Os trabalhadores de Educação realizam de 15 a 17 de março uma paralisação nacional. A categoria reivindica reajuste de 11,36% para todos os níveis, respeitando o Plano de Carreira, revisão e reestruturação do Plano de Carreira do Magistério, cumprimento da Lei 11.738/08 do Piso Nacional e adequação da jornada de trabalho, com o cumprimento das 13h/aulas. Em Brumado, as redes municipal e estadual de professores também aderiram a greve, lutando pela não terceirização, privatização e militarização da educação pública; à reorganização das escolas nos moldes propostos em São Paulo; contra a PL 131, que poderá reduzir as verbas para a educação; contra a entrega das escolas as Organizações Sociais (OSs); e contra o parcelamento dos salários.



















