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Pesquisas eleitorais podem influenciar voto útil, diz cientista político

Pesquisas eleitorais podem influenciar voto útil, diz cientista político Foto - Divulgação

Na reta final da campanha eleitoral, as pesquisas sobre intenções de voto tomam conta do noticiário e são uma fonte de informação importante tanto para os candidatos quanto para os eleitores. O cientista político Geraldo Tadeu Monteiro afirma que as pesquisas desempenham papel importante na decisão do eleitor. De acordo com ele, existe tanto o voto útil, quando o eleitor quer ajudar alguém que tem mais chance; quanto o voto de veto, quando o eleitor quer fazer com que um candidato específico perca. "A pesquisa não determina, ela influencia como qualquer outra fonte de informação”, esclarece. Segundo Monteiro, o resultado da pesquisa faz parte de um conjunto de informações que o eleitor usa a fim de decidir. “Se ele quiser votar no candidato que está ganhando ou ele acha que o voto útil para a sua tendência política é mais interessante, ele tem o direito de ter essa informação”. O especialista considera, no entanto, um mito a tese de que o brasileiro vota no “cavalo que está ganhando”. Ele pesquisou o assunto e concluiu que só 5% dos eleitores podem mudar de voto se descobrirem que seu candidato não tem chance. “Os outros 95% escolhem um e vão com ele até o final”, destaca.


Vox Populi: Fernando Haddad assume liderança na corrida presidencial

Vox Populi: Fernando Haddad assume liderança na corrida presidencial Foto - Divulgação

Pesquisa CUT /Vox Populi, divulgada nesta quinta (13/09),  aponta Fernando Haddad como líder na corrida presidencial para as eleições de outubro, com 22% de intenção de votos. Jair Bolsonaro vem em segundo, com 18%, e é seguido por Ciro Gomes (10%), Marina Silva (5%,) e  Geraldo Alckmin (4%). Haddad foi oficializado como candidato do Partido dos Trabalhadores, na última terça-feira (11/09), após o TSE ter impugnado injustamente a candidatura do ex-presidente.Ao contrário das demais pesquisas divulgadas essa semana, a Vox  explicitou ao eleitor que Fernando Haddad é o candidato apoiado por Lula. Segundo a pesquisa, Haddad venceria todos os adversários no segundo turno. O Vox Populi ouviu 2 mil eleitores em 121 municípios entre 7 e 11 de setembro. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais, para cima ou para baixo. O índice de confiança chega a 95%. A pesquisa está registrada no TSE sob o número BR-01669/2018


Eleições 2018: candidatos devem enviar prestação de contas parcial até esta quinta (13/9)

Eleições 2018: candidatos devem enviar prestação de contas parcial até esta quinta (13/9)

Partidos políticos devem enviar, até esta quinta-feira (13/9), à Justiça Eleitoral, a prestação de contas parcial de campanha da Eleição 2018. O documento deverá apresentar o registro da movimentação financeira e/ou estimável em dinheiro desde o início da campanha até o último dia 8 de setembro. De acordo com a Resolução-TSE nº 23.553/2017, que dispõe sobre a arrecadação e os gastos de recursos por partidos políticos e candidatos no pleito de 2018, a prestação de contas tem de ser elaborada por meio do Sistema de Prestação de Contas Eleitorais (SPCE). O SPCE cadastro é o sistema desenvolvido pela Justiça Eleitoral para auxiliar candidatos e partidos políticos na elaboração da prestação de contas de campanhas eleitorais e deverá ser instalado no computador do usuário para preenchimento das informações. Os dados inseridos no sistema devem ser gravados em arquivo gerado pelo SPCE e encaminhados à Justiça Eleitoral pelo módulo de envio. 


