainda um menino. Posteriormente, voltei a encontrá-lo, desta feita, eu já em idade adulta, nas reuniões políticas do PMDB, nas quais sua presença era indispensável pela sua postura serena, ponderada e equilibrada. Daí ser-lhe concedido o título honorífico de presidente de honra do partido – cargo por ele ocupado com a morte do saudoso Manoel Joaquim de Carvalho (Dr. Nezinho) –, porém, pela envergadura da idade, ultimamente ele não tem marcado presença nas reuniões do partido. Desses seus predicados, nasceu a minha admiração por Seu Agnelo, insigne personalidade. Honra-me conhecê-lo e ser seu amigo. Agnelo dos Santos Azevedo nasceu em 14 de maio de 1908, em Bom Jesus dos Meira, hoje, Brumado. É o último da prole dos filhos do casal Casimiro Pinheiro de Azevedo e Filomena dos Santos Azevedo. Foi encaminhado pelo princípio de uma educação correta recebida dos seus genitores e direcionado para o relacionamento amistoso, sincero, de união e amizade entre os irmãos e demais familiares.
Conheci o Sr. Agnelo nos idos de 1958, época em que ele já era um próspero e conceituado comerciante, quando vim para Brumado para concluir o curso primário e prestar admissão ao ginásio – verdadeiro vestibular, tal o rigor da seleção e a exigência do conteúdo das provas –, eu era ainda um menino. Posteriormente, voltei a encontrá-lo, desta feita, eu já em idade adulta, nas reuniões políticas do PMDB, nas quais sua presença era indispensável pela sua postura serena, ponderada e equilibrada. Daí ser-lhe concedido o título honorífico de presidente de honra do partido – cargo por ele ocupado com a morte do saudoso Manoel Joaquim de Carvalho (Dr. Nezinho) –, porém, pela envergadura da idade, ultimamente ele não tem marcado presença nas reuniões do partido. Desses seus predicados, nasceu a minha admiração por Seu Agnelo, insigne personalidade. Honra-me conhecê-lo e ser seu amigo.
Agnelo dos Santos Azevedo nasceu em 14 de maio de 1908, em Bom Jesus dos Meira, hoje, Brumado. É o último da prole dos filhos do casal Casimiro Pinheiro de Azevedo e Filomena dos Santos Azevedo. Foi encaminhado pelo princípio de uma educação correta recebida dos seus genitores e direcionado para o relacionamento amistoso, sincero, de união e amizade entre os irmãos e demais familiares.
Em 12 de abril de 1932, casou-se com Celcina Azevedo, companheira fiel e dedicada, seu único e verdadeiro amor, sentimento que lhe é retribuído na mesma intensidade. Com ela teve 10 filhos: Niete, Nilza, Edval, Evan, Nelcy, Nely, Cilene, Arnaldo, todos bem encaminhados, e dois falecidos com 4 e 10 meses de idade. D. Celcina, mulher afetuosa, devotou-se inteiramente ao marido, à administração do lar e ao zelo dos filhos, a quem proporcionou educação respaldada na honradez, no respeito e na dignidade.
Seu Agnelo foi comerciante durante 43 anos, ao cabo dos quais se aposentou. Sua vida comercial foi assaz ilibada, cumpria rigorosamente com as suas obrigações sociais e civis, gozando de excelente conceito entre os colegas, os amigos e a comunidade.
Começou a sua lida desde cedo. Portanto, teve uma trajetória de vida dedicada ao trabalho que incluiu o comércio varejista diversificado, igualmente no negócio rural, comercializando algodão, cuidando de roça e criação de animais. Confessa que hoje seu maior prazer é desfrutar o sossego da propriedade rural, fazendo passeios e exercícios no campo, convivendo com a natureza e deliciando-se com essa dádiva divina que lhe estimula a felicidade de viver.
Foi iniciado no aprendizado primário por um professor africano vindo de Salvador, de nome Manoel Galiza, tendo concluído apenas o terceiro ano. Afirma que, apesar de não ter estudado o suficiente para concluir um curso que lhe desse maior conhecimento literário, pois era um “inimigo” da escola – preferia as lidas do campo e do comércio –, incentivou seus filhos e disponibilizou as condições necessárias para que todos tivessem a sua formação intelectual e profissional, os quais preencheram suas esperanças e expectativas, e diz esperar que os netos também persigam esses ideais.
Homem simples, proveu a família sem lhe deixar faltar o necessário e o indispensável. Enfrentou dificuldades, mas obteve êxitos com determinação e a coragem de um destemido vencedor, declarando que o seu maior patrimônio é a família, com a qual vive feliz, em harmonia e união, tendo o respeito e a consideração de todos.
