Na manhã da última sexta-feira (14), os trabalhadores do judiciário baiano decretaram estado de greve e de assembleia permanente. A decisão foi tomada em assembleia extraordinária realizada na sede do Sindicato dos Servidores dos Serviços Auxiliares do Poder Judiciário do Estado da Bahia (SINTAJ). No estado de greve a categoria pode deflagrar o movimento paredista a qualquer momento. A deliberação dos servidores foi motivada pela insatisfação com o não pagamento do reajuste linear, direito garantido por lei e negado pelo governador Rui Costa desde janeiro, data base para o pagamento da reposição. Os trabalhadores também estão indignados com a presidente do Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA) que não vem cumprindo, segundo eles, os acordos firmados com a categoria, a exemplo do não pagamento de grande parte dos passivos devidos aos servidores do TJ-BA. Eles ainda estão insatisfeitos com a não elaboração de um novo PCS, garantindo assim a equidade de venciemnto entre todos os servidores, entre outras. As mobilizações realizadas pelos trabalhadores ainda são contra a PEC 241, que já foi aprovada em 1º turno na Câmara de Deputados e congela os gastos com o setor público. Nesta sexta-feira (19) os trabalhadores paralisam as atividades por 24 h e promovem ato no TJ-BA.


















