Nesta quarta-feira (12), durante sabatina promovida pelos jornais O GLOBO, "Valor Econômico" e revista "Época", o candidato a presidência pelo PDT, Ciro Gomes comentou sobre o PT e à polêmica candidatura do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva; o envolvimento do Exército na política e aumentou o tom contra os militares que apoiam Jair Bolsonaro (PSL). Ao falar de economia, ele sustentou que, caso eleito, o Banco Central continuará perseguindo metas de inflação e emprego, e disse no final da entrevista que, caso Bolsonaro seja eleito presidente do Brasil, sairá da política. “Vou desejar boa sorte a ele, cumprimentá-lo pelo privilégio e depois vou chorar. Eu saio da política. A minha razão de estar na política é confiar no povo brasileiro”, declarou. Sobre a polêmica do registro de candidatura do PT, para Ciro, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva perdeu sua percepção da realidade porque está isolado na prisão e cercado de puxa-sacos. "O Brasil não aguenta outra Dilma nesse sentido de um pessoa assumir porque é indicada pelo Lula. Não podemos ter outro presidente por procuração", observou.