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Pesquisador da Uesb está entre cientistas mais influentes do mundo

Pesquisador da Uesb está entre cientistas mais influentes do mundo
Foto - Divulgação

Estudo realizado por uma equipe de pesquisadores da Universidade de Stanford, nos Estados Unidos, e publicado pelo jornal Plos Biology, destacou os quase 100 mil pesquisadores mais influentes no mundo. Considerado de alta credibilidade e excelência científica, o banco de dados atualizado de cientistas destacou 600 brasileiros, dentre eles, o professor da Uesb, Marcos Bezerra. Participar da lista representa que o docente é um dos mais influentes do mundo no ano de 2019. O professor Marcos Bezerra é lotado no Departamento de Ciências e Tecnologias (DCT) e docente permanente do Programa de Pós-Graduação em Química e do Programa de Pós-Gradução em Genética, Biodiversidade e Conservação, no campus de Jequié. Com larga experiência em pesquisas e orientações de discentes, ele possui 100 artigos publicados, a maior parte deles nos Qualis A e B da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes). “Realmente, eu não esperava aparecer nesse ranking. Há tantos excelentes pesquisadores em nosso país e fora dele, trabalhando nas fronteiras da ciência e com uma produção de excelente qualidade, que me senti imensamente honrado”, contou o professor. Para ele, o que o levou ao ranking, provavelmente, foi a qualidade e o alcance da produção científica do grupo de pesquisa do qual participa. Além disso, lembrou da produção de livros, capítulos de livros e comunicações em congressos sobre temas que têm despertado bastante interesse na comunidade científica em geral, não apenas na área da Química. “Esse interesse é notado pela expressiva citação dos nossos trabalhos no Brasil e no exterior. Um artigo de revisão nosso em parceria com a Universidade Federal Fluminense, por exemplo, atingiu a marca de 2.800 citações até o momento. Esse trabalho foi publicado no conceituado periódico Talanta (Elsevier) e tem, juntamente com outros, contribuído para aumentar os índices que permitem a avaliação da qualidade de nossa produção”, destaca o pesquisador.


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