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Dom Basílio: Iniciada as atividades do Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos

Dom Basílio: Iniciada as atividades do Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos
Foto: Divulgação

A Prefeitura Municipal de Dom Basílio, através da Secretaria Municipal de Assistência Social (SEMAS), do Centro de Referência e Assistência Social (CRAS), do Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos (SCFV), realizou uma semana de solenidade de abertura das atividades do serviço de convivência e fortalecimento de vínculos, com crianças de 07 a 11 anos, pré-adolescentes de 12 a 14 anos, adolescentes e jovens de 15 a 17 anos, idosos a partir de 60 anos e pais dos participantes. Os eventos aconteceram durante toda a semana, de 09 a 13 de março, em dois horários: pela manhã e à tarde com a presença dos usuários dos serviços ofertados pelo Espaço de convivência nos dois turnos. A coordenadora do SCFV, Andrésia Oliveira falou das atividades que serão desenvolvidas ao longo do ano e do empenho de toda a equipe no desenrolar dos serviços oferecidos pela unidade. "Nossas atividades terão início efetivo na próxima segunda-feira (16), com o desafio de atender mais de 300 usuários", disse a coordenadora. Já a Secretária Municipal de Assistência Social, Maria José Barbosa destacou a  importância do bom serviço prestado pelo município aos dombasileinses, do comprometimento da equipe, da articulação em rede e da alegria em atender o público. A coordenadora do Centro de Referência de Assistência Social (CRAS), Maria do Livramento, e a técnica de referência do SCFV, Paula Pires, enfatizaram a importância da execução dos serviços de proteção social básica, destinados à população em situação de vulnerabilidade social, em articulação com a rede socioassistencial, reforçando o papel da família como referência para cada um de seus integrantes e fortalecer seus vínculos internos e externos. O Orientador Social Arnaldo de Jesus Almeida explanou sobre as atividades do serviço de convivência e fortalecimento de vínculos  que serão realizadas em grupos, organizadas a partir de percursos, de modo a garantir aquisições progressivas aos seus usuários de acordo com o seu ciclo de vida, a fim de complementar o trabalho social com família e prevenir a ocorrência de situações de risco social. Forma de intervenção social planejada que criará situações desafiadoras, estimulando e orientando os usuários na construção e reconstrução de suas histórias e vivências individuais e coletivas na família e no território. Ampliar trocas culturais e de vivências individuais e coletivas na família e no território. Bem como desenvolver o sentimento de pertença e de identidade, fortalecendo vínculos familiares e incentivando a socialização e a convivência comunitária.


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