Na tarde desta quinta-feira (06), os representantes dos bancários levarão a nova proposta dos bancos para ser votada pelos trabalhadores em assembleias. Caso a maioria vote a favor, a mobilização acaba na sexta-feira (07). Durante reunião que terminou no meio da madrugada de quinta-feira, a Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) elevou de 7% para 8% a oferta de reajuste salarial, manteve o abono em R$ 3,5 mil, e propôs ainda reajuste de 15% no vale-alimentação, 10% no vale-refeição, 10% no auxílio creche-babá. A categoria pleiteia 14,78% de reajuste nos salários. A Fenaban também melhorou de 0,5% para 1% o aumento real proposto para 2017. Outro ponto definido durante a reunião é que os trabalhadores não precisarão compensar os 31 dias parados, completados nesta quinta-feira. Também ficou acordado que haverá a formação de um grupo de trabalho com pauta e prazos pré-definidos de requalificação de bancários e critérios de realocação, para evitar as demissões na categoria. Os trabalhadores reivindicam reajuste salarial de 14,78%, sendo 5% de aumento real e 9,31% de correção da inflação; participação nos lucros e resultados correspondente a três salários mais R$ 8.297,61; piso salarial de R$ 3.940,24; vales-alimentação e refeição; auxílio-educação; 13ª cesta básica e auxílio-creche/babá no valor do salário mínimo nacional (R$ 880) e 14º salário.


















