Menos inflação, juros mais baixos e recuperação da economia e do emprego após dois anos de uma recessão “brutal”. Para o presidente da República, Michel Temer, esse é o cenário conquistado a partir das reformas econômicas aplicadas nos últimos meses, e que será ainda melhor diante do avanço de outras medidas, em especial a reforma da Previdência Social. Em reunião com líderes partidários, nessa segunda-feira (6), o presidente agradeceu o empenho dos parlamentares no esforço de aprovar as medidas econômicas, as quais não teriam seguido adiante "não fosse a determinação do Congresso Nacional". Ao enaltecer esse esforço conjugado, Temer reafirmou a determinação em aprovar a reforma da Previdência como forma de consolidar a retomada da economia brasileira. “Não vamos paralisar. Vamos continuar com as reformas e o tema da reunião de hoje é exatamente essa continuação das reformas, uma delas é a da Previdência Social [...] é, digamos assim, uma continuação importante, fundamental, para uma espécie de fecho das reformas que estamos fazendo”, disse ele aos líderes. Ao citar os dados positivos da economia, como a queda dos preços e dos juros e a retomada do emprego, o presidente atribuiu a necessidade de se alterarem as regras previdenciárias como uma necessidade do País, e não um objetivo pessoal. “A reforma da Previdência não é pessoal [...] Se não houver reforma da Previdência, isso não ajudará na criação de empregos, isso dificulta os investimentos governamentais, que estarão direcionados para cobrir o déficit previdenciário”, apontou. Considerada essencial para reequilibrar as contas públicas de forma sustentável, a reforma da Previdência prevê a adoção de uma idade mínima de 65 anos para homens e de 62 anos para mulheres acessarem o benefício.


















