A aquisição de novos equipamentos eletroeletrônicos e, principalmente, a alteração no comportamento do consumo residencial são os fatores que mais impactam no valor da conta de energia. Em tempos de isolamento social para conter o avanço do coronavírus, a permanência de mais pessoas dentro de casa alterou a forma como as famílias consomem energia. O resultado dessa mudança de rotina diária tem reflexos diretos na fatura, mesmo sem reajuste na tarifa de energia. Para não ser surpreendido no fim do mês, o cliente deve estar atento, adotar hábitos de consumo consciente para evitar desperdícios e adequar o valor da conta ao orçamento doméstico. “O consumidor precisar estar consciente que se não houve incorporação de novos aparelhos eletrônicos na residência, a resposta para uma eventual evolução da conta está no comportamento de consumo”, comenta Ana Mascarenhas, gerente de Eficiência Energética da Coelba. Em casa, praticamente em tempo integral, não é incomum que as pessoas abram e fechem a geladeira com mais frequência, acionem equipamentos elétricos - tais como micro-ondas ou ar condicionado - mais vezes ou deixem as crianças utilizarem vídeo game e assistirem TV durante mais tempo do que o normal. Esses hábitos estão diretamente relacionados ao consumo de energia. Por isso, a Coelba, empresa da Neoenergia, reforça as dicas de consumo consciente e lembra que, independentemente do isolamento social, sempre é possível adequar alguns hábitos e atitudes no dia a dia, reduzindo o consumo e minimizando o impacto na conta de energia.



