Lembrando-se da juventude, fez uma retrospectiva. Que Dona Celcina não esboce ciúmes! Disse que, julgando-se independente e nos arroubos de jovem, foi um grande paquerador à moda de sua época até conhecer a sua cara-metade e atual esposa, com quem partilha a felicidade de um convívio de respeito mútuo, de afinidades recíprocas e de amor consagrado pelo ensinamento da igreja católica de que “O que Deus uniu o homem não separe”.
Em suas reflexões, conclui que desejaria ter mais anos de vida, prolongando assim o convívio com sua inseparável e dileta esposa, filhos, netos, demais parentes e amigos, desde que fosse mantida a lucidez, a audição, a visão e a liberdade de movimentos, enfim, uma vida saudável. Para tanto, são dirigidas preces a Deus, as quais faz por intercessão da Santíssima Protetora Nossa Senhora, mãe de Jesus Cristo.
Relata que é uma pessoa sadia, em se desconsiderando os queixumes, as limitações e as doenças próprias da idade. Contou que, certa feita, ao se consultar com um médico, este, para testar os reflexos e a sua lucidez de provecto, pediu-lhe que escrevesse, no verso da receita, o que pensava da velhice. Ele, exercitando os neurônios, buscou nos recônditos da memória a seguinte quadra de sua autoria: Não tem ninguém mais feliz/Do que um velho independente/Para expressar o que deseja/Com o poder de sua mente.
Seu Agnelo, aos 93 anos, é um homem lúcido, consciente do dever cumprido, estribado no exercício pleno da cidadania, atento ao convívio social, civil e político, de invulgar qualidade moral e ilibada conduta. Orientou sua vida na direção dos bons exemplos de dignidade, fazendo prevalecer a justiça, o equilíbrio e a sensatez, sendo incapaz de ferir alguém. Preserva e honra a família a quem ama com a força que lhe brota do coração. É compreensivo e solidário, fiel e terno com a sua esposa e filhos. Nenhuma mácula há a denegrir a reputação desse cidadão exemplar. Preza os amigos, devotando-lhes lealdade, respeitando-os quanto as suas individualidades. É humilde, sereno sem preconceito de qualquer espécie.
É imperioso que o exemplo dessa figura humana extraordinária seja conhecido e divulgado para que os pósteros – a nossa juventude – o tenham como paradigma, pois quem assim procede dignifica e honra a sociedade, visto que a convivência com as pessoas e com a família, calcada nos exemplos citados, constitui o alicerce da conduta exemplar, do respeito e da autoridade moral.
Finalizando, quero desejar ao amigo Sr. Agnelo dos Santos Azevedo que as suas esperanças sejam concretizadas conforme a vontade de Deus e afirmar, com toda propriedade, que, pela sua conduta de homem íntegro, pelo seu caráter, sua honestidade, sua idoneidade e atos de moralidade, qualidades que o dignificam, a sociedade brumadense o reconhece como uma pessoa de virtudes e moral ilibada. Presto-lhe homenagem com o seguinte poema de Bastos Tigre:
“Entre pela velhice com cuidado, /pé ante pé, sem provocar rumores, / que despertem lembranças do passado, / sonhos de glória ou ilusões de amores. / Do que houveres no pomar plantado, / apanha os frutos e recolhe as flores. / Mas, lavra ainda e cuida o teu eirado, / outros virão colher quando te fores./ Não faças da velhice enfermidade,/ alimenta o espírito na saúde,/ luta contra as tibiezas da vontade./Que a neve caia, que o andar não mude,/ mantém-te jovem, não importa a idade,/tem cada idade a sua juventude”.
Adendo:
Em homenagem aos 100 (cem) anos de vida de Seu Agnelo, completados no dia 14/05/2008, com missa em Ação de Graças rezada na Igreja Matriz, no dia 17/05/2008, republico o artigo que escrevi falando da sua figura de homem respeitável e moralmente correta. Trata-se de uma enciclopédia viva da nossa história e está muito lúcido, apesar da idade centenária. Um exemplo de pessoa que diz só ter amigos. Pelo seu perfil de homem honesto e incorrupto, rendo-lhe homenagens.
Prestaram homenagens: familiares com mensagem pelos seus 100 anos relatando emocionantes virtudes generosas do aniversariante – prudência, temperança, fortaleza, justiça, conforme ensina a Igreja Católica corroborados por amigos do homenageado.
Homenagens:
A deputada Ivana Bastos manifestou na Assembleia Legislativa sinceras congratulações para o senhor Agnelo dos Santos Azevedo, pela passagem dos seus 104 anos, comemorados com grande alegria pelos seus familiares, amigos e admiradores.
Dê ciência desta Moção à Câmara de Vereadores, aos familiares do homenageado e aos meios de comunicação local.
Sala das Sessões em 14 de maio de 2012.