Supremo Tribunal Federal não reconhece ensino domiciliar

Supremo Tribunal Federal não reconhece ensino domiciliar Foto - Marcelo Camargo / Agência Brasil

O Plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) negou provimento ao Recurso Extraordinário (RE) 888815, com repercussão geral reconhecida, no qual se discutia a possibilidade de o ensino domiciliar (homeschooling) ser considerado como meio lícito de cumprimento, pela família, do dever de prover educação. Segundo o fundamentação adotada pela maioria dos ministros, o pedido formulado no recurso não pode ser acolhido, uma vez que não há legislação que regulamente preceitos e regras aplicáveis a essa modalidade de ensino. O recurso teve origem em mandado de segurança impetrado pelos pais de uma menina, então com 11 anos, contra ato da secretária de Educação do Município de Canela (RS), que negou pedido para que a criança fosse educada em casa e orientou-os a fazer matrícula na rede regular de ensino, onde até então havia estudado. O mandado de segurança foi negado tanto em primeira instância quanto no Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul (TJ-RS). Para a corte gaúcha, inexistindo previsão legal de ensino na modalidade domiciliar, não haveria direito líquido e certo a ser amparado no caso. O relator do RE, ministro Luís Roberto Barroso, votou na última quinta-feira (6) no sentido do provimento do recurso. Ele considerou constitucional a prática de ensino domiciliar a crianças e adolescentes, em virtude da sua compatibilidade com as finalidades e os valores da educação infanto-juvenil, expressos na Constituição de 1988. 


Bolsonaro passa bem após nova cirurgia, diz hospital

Bolsonaro passa bem após nova cirurgia, diz hospital Foto - Divulgação

O candidato à Presidência pelo PSL, Jair Bolsonaro, foi submetido no final da noite desta quarta-feira (12) a uma cirurgia para correção de aderência na região abdominal. Após mais de uma hora de operação, o Hospital Albert Einstein informou na madrugada desta quinta-feira (13) que o procedimento foi “bem-sucedido”. A assessoria do hospital informou ainda que maiores detalhes serão fornecidos nesta quinta-feira por volta das 10h em um novo boletim médico. A cirurgia foi acompanhada pela mulher de Bolsonaro, Michelle, que está em São Paulo, e por assessores. Bolsonaro vinha experimentando melhoras no seu estado clínico. Depois de passar os últimos dias sem febre nem sinais de infecção e submetido a medidas de prevenção de trombose venosa, Bolsonaro teve um agravamento do quadro de saúde ao longo desta quarta-feira (12). Terça-feira (11), havia recebido alta da Unidade de Terapia Intensiva (UTI), passando para uma unidade de cuidados semi-intensivos. Além disso, iniciou a alimentação por via oral, que foi suspensa depois dos problemas apresentados. Nesta quarta-feira, o candidato reclamou de dores e náuseas, o que fez os médicos retomarem a alimentação via venosa, suspendendo a ingestão de alimentos.


Ciro Gomes diz que deixará política caso Bolsonaro seja eleito

Ciro Gomes diz que deixará política caso Bolsonaro seja eleito Foto - Divulgação

Nesta quarta-feira (12), durante sabatina promovida pelos jornais O GLOBO, "Valor Econômico" e revista "Época", o candidato a presidência pelo PDT, Ciro Gomes  comentou sobre o PT e à polêmica candidatura do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva; o envolvimento do Exército na política e aumentou o tom contra os militares que apoiam Jair Bolsonaro (PSL). Ao falar de economia, ele sustentou que, caso eleito, o Banco Central continuará perseguindo metas de inflação e emprego, e disse no final da entrevista que, caso Bolsonaro seja eleito presidente do Brasil, sairá da política. “Vou desejar boa sorte a ele, cumprimentá-lo pelo privilégio e depois vou chorar. Eu saio da política. A minha razão de estar na política é confiar no povo brasileiro”, declarou. Sobre a polêmica do registro de candidatura do PT, para Ciro, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva perdeu sua percepção da realidade porque está isolado na prisão e cercado de puxa-sacos. "O Brasil não aguenta outra Dilma nesse sentido de um pessoa assumir porque é indicada pelo Lula. Não podemos ter outro presidente por procuração", observou.


