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Pesquisa da Uesb aponta que agroflorestas contribuem com o crédito de carbono

Pesquisa da Uesb aponta que agroflorestas contribuem com o crédito de carbono
Foto - Divulgação / UESB

Já ouviu falar em crédito de carbono? Com o objetivo de reduzir a emissão de gases do efeito estufa, foi criado, no Protocolo de Kyoto, em 1997, essa medida para calcular a redução da emissão dos gases. Agora, você sabia que esse crédito pode ser comercializado entre países? Muitas nacionalidades que conseguem cumprir a meta estabelecida no Protocolo passam a vender os créditos para aqueles países que não conseguiram reduzir a emissão. Uma pesquisa realizada na Uesb identificou que a implantação do sistema agroflorestal na cultura cafeeira contribui com a redução do carbono, reduzindo as alterações climáticas. Mais que isso, o produtor de café também poderá comercializar esses créditos de carbono, o que mostra a importância da produção sustentável na melhoria econômica dos produtores.  A pesquisadora do trabalho, realizado no Programa de Pós-Graduação em Agronomia da Uesb, Monalisa Fagundes, pontua também que esse sistema melhora a diversidade da macrofauna e a formação do solo, elementos essenciais para a saúde e produtividade da terra. “Além disso, a pesquisa revela que os sistemas agroflorestais são economicamente viáveis e rentáveis, com uma relação de custo e benefício superior a dos monocultivos convencionais, devido à inclusão de árvores no sistema de cultivo”, explica a pesquisadora.


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