BUSCA PELA CATEGORIA "Mundo"


Rússia diz que terá vacina aprovada contra Covid-19 em duas semanas

Rússia diz que terá vacina aprovada contra Covid-19 em duas semanas Foto - Divulgação

Até o dia 10 de agosto, é possível que a Rússia possa ter uma vacina aprovada contra Covid-19. Segundo afirmaram fontes em Moscou ao correspondente da CNN Internacional Matthew Chance, os  próprios cientistas estariam se voluntariando para testar a imunização. Alexander Ginsburg, diretor do projeto, confirmou ter injetado a vacina em si mesmo. A vacina foi criada pelo Instituto Gameleya, baseado em Moscou. De acordo com as autoridades, o país espera produzir até 200 milhões de doses até o fim do ano - dessas, 30 milhões seriam exclusivas para a Rússia. Essa vacina estaria na segunda das três fases de testes clínicos. Os pesquisadores almejam concluir essa etapa em 3 de agosto e conduzir a terceira fase em conjunto com a vacinação de profissionais da saúde. As autoridades russas disseram que o desenvolvimento está acelerado por conta da severidade da transmissão local, uma vez que o país ultrapassou 800 mil casos confirmados.


Covid-19: vacina da Moderna entra em estágio avançado de testes nos EUA

Covid-19: vacina da Moderna entra em estágio avançado de testes nos EUA

Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), a Moderna anunciou nesta segunda-feira (27) que começou o estudo em estágio avançado para avaliar sua candidata a vacina contra Covid-19. Essa é a terceira e última fase de testes  e cerca de 30 mil voluntários adultos que não tiveram a doença respiratória causada pelo novo coronavírus receberão a vacina. A pesquisa é apoiada pelo governo dos Estados Unidos. De acordo com informações do G1, o teste da Moderna, batizado de 'Cove', é o primeiro a ser implementado sob uma operação montada pelo governo norte-americano que visa acelerar o desenvolvimento, fabricação e distribuição de tratamentos e vacinas contra a Covid-19. O governo federal dos EUA está apoiando o projeto de vacina da Moderna com quase 1 bilhão de dólares. Duas candidatas à vacina contra a Covid-19 estão realizando testes em fase 3 no Brasil: a desenvolvida pela universidade britânica de Oxford e a da chinesa Sinovac. A aposta da Universidade de Oxford e da farmacêutica AstraZeneca é a mais adiantada no mundo e, também, a mais avançada em termos de desenvolvimento, segundo a OMS. Ela começou a ser testada em 22 de julho em voluntários brasileiros, em um estudo liderado no país pela Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).


Conquista registra 38 mortes por Covid-19; 360 pacientes seguem em recuperação

Conquista registra 38 mortes por Covid-19; 360 pacientes seguem em recuperação Foto - Wilker Porto / Agora Sudoeste

Foram confirmados, nesta quarta-feira (22), mais três falecimentos de pacientes diagnosticados com Covid-19, totalizando 38 óbitos em Vitória da Conquista. 36º óbito – Homem de 74 anos, morador do bairro Lagoa da Flores, portador de Diabetes Melito, Asma e Hipertensão; foi internado no Hospital Geral de Vitória da Conquista em 21 de julho, vindo a falecer no mesmo dia. 37º óbito – Mulher de 93 anos, moradora do bairro Recreio, portadora de Diabetes Melito; estava internada desde o dia 16 de julho no Hospital São Vicente e veio a óbito no dia 22 de julho. 38º óbito – Mulher de 89 anos, moradora do bairro Patagônia, sem comorbidades; foi internada no dia 19 de julho no Hospital São Vicente, onde veio a óbito no dia 20 de julho. 87 pessoas foram diagnosticadas com a doença no município, somando 1.860 casos confirmados em quase cinco meses de notificações. Além disso, mais 66 pacientes recuperaram-se da infecção e receberam alta, elevando para 1.462 o número de recuperados. Ainda permanecem em recuperação 360 pacientes, sendo que 29 estão internados e 331 em tratamento domiciliar. Estão sendo investigados 5.062 casos notificados de Síndrome Gripal que aguardam classificação final no sistema e-SUS Notifica. Destes, 4.085 possuem critérios de coleta para exame laboratorial ou Teste Rápido* e 977 pacientes aguardam resultado laboratorial de exame RT-PCR.


