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Bahia enfrenta nesta quinta (20) o Botafogo pela Copa Sul-Americana

Bahia enfrenta nesta quinta (20) o Botafogo pela Copa Sul-Americana Foto - Felipe Oliveira / E.C. Bahia

Novamente com a exibição de um vídeo e um trabalho tático, o elenco do Bahia encerrou na tarde desta quarta-feira (19) a preparação para enfrentar o Botafogo. A partida, válida pela ida das oitavas de final da Copa Sul-Americana, acontecerá nesta quinta (20), às 21h45, na Fonte Nova. Antes da atividade no campo, a comissão técnica reuniu o elenco no auditório e analisou a última partida do Esquadrão. Já no gramado, o técnico Enderson Moreira escalou a possível equipe que iniciará o jogo. Depois, a equipe ainda aprimorou as bolas paradas, com foco nas faltas laterais e escanteios. O lateral direito Nino e os meio-campistas Elton e Zé Rafael, que foram poupados do treino de ontem, trabalharam normalmente. O atacante Élber, que estava com dores na coxa, ficou na academia. O zagueiro Tiago, também com um incômodo muscular na coxa, tratou no departamento médico. Após a atividade, o grupo seguiu para a concentração.


Datafolha: Bolsonaro tem 28% das intenções de voto; Haddad tem 16% 

Datafolha: Bolsonaro tem 28% das intenções de voto; Haddad tem 16% 

Nova pesquisa do instituto Datafolha, divulgada na madrugada desta quinta-feira (20), mostra o candidato Jair Bolsonaro (PSL) com 28% das intenções de voto na disputa presidencial. Fernando Haddad (PT) tem 16% e Ciro Gomes (PDT) aparece com 13%. Geraldo Alckmin (PSDB) obteve 9% e Marina Silva (Rede) é a candidata de 7% dos entrevistados. Alvaro Dias (Podemos) e João Amoêdo (Novo) marcam, cada um, 3% das intenções de voto. Henrique Meirelles (MDB) tem 2%. Estão empatados Guilherme Boulos (PSOL) e Vera Lúcia (PSTU), com 1% cada. João Goulart Filho (PPL), Cabo Daciolo (Patriota) e Eymael (DC) não pontuaram. Os votos brancos ou nulos registraram 12%; e 5% não sabem ou não responderam. O levantamento ouviu 8.601 eleitores entre 18 e 19 de setembro em 323 municípios. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos. A pesquisa foi contratada pela TV Globo e pelo jornal Folha de S. Paulo e registrada na Justiça Eleitoral com o número BR06919/2018.


Menos de 40% das cidades têm política de saneamento

Menos de 40% das cidades têm política de saneamento Foto - Wilker Porto / Agora Sudoeste

Entre os 5.570 municípios brasileiros, 2.126 têm política de saneamento básico, mesmo que não seja regulamentada por instrumento legal, o que equivale a 38,2% do total. Apesar do baixo percentual, o índice avançou 10 pontos percentuais desde 2011, quando 28,2% tinham uma política estruturada para a área, que engloba os serviços de abastecimento de água, esgotamento sanitário, manejo de águas pluviais e manejo de resíduos sólidos. Os dados foram divulgados hoje (19) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), no suplemento Aspectos gerais da gestão da política de saneamento básico, dentro da Pesquisa de Informações Básicas Municipais (Munic) 2017. O levantamento foi feito de abril a setembro por meio de questionários às prefeituras. A pesquisa não avalia a qualidade e a efetiva prestação dos serviços. Conforme a pesquisa, 24,1% dos municípios estavam elaborando política de saneamento básico no ano passado. Quanto ao plano municipal de saneamento, que traz o detalhamento das ações, diagnóstico, objetivos e metas de universalização, o percentual passou de 10,9% em 2011 para 41,5% em 2017.


Brasil reduz mortes no trânsito, mas está longe da meta para 2020

Brasil reduz mortes no trânsito, mas está longe da meta para 2020 Foto - Wilker Porto / Agora Sudoeste

As mortes por acidentes de trânsito no país estão em queda. Um levantamento inédito do Ministério da Saúde divulgado hoje (18), que marca o início da Semana Nacional do Trânsito, aponta que, em seis anos, houve uma redução de 27,4% dos óbitos nas capitais do país. Em 2010, foram registrados 7.952 óbitos, contra 5.773 em 2016, o que representa uma diminuição de 2,1 mil mortes no período. Apesar da redução, o país segue longe da meta estabelecida pela Organização das Nações Unidas (ONU), que prevê redução de 50% no número de vítimas em 10 anos, contados a partir de 2011. Além disso, considerando todas as cidades do Brasil, não apenas as capitais, foram registradas 37.345 mortes de trânsito em 2016, que é o último ano com dados disponíveis no Sistema de Informações sobre Mortalidade (SIM), do Ministério da Saúde. O número é 14,8% menor do que o registrado, por exemplo, em 2014, quando ocorreram 43.870 óbitos no trânsito brasileiro. A meta do país, em 2020, é não ultrapassar o número de 19 mil vítimas fatais por ano.


