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Vendas no varejo baiano crescem 10,4% em abril e batem recorde

Vendas no varejo baiano crescem 10,4% em abril e batem recorde
Foto - Wilker Porto / Agora Sudoeste

As vendas no comércio varejista baiano registraram em abril de 2021 crescimento de 10,4%, frente ao mês imediatamente anterior, na série livre de influências sazonais. Essa é a maior alta para o mês desde 2000 e a maior desde agosto de 2020. Os dados, divulgados nesta terça-feira (8), foram apurados pela Pesquisa Mensal de Comércio (PMC), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) – realizada em âmbito nacional – e analisados pela Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia (SEI), autarquia vinculada à Secretaria do Planejamento (Seplan). Em relação a igual mês do ano anterior, as vendas na Bahia cresceram 36,6%. No acumulado do ano, a taxa foi positiva em 5,0%. No país, a expansão foi de 23,8%, e 4,5% em relação à mesma análise, respectivamente. O crescimento das vendas do varejo baiano em abril na análise sazonal pode ser atribuído à retomada das atividades não essenciais em Salvador, que ficaram suspensas no período de 26 fevereiro à 4 de abril por conta do decreto estadual, do resultado apresentado para a confiança do consumidor que recuperou parte das perdas sofridas em março e do dinamismo do mercado de trabalho baiano. Por atividade, em abril de 2021, os dados do comércio varejista do estado baiano, quando comparados aos de abril de 2020, revelam que sete dos oito segmentos que compõem o indicador do volume de vendas registraram comportamento positivo. O crescimento nas vendas foi verificado nos segmentos de Tecidos, vestuário e calçados (201,2%), Outros artigos de uso pessoal e doméstico (191,2%), Equipamentos e materiais para escritório, informática e comunicação (151,8%), Móveis e eletrodomésticos (138,0%), Livros, jornais, revistas e papelaria (118,8%), Combustíveis e lubrificantes (34,6%), e Artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos (27,8%). Apenas Hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo registrou variação negativa (-8,9%).


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