Vacina contra Covid-19 da Astrazeneca pode estar disponível a partir de setembro

Vacina contra Covid-19 da Astrazeneca pode estar disponível  a partir de setembro Foto - Divulgação

Durante audiência ao Congresso americano, nesta terça-feira (21), representantes de companhias farmacêuticas e de biotecnologia que trabalham para desenvolver vacinas para a Covid-19 disseram que estão encaminhadas para ter uma possível vacina para o fim deste ano ou no começo do próximo. Uma delas, inclusive, espera ter uma pronta a partir de setembro. De acordo com informações da CNN Brasil, Mene Pangalos, vice-presidente executivo de pesquisa e desenvolvimento de biofarmacêuticos da Astrazeneca, disse à Comissão de Energia e Comércio da Câmara dos Deputados que a vacina da empresa poderá ser disponibilizada "em qualquer momento a partir de setembro", se tudo correr bem nos testes clínicos. Os resultados preliminares do estudo das fases 1 e 2 da vacina contra o novo coronavírus desenvolvida pela Universidade de Oxford em conjunto com a Astrazeneca sugerem que ela é segura e induz resposta imune.  A vacina provocou produção de anticorpos em 28 dias e produção de células T dentro de 14 dias, segundo pesquisa publicada na revista médica The Lancet nesta segunda (20). A candidata ainda está em fase de testes clínicos.


Vacina de Oxford contra o coronavírus é segura e induz resposta imune, indicam primeiros resultados

Vacina de Oxford contra o coronavírus é segura e induz resposta imune, indicam primeiros resultados Foto - Reuters

Cientistas da Universidade de Oxford, no Reino Unido, anunciaram nesta segunda-feira que, de acordo com resultados preliminares, a vacina da universidade para a Covid-19 é segura e induziu resposta imune. Os resultados, que já eram aguardados pelos pesquisadores, se referem às duas primeiras fases de testes da imunização. A terceira Fase está ocorrendo em alguns países, entre eles o Brasil. O efeito deve ser reforçado após uma segunda dose da vacina, segundo os cientistas. As fases 1 e 2 dos testes, que foram conduzidas simultaneamente no Reino Unido, tiveram 1.077 voluntários. Os ensaios mostraram que a vacina foi capaz de induzir a resposta imune tanto por anticorpos como por células T até 56 dias depois da administração da dose.


Fase 3 de testes de vacina russa contra Covid-19 deve ter início em agosto

Fase 3 de testes de vacina russa  contra Covid-19 deve ter início em agosto Foto - Reuters

Conforme divulgado nesta segunda-feira (13) pela agência de notícias RIA, um instituto russo que está desenvolvendo uma das possíveis vacinas contra o novo coronavírus espera começar a fase final de testes em uma pequena parte do público em meados de agosto. De acordo com informações da CNN, os primeiros resultados do primeiro teste humano em pequena escala da vacina desenvolvido pelo Instituto Gamaleya em Moscou mostraram que ela é segura para uso, de acordo com um relatório. Globalmente, das 19 vacinas experimentais COVID-19 em testes em humanos, apenas duas estão em testes finais da fase 3: uma da Sinopharm da China e outra da AstraZeneca e da Universidade de Oxford. A da Sinovac Biotech, da China, deve se tornar a terceira no final deste mês. Os ensaios de fase 1 e 2 normalmente testam a segurança de um medicamento antes de entrar nos ensaios de fase 3, que testam sua eficácia em um grupo maior de voluntários. Os testes em humanos da vacina do Instituto Gamaleya começaram em 18 de junho, com nove voluntários recebendo uma dose e outros nove testando a dose potencial de reforço. O grupo não apresentou efeitos colaterais significativos e deve ser liberado do hospital na quarta-feira, informou a RIA no domingo, citando um diretor da Universidade Sechenov em Moscou, onde ocorreu a avaliação. Outros 20 voluntários receberam a vacina em um hospital militar em 23 de junho.


