Através de uma rede social, Jaques Wagner (PT), ministro-chefe da Casa Civil do governo da presidente Dilma (PT), Jaques Wagner (PT) as crises econômica e política que assolam o país e que isso poderá impedir à mandatária brasileira de continuar no comando do Brasil. Sobre o possível impedimento da presidente petista, Wagner afirmou que o processo na Câmara dos Deputados não irá adiante. “Eu, a presidenta Dilma e todo o governo estamos confiantes de que o processo de impeachment não sobreviverá aos primeiros testes na Câmara. Isso nasceu como um instrumento de vingança. Vamos obter muito mais dos que os 171 votos necessários para barrá-lo. (...) Não tem fundamentação jurídica para seguir em frente”, escreveu na rede social. O ministro afirmou ainda que a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) em suspender a instalação da comissão especial formada na Câmara dos Deputados para analisar o processo de impeachment acabou com a “banalização e a tentativa de uso político” da ação do impedimento da continuidade do mandato da líder nacional. “Temos plena consciência de alguns erros que cometemos e das dificuldades que precisamos vencer na economia, mas impopularidade não é crime: é um defeito, um problema que vamos seguir trabalhando para resolver”. Em entrevista ao jornal Folha de S. Paulo o petista declarou que o PT errou em não ter feito a reforma política no primeiro ano do governo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e culpou, o uso de “ferramentas que já eram usadas no exercício da política”. “Talvez, porque nunca foi treinado para isto, deve ter feito como naquela velha história: ‘Quem nunca comeu melado, quando come, se lambuza’. Quem é treinado erra menos, talvez, né?”, admitiu.