Estudos realizados por um centro de meditação orgástica no centro de San Francisco, nos EUA, promete às mulheres momentos de prazer intenso por 15 minutos. De acordo atividades indicadas pelo centro, para atingir o estado meditativo, primeiro é criado um clima para a praticante ficar relaxada, prática esta envolvendo outra pessoa sendo o ponto de conexão entre elas o clitóris. Como não há relacionamento afetivo, os pares se tratam como parceiros de vivência. Depois de acomodada sobre almofadas e de pernas abertas, nua da cintura para baixo, a praticante entra em estado meditativo. Segundo matéria do IG, o OM (orgastic meditation, em inglês, e também conhecida como Oming), como é conhecida a técnica, sensibiliza os órgãos genitais da mulher, sem pressioná-la para chegar ao clímax , que segundo o estudo é diferente de orgasmo . “Nós achamos que só quando se remove o objetivo de chegar lá é que as mulheres realmente tornam-se íntimas de seus corpos e com o jeito que eles realmente funcionam”, diz Eli Bloch, professor e co-diretor do One Taste Urban Retreat Center. Segundo Eli, os benefícios da prática vêm de dentro da para fora e resulta em aumento de vitalidade, energia, prazer durante a relação sexual prolongada e maior sensibilidade e consciência do mundo. Além disso, o professor diz que mesmo mulheres diagnosticadas anorgásticas têm conseguido "chegar lá" com a técnica. No Brasil ainda não há locais que ofereçam o serviço.