O Cerrado baiano registrou uma redução de 7% na área sob alertas de desmatamento entre agosto de 2024 e julho de 2025, o que representa 733 km² a menos de vegetação nativa suprimida. Os dados do sistema Deter, do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), refletem o efeito concreto das ações executadas pela Secretaria do Meio Ambiente (Sema) e pelo Instituto do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Inema) no combate à supressão ilegal da vegetação. Em um território de mais de 564 km² e três biomas sob constante pressão (Mata Atlântica, Caatinga e Cerrado), a Bahia tem utilizado tecnologia, monitoramento e fiscalização direcionada para proteger a cobertura vegetal e coibir práticas irregulares. “O resultado que estamos observando não é fruto do acaso. É consequência direta das ações de comando e controle, associadas ao trabalho técnico qualificado e ao planejamento estratégico que o Inema vem desenvolvendo junto à Sema e aos parceiros institucionais”, explica o diretor de Fiscalização do Inema, Eduardo Topázio. Ele também afirma que reduzir o desmatamento significa preservar nascentes, manter o equilíbrio hídrico e garantir que a fauna e a flora típicas desse bioma continuem desempenhando seu papel ecológico.