Presidente do TSE defende a confiabilidade das urnas eletrônicas

Presidente do TSE defende a confiabilidade das urnas eletrônicas Foto - Wilker Porto / Agora Sudoeste

A presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministra Rosa Weber, defendeu nesta terça-feira (18) a confiabilidade das urnas eletrônicas. Ela lembrou que o equipamento vem sendo utilizado há 22 anos sem que houvesse, em todo esse período, nenhum caso de fraude comprovado. “As pessoas são livres para expressar a própria opinião. Mas, quando essa opinião é desconectada da realidade, nós temos que buscar os dados da realidade. Para mim, as urnas são absolutamente confiáveis”, afirmou. Rosa Weber, que também é ministra do Supremo Tribunal Federal (STF), manifestou-se sobre o assunto em resposta a questionamentos de jornalistas antes da sessão da Primeira Turma da Corte. Ela também ressaltou que o sistema eletrônico de votação utilizado pela Justiça Eleitoral é passível de checagem e monitoramento contínuos pela sociedade. “As urnas são auditáveis. O mais importante que todos nós temos de repisar e repisar é que elas são auditáveis”, destacou. A lei eleitoral faculta aos partidos políticos e a diversas instituições a possibilidade de fiscalizar o sistema eletrônico de votação.  No entanto, afirmou a ministra, os que têm essa prerrogativa não costumam comparecer aos eventos de auditagem promovidos pela Justiça Eleitoral. “Nós abrimos para possibilidade de auditagem de maneira geral. Ninguém vai lá para ver. Me parece que há uma confiança”, disse.


Ibope: Bolsonaro, 28%; Haddad, 19%; Ciro, 11% ; Alckmin, 7%; Marina, 6%

Ibope: Bolsonaro, 28%; Haddad, 19%; Ciro, 11% ; Alckmin, 7%; Marina, 6%

Entre domingo (16) e terça-feira (18), o Ibope ouviu 2.506 eleitores para intenção de voto na eleição presidencial.  De acordo com o levantamento, Jair Bolsonaro (PSL) aparece com 28%, seguido de: Fernando Haddad (PT): 19%, Ciro Gomes (PDT): 11%, Geraldo Alckmin (PSDB): 7%, Marina Silva (Rede): 6%, Alvaro Dias (Podemos): 2%, João Amoêdo (Novo): 2%, Henrique Meirelles (MDB): 2%, Cabo Daciolo (Patriota): 1%, Vera Lúcia (PSTU): 0%, Guilherme Boulos (PSOL): 0%, João Goulart Filho (PPL): 0%, Eymael (DC): 0%Branco/nulos: 14% e Não sabe/não respondeu: 7%. O nível de confiança da pesquisa é de 95%.


Cresce o número de crianças e adolescentes conectados só pelo celular

Cresce o número de crianças e adolescentes conectados só pelo celular Foto - Wilker Porto / Agora Sudoeste

O número de crianças e adolescentes que usa a internet apenas pelo celular cresceu. Segundo a Pesquisa TIC Kids Online divulgada hoje (18), o percentual de jovens entre 9 e 17 anos que acessa a rede somente pelo telefone móvel chegou em 44%. No levantamento anterior, com dados de 2016, o índice era de 37%. O estudo aponta que 85% da população nessa faixa etária utilizou a internet ao menos uma vez em três meses, um total de 24,7 milhões de crianças e adolescentes. Em movimento complementar, o uso do computador como forma de acesso à rede tem caído, de 60% na pesquisa anterior para 53% na atual. A televisão ganhou importância, subindo de 18% para 25%. Para o gerente do Centro de Estudos sobre as Tecnologias da Informação e da Comunicação (Cetic.br), Alexandre Barbosa, essa expansão acompanha “um movimento da indústria” de oferecer novos produtos. “O surgimento das televisões inteligentes que já vêm com um conjunto de aplicativos”, ressaltou.


