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Ministério de Infraestrutura se preocupa com pouco empenho de baianos pela FIOL

Ministério de Infraestrutura se preocupa com pouco empenho de baianos pela FIOL
Foto - Wilker Porto / Agora Sudoeste

O pouco empenho de empresários e políticos baianos na defesa da FIOL (Ferrovia de Integração Oeste-Leste) tem preocupado integrantes da cúpula do Ministério de Infraestrutura estão preocupados com Segundo o jornalista Jairo Costa Júnior informou na coluna Satélite do Correio,  o núcleo-duro da pasta acredita que este é o único ponto vulnerável da obra.  O leilão para subconcessão do trecho 1 da ferrovia está marcado para acontecer no próximo dia 8 de abril, na B3 (Bolsa Brasileira de Valores), em São Paulo. O lote possui 537 km de extensão, sendo que mais de 73,6% desse total já foram executados. O valor mínimo para outorga do trecho é de R$ 32,7 milhões. A concorrência despertou o interesse de investidores internacionais, em particular chineses, mas também de operadores logísticos nacionais, como a VLI, formada pela Vale, Mitsui, FI-FGTS, Brookfield e BNDES, e a Rumo, do grupo Cosan. Também deu uma injeção de ânimo ao governo da Bahia e a empresas como a Bamin (Bahia Mineração), direta e imediatamente beneficiada com o novo modal. Adversários do projeto tem feito campanha na opinião pública para retardar o leilão, alegando que o projeto “assusta” a população próxima do Porto Sul em Ilhéus e seria desnecessária, já que o escoamento de minérios vindos de Caetité, principal objetivo deste primeiro trecho, poderia ser feito pela Ferrovia Centro-Atlântica, operada pela VLI. mSegundo apuração da editora da revista In the Mine, Tébis Oliveira, os argumentos são infundados. “Como sempre no Brasil hoje em dia, sobra ativismo e falta diálogo. Há muito Ilhéus não vive de cacau. Caetité e toda a região em seu entorno podem ganhar um IDH (Índice de Desenvolvimento Humano) muito significativo com a atuação da Bamin, que trará royalties para o município e o estado da Bahia, criará empregos e renda e incrementará o mercado local e regional”. Em matéria publicada no dia 17 último no site da In the Mine, Tébis também esvazia a tese de que há riscos ambientais envolvidos.


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