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Vendas no comércio varejista baiano crescem 3,4% em novembro

Vendas no comércio varejista baiano crescem 3,4% em novembro
Foto - Wilker Porto / Agora Sudoeste

As vendas no comércio varejista baiano cresceram 3,4% em novembro de 2019, na comparação com igual mês do ano anterior. Essa taxa supera a média nacional, que registrou a expansão no volume de negócios de 2,9% em relação à mesma base de comparação, e acumula, de janeiro a novembro, avanço de 1,5% frente a igual período de 2018. Na análise sazonal, o comércio varejista no estado baiano foi positivo em 4,0%, melhor taxa nessa comparação desde novembro de 2018 (6,7%).  Os dados foram apurados pela Pesquisa Mensal de Comércio (PMC) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) – realizada em âmbito nacional – e analisados pela Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia (SEI), autarquia vinculada à Secretaria do Planejamento (Seplan). O resultado registrado para o varejo baiano nesse mês também se justifica pela proximidade das festas de fim de ano, período em que alguns consumidores, com a antecipação do 13º salário, se preparam para as comemorações do Natal, ao aumento das vendas online, devido às promoções como a Black Friday, que vem ocorrendo nos meses de novembro, e pela influência do efeito positivo da liberação do FGTS e PIS/PASEP. Por atividade, os dados do comércio varejista do estado baiano, em novembro de 2019, quando comparados aos de novembro de 2018, revelam que cinco dos oito segmentos que compõem o indicador do volume de vendas registraram comportamento positivo. Listados pelo grau de magnitude das taxas em ordem decrescente, destacaram-se Móveis e eletrodomésticos (26,0%), Equipamentos e materiais para escritório, informática e comunicação (21,0%), Combustíveis e lubrificantes (6,9%), Tecidos, vestuário e calçados (5,2%), e Hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (1,5%). Nos demais segmentos, as variações foram negativas: Artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos (-0,8%), Outros artigos de uso pessoal e doméstico (-10,7%), e Livros, jornais, revistas e papelaria (-21,6%).


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