Chinesa SinoVac começa etapa final de testes da vacina contra covid-19

Chinesa SinoVac começa etapa final de testes da vacina contra covid-19 Foto - Reuters / Koki Kataoka

A chinesa SinoVac está iniciando os testes da fase 3 de sua potencial vacina contra o novo coronavírus, informou a farmacêutica nessa segunda-feira (6), tornando-se uma das três empresas a avançar aos estágios finais da corrida para desenvolver uma imunização contra a doença.Voluntários começarão a ser recrutados neste mês. A vacina será testada no Brasil, em um estudo com 9 mil voluntários liderado pelo Instituto Butantã, vinculado ao governo do estado de São Paulo. Na sexta-feira (3), a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) autorizou a realização dos testes, que serão feitos em 12 centros de pesquisa localizados, além de São Paulo, em mais quatro estados e no Distrito Federal.  Sobre a posição dos ensaios realizados com candidatas a vacina em todo o mundo, o documento mais recente da Organização Mundial da Saúde (OMS), divulgado nessa segunda-feira, informou que a SinoVac está na fase 3. A vacina experimental para covid-19 da AstraZeneca, desenvolvida por pesquisadores da Universidade de Oxford e que já está sendo testada no Brasil, em estudo liderado pela Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), e a da Sinopharm são as outras candidatas em fase 3, o estágio final. A SinoVac está construindo uma fábrica de vacinas, que deverá ficar pronta neste ano e ser capaz de produzir até 100 milhões de doses anualmente. Os ensaios de fase 1 e fase 2 normalmente testam a segurança de um medicamento antes de entrar nos de fase 3, que testam sua eficácia. Existem 19 ensaios de vacinas em avaliação clínica, e centenas estão sendo desenvolvidas e testadas em todo o mundo para conter a pandemia de covid-19, doença respiratória que já matou milhares de pessoas e devastou a economia global.


Vacina de Oxford pode ser distribuída este ano, diz Astrazeneca

Vacina de Oxford pode ser distribuída este ano, diz Astrazeneca A vacina está sendo testada no Brasil. (Foto - REUTERS / Athit Perawongmetha)

A vacina contra o covid-19, desenvolvida pela Universidade de Oxford, na Inglaterra, com testes no Brasil, poderá ficar disponível à população ainda este ano. A afirmação foi feita por Maria Augusta Bernardini, diretora-médica do grupo farmacêutico Astrazeneca. O grupo anglo-sueco participa das pesquisas da universidade inglesa em parceria com Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). “Esperamos ter dados preliminares quanto a eficácia real já disponíveis em torno de outubro, novembro”, disse Bernardini. Segundo ela, apesar de os voluntários serem acompanhados por um ano, existe a possibilidade de distribuir a vacina à população antes desse período. “Vamos sim analisar, em conjunto com as entidades regulatórias mundiais, se podemos ter uma autorização de registro em caráter de exceção, um registro condicionado, para que a gente possa disponibilizar à população antes de ter uma finalização completa dos estudos”, acrescentou, destacando que os prazos podem mudar de acordo com a evolução dos estudos. Segundo ela, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) tem se mostrado disposta a colaborar. A vacina está atualmente na fase três de testes. Isso significa, de acordo a Unifesp, que a vacina se encontra entre os estágios mais avançados de desenvolvimento. O Brasil é o primeiro país fora do Reino Unido a iniciar testes com a vacina desenvolvida pela Universidade de Oxford e um dos motivos que levaram à escolha foi o fato de a pandemia estar em ascensão no país. “O Brasil é um grande foco de crescimento, de mortalidade, o que nos coloca como ambiente propício para demonstrar o potencial efeito de uma vacina. Para isso precisamos ter o vírus circulante na população e esse é o cenário que estamos vivendo”, disse Bernardini. Ela participou, hoje (29), de uma conversa, transmitida ao vivo pela internet, com o embaixador do Reino Unido no Brasil, Vijay Rangarajan. A diretora-médica da Astrazeneca também destacou que a atuação de pesquisadores brasileiros em Oxford e sua reputação foi outro fator influenciador para trazer a pesquisa para o Brasil. “Isso fortaleceu a imagem a reputação científica do Brasil, além de facilitar, trazer com agilidade o estudo em termos de execução”.


