Agora Sudoeste
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Ouro, cobre e níquel representam mais de 60% da produção mineral da Bahia

Ouro, cobre e níquel representam mais de 60% da produção mineral da Bahia
Foto - Divulgação / Ero Copper

A diversidade mineral é um dos diferenciais para que a Bahia seja o terceiro maior produtor de minérios do país. No entanto, dos quase 50 tipos de substâncias, três se destacam por representar 66% de toda a produção mineral do estado. Dados da Secretaria de Desenvolvimento Econômico da Bahia (SDE) mostram que de janeiro a agosto, deste ano,  o ouro, o cobre e o níquel se destacaram, alavancando consequentemente a arrecadação da Contribuição Financeira pela Exploração de Recursos Minerais (CFEM), nos municípios de Itagibá, Jacobina, Jaguarari e Juazeiro, respectivamente. Conforme a Agência Nacional de Mineração (ANM), os quatro municípios citados foram os responsáveis por arrecadar mais da metade da CFEM contabilizada em todo o estado. Dos mais de R$174 milhões de reais arrecadados na Bahia (até o fechamento desta matéria), aproximadamente R$80 milhões foram dos municípios citados. Tais números significam mais verba para os cofres públicos das cidades, uma vez que os municípios produtores ficam com 60% desta arrecadação. Para o presidente da Companhia Baiana de Pesquisa Mineral (CBPM), a mineração é de grande importância para as dezenas de municípios baianos que possuem direito a esse recurso. “A mineração tem papel fundamental para o crescimento do estado. As cidades onde estão situadas as empresas são beneficiadas tanto com o dinheiro da CFEM que retorna para o município quanto pelos empregos gerados, que normalmente pagam três vezes a mais do que em outros setores, beneficiando toda a economia da cidade”, declara Tramm.


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