Com a justificativa de que o deputado estadual eleito Pastor Tom (Patriota) não apresentou “prova da filiação partidária” no momento em que requereu registro de candidatura para as eleições deste ano, o Ministério Público Eleitoral (MPE) apresentou, nesta quarta-feira (19), um recurso ao Tribunal Regional Eleitoral da Bahia (TRE-BA) para reverter a diplomação do deputado. Ele recebeu o certificado na segunda-feira (17), durante cerimônia no Teatro Castro Alves. De acordo com informações do Acorda Cidade, na ocasião, ele alegou ser policial militar da ativa e que estava dispensado de tal obrigação [filiação partidária]. O MPE, porém, verificou que Pastor Tom já estava afastado das suas atividades na Polícia Militar desde 2016, em virtude do mandato de vereador na cidade de Feira de Santana. No recurso, o Ministério Público explica que solicitou informações sobre o vereador ao Comando da Polícia Militar, mas ainda aguarda resposta. Caso Tom perca o mandato quem assumirá é o primeiro suplente Josafá Marinho que teve 29.335 votos, com isso Márcio Moreira que é atualmente o segundo suplente ficaria na primeira suplência.



