Abate de bovinos e de suínos cresce em relação a 2017

Abate de bovinos e de suínos cresce em relação a 2017 Foto - Wilker Porto / Agora Sudoeste

O abate de bovinos e suínos cresceu no segundo trimestre deste ano na comparação com o mesmo período do ano passado. No segundo trimestre deste ano, foram abatidos 7,72 milhões de bois – alta de 4%. Já o número de porcos abatidos chegou a 10,82 milhões de animais – aumento de 1,9%. Os dados são das Pesquisas Trimestrais da Pecuária, divulgadas hoje (12) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Outro indicador que teve alta no período foi a produção de ovos de galinha, que cresceu 6,6% em relação ao segundo trimestre do ano passado. O abate de frangos, no entanto, teve queda de 4% no mesmo período, resultado que pode ser explicado, segundo o IBGE, pela greve dos caminhoneiros, ocorrida em maio deste ano. A aquisição de leite cru apresentou queda de 3,2% no período, enquanto a de couro manteve-se estável.


Durante apresentação do o Jornal da BandNews FM, Boechat zoa com frase de Lúcio, que diz ser o deputado que mais trouxe dinheiro para Bahia

Durante apresentação do o Jornal da BandNews FM, Boechat zoa com frase de Lúcio, que diz ser o deputado que mais trouxe dinheiro para Bahia Foto - Divulgação / Wilker Porto / Agora Sudoeste

Durante o Jornal da BandNews FM, nesta quarta-feira (12), o apresentador e jornalista Ricardo Boechat ironizou, junto com o também jornalista José Simão, da frase usada pelo deputado federal Lúcio Vieira Lima (MDB), irmão de Geddel Vieira Lima, em sua campanha à reeleição, onde Lúcio diz que é o deputado que mais trouxe dinheiro para a Bahia. “Sou o deputado que mais trouxe dinheiro para guardar naquele apartamento. Delícia. Enfim uma verdade”, disse o jornalista após longa gargalhada. Lúcio e o irmão viraram réus em maio deste ano, no caso do bunker de R$ 51 milhões, encontrado em Salvador, na Bahia.


Preço da gasolina nas refinarias da Petrobras sobe 1,02%

Preço da gasolina nas refinarias da Petrobras sobe 1,02% Foto - Wilker Porto / Agora Sudoeste

Depois de uma semana sem reajustes no preço da gasolina, a Petrobras anunciou hoje (12) aumento de 1,02% no preço do combustível comercializado em suas refinarias. A partir de amanhã (13), o litro da gasolina passará a custar R$ 2,2294, dois centavos a mais do que os R$ 2,2069 cobrados desde 5 de setembro. No mês, o litro do combustível já subiu nove centavos, ou seja, 4,3% a mais do que custava no fim de agosto (R$ 2,1375).


Faltam 25 dias: confira algumas das principais mudanças no pleito de 2018 para eleitores, candidatos e partidos

Faltam 25 dias: confira algumas das principais mudanças no pleito de 2018 para eleitores, candidatos e partidos Foto - Wilker Porto / Agora Sudoeste

O processo eleitoral brasileiro passa por contínuas mudanças, seja na parte relativa às leis que o regem, seja no tocante à administração dos pleitos, uma das atribuições do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Por esse motivo, os eleitores devem estar atentos para não se confundirem no momento do voto e aproveitarem ao máximo os aperfeiçoamentos tecnológicos desenvolvidos pela Justiça Eleitoral. Candidatos e partidos também devem ficar vigilantes, uma vez que são muitas as mudanças legislativas a serem aplicadas, pela primeira vez, nas eleições deste ano. Veja a seguir algumas das principais alterações que vigorarão no pleito de outubro:

Eleitor

Neste ano, o eleitor terá que fazer seis escolhas na urna porque deverão ser preenchidas duas vagas no Senado Federal em virtude da renovação de 2/3 dessa casa legislativa. É importante ter cuidado no momento de digitar o voto na urna: se o mesmo voto para senador for digitado duas vezes, o segundo será anulado. O primeiro voto será o de deputado federal (quatro dígitos). Em seguida, deputado estadual ou distrital (cinco dígitos); senador 1, senador 2 (três dígitos para cada senador), governador (dois dígitos) e presidente da República (dois dígitos). 

