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Brumadenses divergem sobre fechamento da Praça Coronel Zeca Leite nos finais de semana

Brumadenses divergem sobre fechamento da Praça Coronel Zeca Leite nos finais de semana
Foto: Wilker Porto | Brumado Agora

A Prefeitura de Brumado, por meio do setor de fiscalização, notificou os proprietários de bares, restaurantes, pizzarias, lanchonetes e demais comerciantes que utilizam praças ou calçadas para a comercialização de diferentes tipos de produtos, indicando que estes não mais poderiam colocar mesas e cadeiras nas calçadas ou praças, conforme a Lei Municipal nº 317 de dezembro de 1966. A decisão gerou descontentamento por parte dos comerciantes, que chegaram a protestar da Câmara de Vereadores, alegando, principalmente, que estavam perdendo a clientela e tendo prejuízos. Diante disso, a secretaria de infraestrutura do município, visando adequar o uso dos espaços, realizou um estudo de viabilidade para executar um projeto onde as praças seriam fechadas nos finais de semana, permitindo assim que os comerciantes possam colocar as mesas e cadeiras nas calçadas e os pedestres tenham livre acesso pela rua. Inicialmente, o projeto foi posto em prática nas noites do último sábado e domingo, na Praça Coronel Zeca Leite, a partir das 19h. No local foram colocados cones, bloqueado assim a entrada de veículos em suas imediações. No entanto, a população diverge sobre a medida: “a SEINF e prefeitura estão erradíssimas, e o direito de ir vir do pedestre? onde fica? quer dizer que por causa de meia dúzia de comerciantes, que descumpriram uma lei, agora os pedestres e motoristas tem a passagem  bloqueada. É com essas e outras que brumado não vai pra frente!”, disse o internauta Giovani. “A idéia realmente é boa, mas ainda falta a conscientização dos motoristas. Alguns ainda insistem em trafegar por algumas destas partes interditadas, principalmente motociclistas. Nestes primeiros momentos, julgo necessário uma fiscalização voltada à orientação destes motoristas que ainda persistem em transgredir esta nova ordem”, opinou o internauta Rogério Almeida. “Com tanta coisa para se fazer; onde fica o direito de circular pelas ruas? Há quanto tempo existe essa praça e porque só agora querem fazer isso? Quando os justos se engrandecem, o povo se alegra, mas quando o ímpio domina, o povo geme”, ressaltou outro.


Comentários
  • Edson Cardoso

    Eu acho um absurdo o fechamento das praças a fim de virarem espaço de comércio

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