Grupo chinês diz que vacina contra Covid-19 mostra eficácia em teste com mais de 1.000 pessoas

Grupo chinês diz que vacina contra Covid-19 mostra  eficácia em teste com mais de 1.000 pessoas Foto - Bing Guan / Reuters

Em comunicado emitido neste domingo (28), o grupo farmacêutico chinês China National Biotec Group (CNBG) informou que uma vacina contra o novo coronavírus em desenvolvimento pela empresa se mostrou capaz de imunizar todas as pessoas que receberam as doses. De acordo com informações da CNN, participaram desta etapa 1.120 indivíduos, sendo que todos produziram anticorpos contra o vírus causador da Covid-19. "Com referência a produtos similares no passado, combinados com dados humanos existentes, sugere-se inicialmente que a nova vacina desenvolvida seja segura e eficaz", diz o texto publicado pela CNBG na rede social chinesa WeChat. O grupo também disse ter construído uma fábrica em Pequim com capacidade de produzir até 120 milhões de unidades da vacina a cada ano. Empresas e pesquisadores chineses receberam permissão para testar oito candidatas a vacina em humanos tanto no país quanto no exterior. Em 11 de junho, o governador de São Paulo, João Doria (PSDB), anunciou que o Instituto Butantan vai produzir uma outra vacina chinesa contra o novo coronavírus, em parceria com o laboratório chinês Sinovac Biotech.


Governo anuncia parceria para vacina contra covid-19

Governo anuncia parceria para vacina contra covid-19 Foto - REUTERS / Thaier al-Sudani

O Brasil fechou acordo para disponibilização no futuro de doses de uma vacina que está sendo testada para o tratamento da covid-19. O medicamento está sendo desenvolvido em uma iniciativa conjunta da Universidade de Oxford e de um laboratório no Reino Unido e já está sendo testado no país. O acordo prevê a produção de 100 milhões de doses de vacina por meio da aquisição de insumos e transferência de tecnologia para produção no país. Dois lotes, de 15,2 milhões de unidades cada, serão disponibilizados em dezembro de 2020 e janeiro de 2021, totalizando cerca de 30 milhões de doses, ao custo de US$ 127 milhões. Caso seja comprovada a eficácia deste tratamento, o Brasil poderá disponibilizar mais 70 milhões de doses, por cerca de US$ 160 milhões. Em entrevista coletiva em Brasília, o secretário executivo do Ministério da Saúde, Élcio Franco, justificou a opção por assumir o risco da pesquisa, mesmo sem a comprovação da eficácia do medicamento. “O risco é necessário devido à urgência de busca de solução efetiva para as demandas de saúde pública. Consideramos um avanço para a tecnologia nacional e uma amostra do esforço do governo de encontrar soluções para a população brasileira." O secretário de Vigilância em Saúde, Arnaldo de Medeiros, destacou a situação promissora deste tratamento. “A vacina já está na fase 3, em fase clínica. O Brasil é representante do conjunto de nações que estão testando a vacina. A gente tem uma oportunidade de produzirmos e avançarmos com a oferta desta parceria e encomenda tecnológica. É óbvio que toda e qualquer entrega à população será feita com respeito aos critérios farmacológicos e clínicos e da segurança à população”, declarou. Segundo o secretário, em caso de decisão pelo uso da vacina serão priorizados os grupos de risco, como idosos e pessoas com comorbidades, além de profissionais de saúde e trabalhadores da segurança pública. Caso não seja comprovada a eficácia, o secretário de Vigilância em Saúde informou que não haverá aplicação da vacina, mas que permanece a transferência de tecnologia prevista no acordo para continuar avaliando soluções de tratamento. De acordo com o Ministério da Saúde, há 460 projetos de pesquisa aprovados sobre diferentes aspectos relacionados à covid-19, de tratamentos ao entendimento da doença. Há também 114 ensaios clínicos e 44.262 participantes dessas iniciativas.