O brumadense José Hermano, usuário da linha de transporte rodoviário da empresa Novo Horizonte, expressou, através da rede social Facebook, sua indignação quanto aos serviços prestados pela empresa e ainda narrou o problema que teve quando utilizou um dos ônibus."Estava vindo de Vitória da Conquista para Brumado em um desse "ônibus" se é que podemos chamar isso de "ônibus" ,quando começou a ter problema durante a viagem. Aí não teve jeito, já estava outro ônibus parado com problemas também. Nossa, quando é que essa "empresa" vai tomar uma atitude em prol da segurança de seus passageiros?", relatou. Ele ainda citou que os reparos no coletivo foram realizados sem que a devida sinalização fosse colocada na via, a fim de alertar os demais condutores de veículos. "Uma equipe da manutenção realizou o serviço em uma via sem elaboração de nenhuma sinalização correndo o riso de ser atropelados. Gente, será que os orgãos competente "AGERBA" não estão vendo isso? quantas pessoas mais vão ter que perder a vida para que seja tomado uma providência?", indignado, escreveu o internauta.




















wallas soares
Realmente essa empresa ja passou dos limites. Sempre preciso da condução para viajar, mas sem ter concorrência ficamos a mercê de uma só empresa. Os ônibus não tem qualidade nenhuma.
Aparecida
Esse problema é muito antigo em nossa cidade com essa empresa e nossos representantes não fazem nada. Estamos a mêrce de empresários inescrupulosos que só visam o lucro. Brumado está se tansformando em terra de ninguém!
Aguiar Silva
A AGERBA faz vista grossa com essa empresa meu caro! Sempre foi sinônimo de atraso, desrespeito, sujeira, falta de manuntenção preventiva, só é feita a corretiva... Já viajei em ônibus dessa empresa que nem água no radiador tinha, tivemos que parar e pegar numa lagoa para repor... Mas falta concorrência e eles não deixam nenhuma outra empresa entrar na região.
Antonio Neto Santos
A empresa não é fiscalizada nem pela AGERBA e nem pela ANVISA. O ônibus que viajei de Bdo para SSA no dia 27/01/14 vindo de Guanambi, estava com três cadeiras sem condição de uso.