Foto: Agência Reuters
Quarenta e cinco minutos de solidão de Lionel Messi em campo foram suficientes para que a Argentina tivesse uma certeza: o quadrado mágico ofensivo é primordial para as pretensões na Copa do Mundo de 2014. Não somente pela qualidade técnica indiscutível do próprio Messi, Agüero, Higuaín e Di María, mas, principalmente, pela disposição tática que eles permitem para equipe quando estão juntos em campo. Na vitória por 2 a 1 sobre a Bósnia, domingo, no Maracanã, na estreia no Mundial, os hermanos tiveram dois tempos distintos. Mais do que isso, Messi teve duas exibições completamente opostas. E isso se deu nitidamente pela mudança do 5-3-2 para o 4-3-3.
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