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Ibotirama: Padrasto que colocou agulhas em enteado é julgado

Ibotirama: Padrasto que colocou agulhas em enteado é julgado
O caso repercutiu em todo o Brasil na época. (Foto: Reprodução)

Cinco anos após colocar 31 agulhas no corpo do enteado, Roberto Carlos Magalhães vai a júri popular nesta quinta-feira (13), no município de Ibotirama, oeste do estado. O caso foi descoberto em dezembro de 2009, quando a criança, na época com 2 anos e oito meses queixou-se de dores que aparentemente não apresentavam hematomas e  fez um exame de raio-x. Na ocasião, o acusado declarou que a ação foi feita como parte de um ritual de magia negra, a fim de vingar-se da mãe da vítima. A criança chegou a ser transferida para o Hospital Ana Nery, em Salvador, onde foram retiradas 22 das 31 agulhas. Duas estavam no coração e mais duas no pulmão. O acusado foi preso, mas chegou a fugir da prisão no fim de 2010, mas foi recapturado dias depois da ação na casa de parentes. Ao Ministério Público da Bahia (MP-BA), que fez a denúncia do caso, o acusado revelou ainda que teve a ajuda de duas mulheres - uma delas a suposta amante -, que foram liberadas pela Justiça por falta de provas. 


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