Agora Sudoeste

Licínio: Professores vão às ruas pela valorização do profissional e pagamento do piso salarial

Licínio: Professores vão às ruas pela valorização do profissional e pagamento do piso salarial
Foto - Leitor Agora Sudoeste

Os trabalhadores em educação do município de Licínio de Almeida se mobilizaram, através de uma caminhada, com o objetivo de sensibilizar o gestor do município para “um olhar humano e justo voltado à estes profissionais que muito tem contribuído para o desenvolvimento da educação”. O município é destaque nas avaliações externas, sendo primeiro lugar no IDEB na Bahia. Porém, segundo a categoria, a classe não vem sendo valorizada e respeitada pois, nos últimos 14 anos tem tido direitos subtraídos e ou negados. Os trabalhadores em educação citam que” 1- Não receberam o salário referente ao mês de dezembro de 2008. 2- Não tiveram direito ao rateio da parcela dos precatórios do FUNDEB! Foram mais de 5 000 000 (mais de cinco milhões de reais) recebidos pelo município. 3- Não tiveram o piso salarial reajustado. 4-  É atitude humana negar ao trabalhador o direito ao seu salário? Por que o silêncio daqueles que se dizem bons e justos? o valor do piso para o ano de 2022 foi definido pelo Ministério da Educação (MEC) em R$ 3.845,63, por meio da Portaria nº 67, de 04/02/2022, em homologação ao Parecer nº 2/2022/CHEFIA/GAB/SEB/SEB, de 31/01/2022, da Secretaria de Educação Básica do MEC. O reajuste de 33,24% para professores da rede pública de educação básica sancionado em 4 de fevereiro eleva de R$ 2.886 para R$ 3.845 o piso salarial nacional da categoria. É Lei, é nosso direito. O reajuste de 33,24% é fruto de nossa luta!”, escreveram os representantes da categoria, informando ainda que “ a indignação tomou conta dos professores após sinalização de proposta  feita pelo executivo municipal através do sindicato do funcionários públicos do município nos termos a seguir: Pagaria 10 % de reajuste já no pagamento do mês de maio com a concordância dos professores permitindo  alterações no plano de carreira( tiraria 10 % regência )  e gradativamente ele chegaria aos  33, 24 %  de reajuste no piso. Houve recuo da categoria e o não acatamento da proposta foi encaminhada através de ofício e até o momento não houve nenhuma sinalização do executivo na retomada das negociações. Licínio de Almeida não pode virar as costas para a educação! Direito conquistado não pode ser retirado!”.


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