Ivana Bastos – deputada Estadual - PSD.
Adendo: Ao completar 105 anos o vereador Weliton Lopes prestou-lhe homenagem na Câmara de Vereadores lendo a sua biografia e acrescentou: “Por tudo isso, representantes do povo, não poderíamos deixar de prestar essa homenagem ao cidadão Agnelo dos Santo Azevedo, que nos honra muito e dignifica, inclusive, a palavra Cidadão”.
Sala das sessões da Câmara de Vereadores de Brumado-Bahia, em 17 de maio de 2012.
Por Antônio Novais Torres.
A cidade de Brumado, que sempre foi considerada uma cidade pacata e hospitaleira, vem se tornando uma das mais violentas de toda a região. Isso se comprova pela grande quantidade de assaltos registrados nos últimos meses. "Não aguentamos mais essa situação". "Isso já está fora de controle, é uma assalto atrás do outro. Cadê a polícia? Cadê o prefeito? Cadê os vereadores? Será que só vão se mover depois que acontecer alguma coisa com eles? Pelo amor de Deus, estamos sem segurança. Esses marginais estão tomando conta da nossa cidade. Cadê as autoridades de nossa cidade, Brumado virou uma terra sem lei?". Esses são depoimentos de pessoas que a cada dia enviam suas palavras de revolta para a redação do Brumado Agora. A população brumadense espera por uma solução urgente. Medidas “para ontem” é o que cobra a população da cidade, principalmente os comerciantes que tem os seus estabelecimentos invadido por bandidos todos os dias. Outro internauta expressou sua indignação com o que está acontecendo na cidade, "Realmente estamos completamente sem segurança, presos em nossos lares, pelo que estamos percebendo é que a cidade está sem autoridade, a polícia quando chega o marginal já está. O que o comando está fazendo? sabemos que a violência está em todos os lugares, mas aqui está demais. Se todos os policiais, de soldado à oficiais, fossem para as ruas a população iria sentir-se mais protegida, pois é o que queremos, é que se dê um basta nessa violência e não só mostrar estáticas que não levam a nada. só no papel". Brumado é uma cidade com mais de 60 mil habitantes e o contingente policial não é o suficiente para atender as demandas de uma população desse porte, até quando o Governo do Estado irá virar as costas para uma cidade tão importante e de um povo trabalhador e que quer sempre o melhor? 'Brumado pede PAZ, o povo quer PAZ'.
Você sabia que atualizar a sua caderneta de vacinação é tão importante quanto deixar a do seu filho em dia? Um levantamento da Universidade de Michigan, nos Estados Unidos, 61% dos adultos não se lembram da última vez que foram vacinados contra a coqueluche, o que significa que eles mesmo sem querer podem expor bebês vulneráveis à doença.Isso porque os sintomas de uma doença como a coqueluche são quase imperceptíveis em nós, adultos, mas no organismo frágil dos pequenos podem ser bem mais intensos, como conta o infectologista Jean Gorinctieyn, do Hospital Emilío Ribas (SP): “Um adulto que não recebeu o reforço de uma vacina pode desenvolver um quadro pequeno de coqueluche, com tosse efebre fraca. Mas, quando ele leva isso para locais de convívio social, como shoppings ou transporte público, pode contaminar crianças que ainda não receberam todas as doses da vacina”. Isso também pode acontecer com outras doenças, como sarampo e até mesmo uma gripe.Sem medoVamos fazer um teste: qual foi a última vez que você foi vacinado? Se já faz tanto tempo que você nem consegue se lembrar direito, pode estar na hora de abrir a gaveta e conferir se são necessárias doses de manutenção. Por Andressa Basilio Revista Crescer.
