Além de cassar os diplomas de Dilma Rousseff e Michel Temer, eleitos presidente e vice-presidente, respectivamente, em 2014, o Ministério Público Eleitoral (MPE) quer também que o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) declare Dilma inelegível pelos próximos oito anos. Segundo a GloboNews , no parecer, que está sob sigilo, o vice-procurador-geral eleitoral, Nicolao Dino, foi quem solicitou que o TSE declare Dilma inelegível. Nos seus argumentos, o procurador do MPE diz que "restou demonstrados nos autos que a então candidata Dilma Vana Roussefftinha conhecimentos sobre a forma dos pagamentos realizados a João Santana, responsável por sua campanha, via caixa dois". O MPE diz que os depoimentos da Odebrecht também "deixaram claro que Guido Mantega tinha plena consciência dos ilícitos eleitorais perpetrados pela Odebrecht em favor da campanha dos representados" e que foi dele a determinação, "originalmente dada pela representada", para que Marcelo "canalizasse seus recursos financeiros, a partir de maio de 2014, apenas à campanha dos representados".