Agora Sudoeste
Publicado em: 23 Fev 2026 / 14h30
Autor: Por Wilker Porto / Agora Sudoeste

Conferência Nacional dos Bispos do Brasil lança Campanha da Fraternidade 2026 com foco em moradia

Foto - Divulgação / CNBB

A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) lançou oficialmente, na última quarta-feira, 18 de fevereiro, a Campanha da Fraternidade 2026, em cerimônia realizada na sede da instituição, em Brasília (DF). Com o tema “Fraternidade e Moradia” e o lema “Ele veio morar entre nós” (Jo 1,14), a iniciativa convida a Igreja e a sociedade a refletirem sobre a moradia como direito fundamental e expressão concreta da dignidade humana.

A programação teve início com a celebração da Santa Missa na Capela Nossa Senhora Aparecida, presidida pelo secretário-geral da CNBB, dom Ricardo Hoepers. Em seguida, no Auditório Dom Helder Câmara, ocorreu a cerimônia de abertura, que contou com a participação do coro da Arquidiocese de Brasília. Sob a regência de Geovane Ferreira da Silva, o grupo apresentou o hino oficial da Campanha da Fraternidade 2026.

Santa Missa na Capela Nossa Senhora Aparecida, presidida pelo secretário-geral da CNBB, dom Ricardo Hoepers

Durante o evento, o secretário-executivo de Campanhas da CNBB, padre Jean Poul, fez a leitura da mensagem do Papa Leão XIV para a Quaresma. No texto, o Pontífice destacou a tradição de mais de 60 anos da Campanha da Fraternidade como expressão concreta da fé da Igreja no Brasil, especialmente no compromisso com os pobres. Ele recordou a Exortação Apostólica Dilexi te, reafirmando que “existe um vínculo indissolúvel entre a nossa fé e os pobres” e a necessidade de enfrentar as causas estruturais da pobreza.

Durante o evento, o secretário-executivo de Campanhas da CNBB, padre Jean Poul, fez a leitura da mensagem do Papa Leão XIV para a Quaresma. No texto, o Pontífice destacou a tradição de mais de 60 anos da Campanha da Fraternidade como expressão concreta da fé da Igreja no Brasil, especialmente no compromisso com os pobres. Ele recordou a Exortação Apostólica Dilexi te, reafirmando que “existe um vínculo indissolúvel entre a nossa fé e os pobres” e a necessidade de enfrentar as causas estruturais da pobreza.