Na última sexta-feira (15), durante a sessão da Câmara de Vereadores de Aracatu, os concursados aprovados no concurso público nº 01/2019, realizado pela Prefeitura Municipal de Aracatu, fizeram uso do espaço da Tribuna Livre. Na ocasião, o grupo falou sobre a atual situação do concurso público. Juliana Ribeiro, concursada, fez uso da palavra e, entre outras coisas, ressaltou que " estamos buscando os nossos direitos de assumirmos as vagas para as quais fomos aprovados com muito esforço físico, psicológico e investimento financeiro, mas estamos sendo tolhidos dos nossos direitos. Todos sabem que o Sr. Salvador José Pinheiro impetrou uma Ação Popular, em face do Município de Aracatu pleiteando a decretação da nulidade dos Editais. Convocatórios nº 001/2020 e nº 002/2020. A justiça concedeu no dia 06/01/2021, uma liminar para sustar os efeitos dos editais convocatórios nº 001/2020 e 02/2020. Somente para os convocados nos editais 001/2020 e 002/2020. O que já está sendo analisado o mérito pelo Poder Judiciário e esperamos que a justiça seja feita". Ela ainda declarou que "Um dos argumentos utilizados para a concessão da liminar foi á suposta ausência de dotação orçamentária, contudo, se o município pode custear o pagamento dos salários de inúmeros servidores temporários, obviamente, pode arcar com nossos salários, nós que fomos legitimamente aprovados em concurso público e qualificados para o exercício do cargo. É injusto o que está acontecendo conosco! Temos diversos concursados que deixaram seus empregos para assumirem o tão sonhado cargo público, já estavam no exercício da função e simplesmente foram mandados embora. Estamos aqui tratando de verba alimentar, e precisamos da ajuda de vocês Srs. Vereadores. A Prefeita pode sim peticionar na Ação Popular e reconhecer os nossos direitos e nos reconvocar. Nos ajude neste sentido, Senhores Vereadores, busquem levar essa mensagem a Prefeita Braulina que é uma servidora pública, professora concursada e sabe do que estamos falando. Peçam para que a Prefeita peticione no processo e reconheça nossos direitos para adiantar nossos retornos aos cargos, ao invés de ficarmos esperando o julgamento final da ação".



















