Agora Sudoeste

Brumado: Coordenador de Estatística explica confusão envolvendo agente do SMTT

Brumado: Coordenador de Estatística explica confusão envolvendo agente do SMTT
Foto: Hugo Darlan | Brumado Agora

Um agente da Superintendência Municipal de Trânsito e Transporte (SMTT) de Brumado acusa, Albânio Souza Lima, Coordenador de Estatística do município de agressão e abuso de poder dentro do paço municipal. Segundo o denunciante, foi agredido verbalmente e com um empurrão pelo coordenador, após uma discussão sobre um registro de acidente no órgão, referente a um caso onde o suposto causador do acidente teria se evadido do local.  Segundo o agente, ele orientou a senhora a - já que a segunda parte envolvida no acidente não estava - se encaminhar a delegacia e registrar uma ocorrência, pois o SMTT não pode realizar nenhum tipo de ação sem estarem presentes as duas partes envolvidas, caso contrário, poderia tornar-se crime e gerar processo para a prefeitura. No local, segundo o agente, o coordenador de estatística rebateu a explicação e disse que a solicitação da senhora poderia sim ser realizada, o que desencadeou a confusão.

Brumado: Coordenador de Estatística explica confusão envolvendo agente do SMTT
Foto: Hugo Darlan | Brumado Agora

Segundo o coordenador, ele interferiu no assunto, pois o caso poderia ser resolvido apenas com a comunicante. Defendeu-se da acusação de agressão, alegando que foi inicialmente afrontado e apenas se defendeu. “Eu então questionei e disse que não era necessário as duas pessoas , já que neste caso, o outro evadiu-se do local. Bastava então fazer um relatório e explicar que  houve a colisão e que o proprietário do outro veículo evadiu-se, explicando tudo isso em um formulário. Se o outro condutor (o que evadiu-se) achasse prejudicado também viria ao departamento, responderia ao mesmo formulário e encaminharia  ao órgão competente. O agente então achou que eu estava interferindo no assunto. Assim o agente veio com o dedo no meu rosto, ele deveria me respeitar por eu ser mais velho, assim, acabei empurrando ele, mas não com atitude de agressão, mas agindo contra o dedo no meu rosto. Ele então procurou um advogado do sindicato que o orientou as tomar as decisões. Até  então,  não recebi comunicado algum, ou fui intimado a dar minha versão dos fatos. Simplesmente ele foi a imprensa e divulgou os fatos. Seriam assuntos a serem passadas primeiro ao superintendente depois a imprensa. Aqui não se respeita hierarquia, os agentes se acham os todo poderosos , por terem feito concurso, não respeitam superintendente, coordenadores, não ligam para nada, tomam as decisões por si”, explicou.


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