“Gusmão! Era como eu o chamava carinhosamente. E ele a mim, de Cianeto. Na verdade, não perdi só um prefeito, chefe, amigo, mas sim um segundo pai. Convivi com ele desde 2008. Ele como todo pai, aconselhava, brigava, brincava, preocupava e sempre ligava perguntando como eu estava. Era como um pai. Deus vai me ensinar pela segunda vez a viver sem um pai. As qualidades de Herzem não precisam ser ditas por mim, porque já é do conhecimento de todos. Mas vou falar de uma coisa que marcou todo meu convívio com ele desde 2008. Mesmo eu trabalhando com ele sendo funcionário assessor, ele nunca deixava de pronunciar uma frase quando ele ia dar uma ordem, 'meu filho faça isso, por favor' Com certeza ele está nos braços do Pai todo Poderoso. Deus continuará no comando sempre!”, escreveu Ciano.




















