O mundo do jornalismo esportivo e do Flamengo está de luto com a triste notícia do falecimento de Washington Rodrigues, conhecido carinhosamente como Apolinho, aos 87 anos. O renomado jornalista deixou um legado marcante com suas análises e comentários, que influenciaram gerações de ouvintes nas rádios Globo e Tupi. Além de sua brilhante carreira como comentarista esportivo, Apolinho também teve uma breve e marcante passagem como treinador do Flamengo, em 1995, a convite do então presidente Kleber Leite. Sua paixão pelo clube sempre foi evidente, e seu nome ficará para sempre associado à história rubro-negra. A morte de Apolinho ocorreu durante a partida entre Flamengo e Bolívar, pela Libertadores, nesta quarta-feira, deixando o mundo do futebol de luto. Criador de diversos bordões e expressões que se tornaram parte da cultura popular carioca, Apolinho fez uma dupla inesquecível com o narrador José Carlos Araújo, o Garotinho, na Rádio Globo. Sua linguagem simples e acessível conquistou milhares de ouvintes ao longo das décadas. Nascido no Rio de Janeiro em 1º de setembro de 1936, Apolinho sempre foi um apaixonado pelo futebol. Desde jovem, organizava saídas da escola para frequentar o Maracanã, onde desenvolveu sua paixão pelo esporte. Antes de ingressar no jornalismo, trabalhou como bancário. Seu apelido, Apolinho, foi dado pelo locutor Celso Garcia, em alusão aos equipamentos usados pelos astronautas da missão à Lua Apollo 11. Essa alcunha tornou-se sua marca registrada, eternizando sua presença no rádio e no coração dos ouvintes. Apolinho dedicou grande parte de sua carreira à Super Rádio Tupi, onde apresentou o "Show do Apolinho" por 25 anos, até seu último mês de fevereiro.


