Por Carlos Prates
Neste mês o SESI divulgou uma pesquisa sobre a procura de profissionais técnicos para o Setor Industrial. Até 2015 serão necessárias cinco milhões e quinhentas mil pessoas, em várias áreas de especializações – mecânica, elétrica, mecatrônica, construção, entre outras. Sugiro que você leia com muita atenção estas informações, pois elas poderão fazer diferença em sua vida profissional: O Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec) tem como objetivo expandir, interiorizar e democratizar a oferta de cursos técnicos e profissionais de nível médio, e de cursos de formação inicial e continuada para trabalhadores. A medida intensifica o programa de expansão de escolas técnicas em todo o país. Além disso, o Pronatec visa à ampliação de vagas e expansão das redes estaduais de educação profissional. Ou seja, a oferta, pelos estados, de ensino médio concomitante com a educação profissional. Por intermédio do Pronatec será dada celeridade ao acordo firmado no governo anterior com o Sistema S (Sesi, Senai, Sesc e Senac), segundo o qual essas entidades devem aplicar dois terços de seus recursos advindos do imposto sobre a folha de pagamentos do trabalhador na oferta de cursos gratuitos. Dessa forma, as escolas do Sesi, Senai, Sesc e Senac receberão alunos das redes estaduais do ensino médio, que complementarão a sua formação com a capacitação técnica e profissional. O mesmo projeto de lei que cria o Pronatec amplia o alcance do Fundo de Financiamento ao Estudante do Ensino Superior (Fies), que passa a chamar-se Fundo de Financiamento Estudantil, com a mesma sigla. Assim, o fundo poderá prover mais duas linhas de crédito, sendo uma para estudantes egressos do ensino médio, outra para empresas que desejem formar seus funcionários em escolas privadas habilitadas pelo MEC ou no Sistema S. O funcionamento é similar ao do Fies do ensino superior, porém com 18 meses de carência e seis vezes o tempo do curso, mais 12 meses para pagamento. Dúvidas mais frequentes dos futuros participantes 1) Como posso me inscrever no Pronatec? Como existem várias iniciativas, não existe um sistema unificado de inscrições. As novas vagas serão abertas em escolas públicas estaduais, nos Institutos Federais de Educação, Ciência e Tecnologia e nos Serviços Nacionais de Aprendizagem - como o Senai e o Senac. Cada uma dessas instâncias terá inscrições e critérios próprios para seleção de participantes no Pronatec. 2) O candidato que não tenha terminado o ensino médio pode participar do programa? Os candidatos interessados em participar do Pronatec devem procurar sua instituição de ensino ou uma instituição federal em seu estado para saber mais sobre os critérios e condições de ingresso no programa. 3) Pessoas que já concluíram o ensino médio podem participar do Pronatec? Sim, na modalidade Bolsa Formação Trabalhador. 4) As redes de ensino municipais podem participar do Pronatec? As cidades que desejarem participar do programa devem procurar a sua secretaria estadual de educação. 5) Como fazer as inscrições? Procure informações na secretaria de educação do seu estado, na rede estadual de educação, nos institutos federais ou nas unidades dos serviços nacionais de aprendizagem. 6) Sou estudante e gostaria de saber se fui selecionado para um curso. Você deve entrar em contato com a instituição de ensino em que fez sua matrícula. Finalizando, sugiro que você acesse o site www.pronatec.mec.gov.br (fonte deste artigo) e obtenha mais informações. Vá em frente e sucesso!
Por Carlos Prates
No mês de junho, manifestações populares explodiram no Brasil, onde moradores de cidades de todos os tamanhos reivindicaram mudanças no conteúdo e na forma de agir dos políticos, bem como no estabelecimento de prioridades. No centro de tudo estavam elas, as Redes Sociais, promovendo a ligação entre pessoas, inicialmente levadas a postarem mensagens de apoio, repúdio, alegria, ódio, esperança, incentivo, devaneios e conspirações sobre os personagens que comandam a política. Ainda é cedo para afirmar se é uma tendência que veio para ficar ou é um “arroz de festa”, entretanto muito estudiosos no assunto são categóricos em relação ao que vem ocorrendo no Brasil e no Mundo: - Os políticos devem estar atentos aos comentários e reivindicações das Redes Sociais. Elas podem estreitar a relação com o eleitorado e também serem usadas para a veiculação de calúnias, difamações e cobrança de aprovação de projetos realmente de interesse da população. Não foi por acaso que “A Lei da Ficha Limpa” e alguns projetos já foram total ou parcialmente aprovados, depois da pressão das ruas e repercussão na internet.- Com uma imprensa livre e focada nos interesses do País, muitas das notícias veiculadas nos grandes meios de comunicação reverberam nas Redes e ajudam a formar a opinião dos leitores. A grande mídia também foi objeto de protesto nas recentes manifestações. - Muitos dos seus participantes encontraram um meio de comunicação eficaz para terem voz e vez, notadamente as minorias sociais. Cabe a nós fazermos algumas reflexões: Essas manifestações na internet e nas ruas fazem parte de um modismo ou vieram para ficar? Os brasileiros passarão a ter mais interesse pela política? Os homens e mulheres honestos irão concorrer a cargos públicos? Os políticos que estão no poder há anos, cheios de vícios e legislando em causa própria, mudarão as suas atitudes? Quais os impactos que as Redes Sociais provocarão nas próximas eleições, notadamente na escolha do novo Presidente da República e Governadores? Serão expulsos da política brasileira os corruptos que roubam o dinheiro público? Ao que tudo indica, viveremos momentos de grandes mudanças, para melhor, resgatando a esperança, através de uma maior participação do eleitor, atento ao que ocorre em Brasília e em todos os 5.565 municípios brasileiros.


















