Agora Sudoeste

Em texto, professor diz que povo brumadense está se tornando servo da propriedade feudal do senhor absoluto

Em texto, professor diz que povo brumadense está se tornando servo da propriedade feudal do senhor absoluto
Foto: Reprodução | Facebook

Em nota enviada ao Brumado Agora, intitulado "Os tiranos como caçadores de direitos", Gilvan Moreira da Silva, professor da redes municipal e estadual de educação em Brumado, fala sobre a atual composição política da Capital do Minério, destacando que " o ato mais nobre de qualquer tirania, abuso de poder, é produzir injustiça e celebrar o cinismo como atitude democrática". Segundo o professor, "o atual gestor de Brumado assim se comporta com o aval de uma maioria de capachos e traidores da democracia incrustados na câmara municipal e em algumas secretarias. Quando políticos se acham senhores do povo o escravismo vem a galope. Em Brumado, a redução do tempo da licença maternidade, a extinção da guarda municipal, a retirada da representatividade do sindicato (Aplb) e outra medidas são apenas algumas das violências praticadas contra a classe trabalhadora. A tirania quando se ver acuada sempre procura confundir a opinião pública sinalizando “respeito” quando, na verdade, a desrespeita atentando contra a honra da classe trabalhadora. Isso é cinismo", escreveu o educador.  Ele ainda cita que " (...) Brumado está, aos poucos se tornando um pequeno e oligárquico feudo, e o povo, os servos da propriedade feudal do senhor absoluto. Os professores de Brumado, enquanto classe, tem lutado contra a mais grave de todas as formas de violência, a injustiça, que se manifesta das mais variadas formas. É preciso lembrar aos tiranos que, o poder político numa democracia, não pode ser governo de um só. Lamentamos o curto entendimento dos tiranos que não lhes permite enxergar que, com uma simples caneta autoritária, como eles sempre o faz, fere a dignidade das famílias das classes trabalhadoras. Os tiranos insistem em torná-las subalternas.  A autoridade tirânica é sádica, ela sente prazer com sofrimento do alheio. Oprimir o povo, os mais fracos, e usá-los em sua ignorância faz parte da lógica dos seus interesses particulares (...)".


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