O caso do estupro sofrido pela jovem Mariana Ferrer, numa boate, em Santa Catarina, há aproximadamente dois anos, teve um desfecho que deixou estarrecido todo o país, com julgamento que teve como desfecho uma sentença de “estupro culposo”, quando não há a intenção de estuprar. Segundo o promotor responsável pelo caso, Thiago Carriço, o estuprador, o empresário André de Camargo Aranha, foi inocentado porque não havia como o empresário saber, durante a relação sexual, que a jovem não estava em condições de consentir o ato, não existindo portanto “intenção” de estuprar. Durante a audiência virtual, Mariana Ferrer ainda foi hostilizada pelo advogado do estuprador, Cláudio Gastão da Rosa Filho. Segundo uma reportagem da revista “MarieClaire” à época, os exames feitos por Mariana comprovaram o estupro. O sêmen encontrado na calcinha da jovem, que era virgem, era de André de Camargo Aranha, atualmente de 43 anos, empresário influente do ramo do futebol, apontado como amigo de jogadores famosos. Desde a denúncia, Mariana Ferrer promoveu uma verdadeira cruzada contra seus abusadores nas mais diversas plataformas. A hashtag #justicapormariferrer possui centenas de milhares de comentários questionando a atuação da Justiça.