Queda nos principais indicadores de segurança, melhoria na relação com estados e municípios, articulação para a contenção de crimes contra mulheres e crianças, redução do desmatamento na Amazônia e aposta na política de tirar de circulação armamentos ilegais. Ao lado do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e de ministros e especialistas, o ministro da Justiça e Segurança Pública, Flávio Dino, fez uma prestação de contas do setor durante os primeiros 13 meses da atual gestão do Governo Federal no Palácio do Planalto. Na conversa com jornalistas nesta quarta-feira, 31 de janeiro, ele enfatizou que uma de suas preocupações foi consolidar o Sistema Único de Segurança Pública. "Esses números são a tradução e concretização desse sistema. Segurança pública é um tema que abrange toda a sociedade, mas as maiores vítimas são exatamente os mais pobres, por isso é um tema social e institucional também", afirmou Dino. De acordo com o balanço, o Brasil fechou o ano de 2023 com o menor registro de Crimes Violentos Letais Intencionais (CVLI) desde 2010. Em 2023, foram registrados 40.429 CVLIs. No comparativo com 2022, que registrou 42.190 CVLIs, a redução é de 4,17%, o que representa quase 2 mil vidas de brasileiros e brasileiras salvos. São considerados CVLIs: homicídio doloso, latrocínio, feminicídio e lesão corporal seguida de morte. Os dados foram inseridos no SINESP, o sistema nacional de dados de Segurança Pública, e foram enviados ao Ministério da Justiça e Segurança Pública pelos 26 Estados e o Distrito Federal.


















