Conforme Pesquisa Quaest que realizou 2 mil entrevistas pessoais com brasileiros a partir de 16 anos, entre 11 a 14 de agosto, o pagamento da primeira parcela do Auxílio Brasil, no último dia 9, não teve impacto positivo relevante para Jair Bolsonaro (PL). Segundo o levantamento, na pesquisa estimulada, quando os candidatos são apresentados aos entrevistados, o presidente oscilou um ponto percentual para cima em relação ao levantamento do início do mês, portanto dentro da margem de erro de dois pontos, marcando 33% das intenções de voto. Lula (PT) também oscilou um ponto para cima, chegando a 45%. Se a eleição fosse hoje, Lula seria eleito no primeiro turno com 45% dos votos válidos, segundo o levantamento. Ciro Gomes (PDT) também oscilou um ponto para cima, na comparação com o último levantamento, marcando 6% das intenções de voto, o mesmo que Simone Tebet (MDB), que também registrou oscilação positiva de 1% e chegou a 3%. Pablo Marçal (PROS) e André Janones (Avante) deixaram a disputa ao Planalto. Vera Lúcia (PSTU), Eymael (DC), Sofia Manzano (PCB), Felipe d’Ávila (NOVO), Soraya Thronicke (União Brasil) e Leonardo Péricles (UP) não pontuaram. Eleitores indecisos são 6%, mesmo percentual dos que pretendem votar nulo. Em um segundo turno entre Lula e Bolsonaro, a Quaest mostra que 51% das pessoas votariam no petista contra 38% que votaria no atual presidente. O nível de confiança da pesquisa é 95%. A margem de erro é de dois pontos percentuais. As informações são da coluna de Guilherme Amado no portal Metrópoles.



















