'Temos uma UPA que não funciona, Policlínica não terá obras iniciadas este ano, e instalação de gasoduto sem interesse do poder público', lamenta Fabrício Abrantes

'Temos uma UPA que não funciona, Policlínica não terá obras iniciadas este ano, e instalação de gasoduto sem interesse do poder público', lamenta Fabrício Abrantes Foto - Divulgação

O pré-candidato a prefeito, empresário Fabrício Abrantes lamenta que Brumado mais uma vez tem ficado para trás na conquista de equipamentos que promoveriam o desenvolvimento do município e melhoria da qualidade de vida da população, devido, principalmente, a falta de representatividade, força política e interesse do poder público em “brigar” por benefícios para a cidade. Sobre a Unidade de Pronto Atendimento (UPA), Fabrício destaca que o espaço físico já passou por reforma na estrutura, ampliações, adequações, recebeu todo o maquinário, mas a inauguração foi adiada várias vezes e continua no papel, enquanto poderia resolver grande parte das urgências e emergências ajudando, inclusive, a diminuir as filas no hospital.  

'Temos uma UPA que não funciona, Policlínica não terá obras iniciadas este ano, e instalação de gasoduto sem interesse do poder público', lamenta Fabrício Abrantes Foto: Divulgação

Em relação a tão esperada Policlínica Regional de Saúde: promessa que não será cumprida este ano. Fabrício ressalta que embora o governador Rui Costa tenha anunciado a autorização de construção e o secretário estadual de saúde, Fábio Vilas-Boas tenha dito que a previsão de inauguração seria em meados de novembro deste ano, isso não ocorrerá, pois Brumado não está na lista das quatro novas policlínicas regionais a ser construídas ainda em 2020. Sobre o aspecto econômico, Fabrício lembra o fato de não está sendo discutido ou haver interesse político no Gasoduto Sudoeste. A obra terá aproximadamente 300 quilômetros  ligando os municípios de Ipiaú, no sul do estado, a Brumado, passando por Jequié e Maracás. “A construção irá contribuir para o desenvolvimento da região com o atendimento aos setores de mineração, industrial, comercial e automotivo, mas não vejo o interesse político local neste equipamento”, cita Fabrício.