TSE define urna eletrônica e confirma 13 candidatos à Presidência

TSE define urna eletrônica e confirma 13 candidatos à Presidência Foto - Wilker Porto / Agora Sudoeste

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) fechou na noite de segunda-feira (17) o Sistema de Registro de Candidaturas (Cand) relativo aos candidatos a presidente e vice-presidente da República que disputarão as eleições de outubro. Com isso, os dados foram gerados para que sejam inseridos nas urnas pelos 27 Tribunais Regionais Eleitorais (TREs), que são os responsáveis pela carga das máquinas. As eleições de outubro terão 13 candidatos a presidente da República: Álvaro Dias, Cabo Daciolo, Ciro Gomes, Eymael, Fernando Haddad, Geraldo Alckmin, Guilherme Boulos, Henrique Meirelles, Jair Bolsonaro, João Amoêdo, João Goulart Filho, Marina Silva e Vera Lúcia. O candidato Fernando Haddad, da Coligação O Povo Feliz de Novo (PT/PC do B/PROS), e sua candidata a vice, Manuela D’Ávila, foram atestados como aptos a terem seus nomes inseridos nas urnas, a despeito de estar pendente de julgamento o registro de candidatura da chapa. A circunstância decorre do fato de disputarem o pleito em substituição ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que teve o registro indeferido. O prazo para impugnação do registro da chapa se encerra nesta terça-feira (18), às 23h59. Até o momento, não houve impugnações.


Além dos efeitos da crise, descontrole financeiro está entre principais causas da inadimplência no país

Além dos efeitos da crise, descontrole financeiro está entre principais causas da inadimplência no país Foto - Wilker Porto / Agora Sudoeste

O cenário macroeconômico do país tem contribuído para o alto nível de endividamento dos brasileiros, somado à falta de controle das finanças pela população. Uma pesquisa realizada pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) aponta que dentre os principais vilões da inadimplência, os mais citados são a perda do emprego (37%), que chega a 38% nas classes C e D, a redução da renda (24%) e a falta de controle financeiro (12%). Considerando apenas aqueles que se endividaram por descontrole do orçamento ou porque tiveram crédito fácil, 39% afirmam que quiseram aproveitar as promoções oferecidas pelas lojas, levando-os a contrair gastos extras sem avaliar o orçamento. Já 24% reconhecem não ter negociado bem os preços no momento da compra e 14% disseram que costumam comprar mais do que o necessário para se sentir bem quando estão ansiosos. O levantamento mostra também que seis em cada dez brasileiros inadimplentes (61%) têm pouco conhecimento sobre a própria renda, entre salários e outros rendimentos. Para muitos, negligenciar as finanças se estende até os compromissos mais importantes do dia a dia. Um termômetro disso é que 45% reconhecem saber pouco ou quase nada sobre o valor das contas básicas que precisam pagar no fim do mês, mesmo que elas não estejam em atraso, como água, luz, telefone, aluguel, condomínio, plano de saúde e mensalidade escolar. Já 61% desconhecem o número exato de parcelas das compras realizadas por meio do crédito e, em geral, 36% não planejam o orçamento mensal.


Pesquisa CNT/MDA: Jair Bolsonaro aparece com 28,2%, Fernando Haddad 17,6% e Ciro Gomes 10,8%

Pesquisa CNT/MDA: Jair Bolsonaro aparece com 28,2%, Fernando Haddad 17,6% e Ciro Gomes 10,8% Foto - Wilker Porto / Agora Sudoeste

Entre 12 e 15 de setembro, o CNT/MDA ouviu 2.002 eleitores sobre a intenção de voto a Presidência da República e divulgou o levantamento nesta segunda-feira (17). Segundo a pesquisa, Jair Bolsonaro (PSL) aparece com 28,2%, Fernando Haddad (PT) 17,6%, Ciro Gomes (PDT) 10,8%, Geraldo Alckmin (PSDB) 6,1%, Marina Silva (REDE) 4,1% e João Amoedo (NOVO) 2,8%. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais. No cenário da pesquisa, os eleitores mais convictos são os de Haddad e Bolsonaro. Dos que declaram voto no petista, 75,4% dizem ser uma decisão definitiva. No candidato da extrema-direita, o índice é 78,2%. Em Ciro, é 49,1%. As simulações de segundo turno mostram empate técnico nos enfrentamentos entre Haddad x Bolsonaro (35,7% a 39%) e entre Ciro x Bolsonaro (36,1% a 37,8%). A pesquisa está registrada  no TSE sob o número BR-04362/2018.

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