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Hemoba lança campanha para incentivar doação de sangue durante Olimpíadas de Paris 2024

Hemoba lança campanha para incentivar doação de sangue durante Olimpíadas de Paris 2024
Foto - Wilker Porto | Agora Sudoeste

A atleta Adriana Araújo, que fez história ao se tornar a primeira mulher do Brasil a ganhar uma medalha no boxe durante os jogos olímpicos de Londres, em 2012, foi também a primeira a doar sangue na campanha “Olimpíadas da Doação”, lançada pela Fundação Hemoba, nesta quinta-feira (25). A medalhista é a embaixadora da ação, que aproveita o momento das disputas em Paris 2024 para conscientizar e mobilizar a população baiana sobre a importância do ato solidário de doar sangue e abastecer os estoques que estão em nível crítico, principalmente, para os tipos sanguíneos B+, B-, O+ e O-. A coordenadora de coleta da Fundação Hemoba, Bruna Resch, explica que a demanda por doadores de sangue, plaquetas e medula óssea aumenta durante o período de chuvas e doenças respiratórias, mas resulta também em menos voluntários. Para doar sangue, é necessário estar em boas condições de saúde, pesar mais de 50 kg e ter entre 16 e 69 anos. Menores de 18 anos devem estar acompanhados por um responsável, e idosos acima de 60 anos só podem doar se já tiverem doado anteriormente. No dia da doação, não se deve estar em jejum, ter ingerido bebidas alcoólicas nas 12 horas anteriores ou fumar nas duas horas anteriores ao procedimento. Também é necessário dormir pelo menos seis horas na noite anterior e evitar alimentos gordurosos nas quatro horas que antecedem a doação.



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