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Bahia melhora perfil de endividamento enquanto nove estados têm piora do indicador, segundo portal UOL

Bahia melhora perfil de endividamento enquanto nove  estados têm piora do indicador, segundo portal UOL

De acordo com levantamento publicado pelo portal, neste final de semana, a relação entre a dívida e a receita corrente líquida caiu de 52% em 2013 para 32% em abril deste ano, num caminho inverso ao de nove estados brasileiros, que aumentaram o comprometimento da receita com a dívida pública nos últimos quatro anos.  A Bahia melhorou o seu perfil de endividamento entre 2010 e 2014, num caminho inverso ao de nove estados brasileiros que viram aumentar o comprometimento da receita com a dívida pública nos últimos quatro anos, mostra levantamento publicado neste final de semana pelo portal UOL. Com o título "Nove governadores vão terminar o mandato com seus Estados mais endividados", a matéria destacada na capa do portal relaciona os estados onde o indicador piorou, e mostra que na Bahia, sob o comando do governador Jaques Wagner, a relação entre a dívida e a receita corrente líquida caiu de 52% em 2013 para 32% em abril deste ano. A comparação, de acordo com o portal, foi feita com base em dados dos balanços publicados no final de 2010 e em abril de 2014. "Nesse período, Acre, Amapá, Espírito Santo, Pernambuco, Piauí, Rondônia, Roraima, Sergipe e Tocantins passaram a comprometer percentualmente mais a receita com a dívida", afirma a reportagem. A relação entre a dívida e a receita corrente líquida, explica ainda o texto, é um parâmetro estabelecido na Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF). De acordo com a lei, os estados podem chegar até a relação de 200% entre a dívida e a receita. Estados que registram comprometimento superior a este patamar ficam impossibilitados de pedir novos financiamentos. Na Bahia, o nível de comprometimento da receita com a dívida vem diminuindo desde o início da gestão do governador Jaques Wagner, em 2007, enfatizou o secretário da Fazenda do Estado, Manoel Vitório, salientando que ”em 2006, a relação equivalia a 100%, mais que o dobro da atual. Essa performance atesta o equilíbrio fiscal do Estado”.


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