O taxista da corrida que levou até o local do crime a dupla que confessou ter matado o aluno de de veterinária da UFBA, Charles Muller Silva dos Santos, 21 anos, depôs no Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), em Salvador. O relato foi prestado a Marcelo Sansão, titular da 1ª Delegacia de Homicídios (DH/Atlântico), na noite de quarta-feira (2). Um adolescente de 17 anos foi apreendido e um homem de 20 preso - eles confessaram autoria. De acordo com a DHPP, ele alegou estar abalado e ter ficado em estado de choque desde o dia do crime. Ele já trabalha no ramo há 25 anos e ficou assustado com as suposições de que estaria envolvido no crime. O motorista informou que foi abordado por um dos rapazes no fim de linha do Engenho Velho da Federação, solicitando corrida com destino ao Hospital Jorge Valente, na Avenida Anita Garibaldi. O taxista disse que já tinha encerrado o expediente e que o rapaz insistiu dizendo que o trecho era curto. Logo depois, o segundo se aproxima, entra no carro e senta no banco ao lado do motorista. Em depoimento, ele diz que eles não conversaram em nenhum momento da viagem. Ao se aproximarem do hospital, os suspeitos pediram que ele continuasse viagem, até avistarem o carro do estudante parado em frente à residência universitária. Ainda dentro do táxi, um deles pediu que o outro pegasse a arma. O motorista disse que ficou nervoso e imaginou que seria vítima de um assalto, quando a dupla pediu que ele parasse o carro. Informações G1.
O taxista da corrida que levou até o local do crime a dupla que confessou ter matado o aluno de de veterinária da UFBA, Charles Muller Silva dos Santos, 21 anos, depôs no Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), em Salvador. O relato foi prestado a Marcelo Sansão, titular da 1ª Delegacia de Homicídios (DH/Atlântico), na noite de quarta-feira (2). Um adolescente de 17 anos foi apreendido e um homem de 20 preso - eles confessaram autoria.
De acordo com a DHPP, ele alegou estar abalado e ter ficado em estado de choque desde o dia do crime. Ele já trabalha no ramo há 25 anos e ficou assustado com as suposições de que estaria envolvido no crime.
O motorista informou que foi abordado por um dos rapazes no fim de linha do Engenho Velho da Federação, solicitando corrida com destino ao Hospital Jorge Valente, na Avenida Anita Garibaldi. O taxista disse que já tinha encerrado o expediente e que o rapaz insistiu dizendo que o trecho era curto. Logo depois, o segundo se aproxima, entra no carro e senta no banco ao lado do motorista.
Em depoimento, ele diz que eles não conversaram em nenhum momento da viagem. Ao se aproximarem do hospital, os suspeitos pediram que ele continuasse viagem, até avistarem o carro do estudante parado em frente à residência universitária. Ainda dentro do táxi, um deles pediu que o outro pegasse a arma. O motorista disse que ficou nervoso e imaginou que seria vítima de um assalto, quando a dupla pediu que ele parasse o carro.
À polícia, o motorista disse ainda que tentou colocar o carro em movimento, mas deixou o veículo "morrer" devido ao nervosismo, até que conseguiu ligar novamente e deixar o local do crime. O delegado Marcelo Sansão concluiu que ele não teve participação no latrocínio.
A vítima cursava medicina veterinária e estava na porta da residência estudantil, na Avenida Garibaldi, quando foi vítima da dupla. A vítima era filho único, completaria 22 anos neste mês de abril e se preparava para concluir o curso, com formatura prevista para janeiro do ano que vem. Informações G1.



















