Agora Sudoeste
Publicado em: 05 Ago 2026 / 16h30
Autor: Por Wilker Porto / Agora Sudoeste

TJBA recebe exposição em homenagem a Santa Dulce dos Pobres

Foto - Divulgação / TJBA

O foyer do Tribunal de Justiça da Bahia (TJBA) recebeu, nesta segunda-feira (3), a abertura da exposição "A Última Porta: Arquiteturas do Acolhimento", em homenagem a Santa Dulce dos Pobres, a primeira santa brasileira. A mostra reúne obras de 28 artistas, entre fotografias, gravuras, pinturas e esculturas inspiradas na trajetória e no legado de Santa Dulce, conhecida como o Anjo Bom da Bahia.  

A abertura da exposição foi prestigiada pelos artistas, além de servidores(as) e magistrados(as). O Presidente do TJBA, Desembargador José Edivaldo Rocha Rotondano, participou do evento. A mostra é aberta ao público e pode ser visitada até a próxima sexta-feira (14). 

Organizada pela Assessoria de Ação Social (AAS) do TJBA em parceria com a Associação Baiana de Artes Visuais (ABARVI), a seleção dos artistas aconteceu por meio de edital lançado em março de 2026 pela Corte baiana. A iniciativa tem como objetivo dar oportunidade aos artistas baianos.  

De acordo com a coordenadora da AAS, Maria Paula Blumetti, a escolha do período para lançamento da mostra foi motivada pelo dia litúrgico de Santa Dulce dos Pobres, celebrado em 13 de agosto. Nesta data, no ano de 1933, a então freira vestiu o hábito litúrgico pela primeira vez. “A exibição apresenta quadros e esculturas que engradecem e homenageiam a santa”, destaca.  

Presente no lançamento, a sobrinha da Santa e atual superintendente Obras Sociais Irmã Dulce (OSID), Maria Rita Lopes, prestigiou as obras, conversou com os artistas e falou da emoção em participar da cerimônia. “Quando chego aqui, identifico várias mensagens sobre os valores de Santa Dulce representadas nas obras”, afirmou. 

A exposição reúne artistas que exploraram as mais diversas técnicas para apresentar a trajetória de Santa Dulce e contar histórias pessoais relacionadas à sua vida. Foi o caso de Maria Nazaré Santos, que exibiu o quadro “O Galinheiro de Irmã Dulce”.