Foi ampliada a possibilidade de voto em trânsito, desde que a cidade onde o eleitor esteja no dia do pleito tenha mais de 100 mil eleitores. Se o eleitor comunicou à Justiça Eleitoral que estará fora de seu estado no dia da votação, poderá votar somente para presidente da República. Mas se estiver fora de sua cidade, mas no mesmo estado de seu domicílio eleitoral, poderá votar para os demais cargos: deputado federal, deputado estadual ou distrital, dois senadores e governador.

A tecnologia do aplicativo Pardal, que já estava à disposição para denunciar irregularidades em outras campanhas, foi aprimorada este ano. A nova versão apresenta as mesmas funcionalidades da anterior (2016), com algumas melhorias: reformulação da infraestrutura e atualizações tecnológicas para aperfeiçoamento da performance do programa; possibilidade de registrar denúncias também contra partido e coligação; e aprimoramentos do sistema de triagem das denúncias, a fim de facilitar o trabalho de apuração por parte dos Tribunais Regionais Eleitorais (TREs) e do Ministério Público Eleitoral (MPE).

Outra inovação tecnológica é o aplicativo e-Título, que permite a qualquer cidadão portar o título eletronicamente. Para eleitores que fizeram o recadastramento biométrico, o e-Título aparecerá com foto, dispensando assim a apresentação de qualquer outro documento. Caso ainda não tenha feito a biometria, o eleitor pode utilizar o aplicativo, mas deverá apresentar um documento oficial com foto no momento de votar. 

Outra novidade desta eleição é que pela primeira vez cidadãos transexuais e travestis puderam solicitar a inclusão de seu nome social no título de eleitor e no caderno de votação, atualizando assim sua identidade de gênero no Cadastro Eleitoral.

Candidatos e partidos

A eleição geral de 2018 será a primeira em que é permitido efetuar o impulsionamento de conteúdo na internet para fins eleitorais, desde que identificado de forma inequívoca e contratado exclusivamente por partidos políticos, coligações, candidatos e seus representantes, conforme determina a Lei nº 9.504/1997 (Lei das Eleições) e a Resolução TSE nº 23.551/2017, que dispõe sobre propaganda eleitoral. A norma, porém, proíbe a veiculação de qualquer tipo de propaganda eleitoral paga na internet. Além do impulsionamento de conteúdo e controle de gastos, as alterações na propaganda eleitoral na internet preveem a proibição do uso de perfis falsos e robôs, responsabilização pela remoção de conteúdo e direito de resposta pelo mesmo meio utilizado para divulgar o conteúdo ofensivo.

Também entrou em vigor nas eleições deste ano uma forma de financiamento de campanhas com dinheiro público, por meio da criação do Fundo Especial de Financiamento de Campanha (FEFC), criado pela Lei nº 13.487/2017. Por determinação do Supremo Tribunal Federal (STF) e do TSE, os partidos deverão reservar o mínimo de 30% do dinheiro do Fundo Partidário e do Fundo Eleitoral para o financiamento de campanhas de candidatas do gênero feminino, bem como 30% do tempo destinado à propaganda eleitoral gratuita no rádio e na TV será destinado a essas candidatas.

Duas formas de financiamento das campanhas eleitorais passaram a ser admitidas pela legislação: o crowdfunding (ou vaquinha virtual) e a comercialização de bens e serviços, com a possibilidade de realização de eventos pelo próprio candidato e pelos partidos políticos. Essa segunda modalidade contém três formas de financiamento já admitidas e supervisionadas pela Justiça Eleitoral (venda de bens, serviços e realização de eventos).

A novidade está no microfinanciamento das campanhas por meio da internet, que antes somente podia ser feito diretamente pelo candidato e pelo partido, sem auxílio das empresas e páginas especializadas nesse tipo de arrecadação. Com as novas regras, a intermediação passa a ser admitida, impondo-se a quem arrecada a obrigação de observar determinados requisitos que, em suma, garantem a transparência e identificação da origem do dinheiro recebido.

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